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Frases de ALICE SOUZA

35 frases

⁠UMA CHANCE Procuro uma chance de te conhecer Olhar dentro do teu íntimo e saber
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⁠UMA CHANCE Procuro uma chance de te conhecer Olhar dentro do teu íntimo e saber O que de verdade lhe vai à alma Preciso pra isso de muito calma Entrar de mansinho no teu coração Apalpar delicadamente esse teu chão Enlear-me nesse teu sentimento Fazendo fluir um eterno momento Uma nova chance de sentir teu olhar Mirando os meus olhos sem se importar Quero descobrir teus íntimos segredos Amassando com meu amor todos os seus medos Dei-me essa nova chance de te namorar Com você quero no futuro casar Penetra-lo com minha paixão E pra sempre, sempre te amar.

⁠insônia A insônia derreteu-me como uma vela que queima esperado...
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⁠insônia A insônia derreteu-me como uma vela que queima esperado... Esperando que os sonhos cheguem. Minha mente vaga planando pelo oceano; Há agua e passados... Há água e o nada. Tudo se inteirando em uma imensa fossa com camadas fluidas e dinâmicas, que rotacionam em um círculo de memórias instáveis e corrompidas pelo desejo de poder apenas descansar observando os curtos momentos de paz. Do coração do inferno resgato toda esperança que resistiu a lenta degradação da minha mente passada. Mesmo que não tenha restado nada, ainda levarei a última gota de lagrima guardada dentro de meu peito, este que não sangrou no dia de minha morte, apenas parou e descansou, poupando a vida da triste lágrima, para que quando minha alma nascesse de novo, eu pudesse vê-la e lembrar-me de todas as coisa que me fizeram ver um mundo como a rosa que é.

⁠Durante a noite toda Durante a noite toda fui atormentada, escravizada pelos sentimentos que insistiam em fazer arder meu corpo nu banhado de suor! Durante a noite toda sob a luz branca daqueles postes na rua vazia e escura da cidade, a minha alma sangrava por dentro reprimindo…
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⁠Durante a noite toda Durante a noite toda fui atormentada, escravizada pelos sentimentos que insistiam em fazer arder meu corpo nu banhado de suor! Durante a noite toda sob a luz branca daqueles postes na rua vazia e escura da cidade, a minha alma sangrava por dentro reprimindo e me culpando das sensações que a privei de viver. Durante a noite toda, o sono fugia de mim com o ódio de ter que fazer adormecer,essa menina que só quer a paz de um amor sincero e sincronizado. Durante essa noite toda, me entreguei a sedução e não precisei de ninguém, amei a mim mesma! fiz amor sozinha durante a noite toda. Tá

⁠Sobre Ele Frio É desta forma que falarei de ti
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⁠Sobre Ele Frio É desta forma que falarei de ti Bem sabe que tenho te dado meu afeto Fui sempre honesta contigo Te mostrei meu coração E me entreguei as tuas juras Me conheceu como nenhum outro E pude ver teu coração Sei que não és mau Tão pouco desprovido de sentimento Está ferido Desacreditado Amargurado Mas em ti há beleza na alma Tenho tido paciência contigo Mas essa tua falta de afeto Vem me maltratando E me feito cogitar...

⁠Espantalho Já derramei muitas lágrimas, Já expeli muito suor,
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⁠Espantalho Já derramei muitas lágrimas, Já expeli muito suor, Nunca fui o suficiente, Mas sempre dei o meu melhor, Por pouco não me entreguei, Já quis desistir eu não nego, Vi muitas coisas que me deixaram triste, Por isso finjo ser cega, O medo e a insegurança, Tem sulgado minhas energias, O medo leva minha esperança, A insegurança leva minha alegria, Sou formada de retalhos, Vários pedaços machucados, Algumas são cicatrizes recentes, Outros são feridas do passado, E é por isso que eu, A menina feito de retalho, Para espantar aquilo que me faz mal, Me tornei um espantalho

⁠Farsa Devo acreditar em você? Mas por quê?
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⁠Farsa Devo acreditar em você? Mas por quê? Me dê motivos concretos para isso! Sempre me entreguei e no fim do que adiantou? Tudo sempre me feriu Mentiras Falso afeto Nenhum pingo de consideração E por que você seria diferente? Fala e faz como todos os outros Você me lembra cada um no seu pior lado Assim como eles, Você não é real Ninguém nunca será real!

SER FALHO Desperto, Lembranças me atingem sem qualquer piedade
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SER FALHO Desperto, Lembranças me atingem sem qualquer piedade Imediatamente me sinto triste Já não consigo mais seguir em frente Apenas vivo o que vem em mente. Assim tento me refazer, mas falho. O vermelho escuro dando contraste a sua pele pálida Seu sorriso já não vejo mais Meu ser então se desfaz Sem cuidado vou em direção ao piso Ali permaneço banhado em lágrimas. Assim eu me desmancho, sou falho. Já não suporto mais tanta dor Meu coração já falha Te peço, volte meu amor Tantas vezes eu tentei fazer tudo acabar Mas vejo que no fim acabo de chegar. Assim eu permaneço a chorar, sou fraco. Tento miseravelmente me erguer Minha instabilidade é exposta Já não aguento mais me lamentar Até onde irei chegar se nem ao menos consigo caminhar E logo findo a jornada Ao lado de minha finada amada. Assim sendo falho, eu me calo.

⁠Eu fugi do seu olhar Eu fugi do seu olhar Por varias e constantes vezes
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⁠Eu fugi do seu olhar Eu fugi do seu olhar Por varias e constantes vezes O medo me tomou E ainda estou Correndo Como quem corre pra não ser apanhado Eu fugi incansávelmente Mas meu refúgio era frágil E aquele olhar brindado Falando comigo Me alcançava em meio a distância Corri tanto perigo Mas não conseguia distrailo Era sempre uma covarde disputa Talvez proibido Me fazendo refém Que olhos são esses Que nunca vi em ninguém Já me escondi Ja viajei pra fora daqui Mas o seu olhar Junto comigo fugiu.

⁠Incertezas Eu falhei Quis desistir
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⁠Incertezas Eu falhei Quis desistir Eu só errei Muita coisa mudou Muito eu pensava ser Bem pouco descobri que sou Perdi tudo o que sentia Lutei pra sentir Mas fiquei vazia Tentei me refazer Colando os cacos E com eles pude me surpreender Questionei tudo noite e dia Desconfiança Desacreditei de tudo que um dia cria.

⁠Visão do Caos Olhar pela janela parece o caos Não quando se quer pular
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⁠Visão do Caos Olhar pela janela parece o caos Não quando se quer pular Olhar para as feridas parece a dor Não quando se quer sangrar Eu nunca disse que gostava da dor Mas era única que me confortava Eu nunca disse que me mataria Mas eu não disse que não pensava É que as palavras nunca saem Na verdade eu que não sei dizer Espero no fim poder falar Desculpa.. Já não deu mais pra me refazer

NOSSOS CORPOS Fiz da tua boca o meu segredo E dos beijos fiz alento.
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NOSSOS CORPOS Fiz da tua boca o meu segredo E dos beijos fiz alento. Do teu corpo minhas vestes Dos teus olhos Meu caminho Do teu suor me banhei Das tuas lágrimas Me embriaguei E baile nas tuas curvas... Em teu corpo é onde encontro Meu abrigo Meu conforto Meus desejos mais secretos. Em meu corpo Tu te entregas Sem premissas Sem promessas Vivendo esse amor pleno. Ora amantes Ora amigos. Mas sempre cúmplices Desse sentimento. Desse doce enlevo Chamado Amor!

Odeio amar você Enquanto olhava nos meus olhos, ele falava mentiras tão belas. E em pensar que tudo foi ilusório, pro meu coração você fez um velório.
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Odeio amar você Enquanto olhava nos meus olhos, ele falava mentiras tão belas. E em pensar que tudo foi ilusório, pro meu coração você fez um velório. Ele me empurrou pro fundo do poço, e me deixou com as cordas no pescoço. Eu dei amor com intuito de receber, eu deixei de me amar pra poder amar você. Mas tudo que acontece vira um aprendizado, e eu acho que me apaixonei pelo amor errado. Te odeio por ter me feito sofrer. Me odeio por amar você

⁠Ensaio Na Tristeza destes versos, Me encontro na Solidão de teus braços,
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⁠Ensaio Na Tristeza destes versos, Me encontro na Solidão de teus braços, E fico ensurdecida pelo silêncio de tua Alma... Pois você aqui já não mais está. E perante tua ausência, N'uma dor ou angústia de uma saudade insaciável, Me vejo no impasse de apenas me agarrar à tua lembrança, Ou de simplesmente, ir morar contigo... Meu peito clama tua presença, Mas nem o tempo ou Amor que regem a Vida, Ou tampouco a lágrima que salgou a despedida, São capazes de lhe trazer de volta. Mas hão, de certo, me levar contigo...

VONTADE DE VOCÊ Esta manhã acordei com uma vontade Louca de Você!
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VONTADE DE VOCÊ Esta manhã acordei com uma vontade Louca de Você! De beijar sua boca Sentir o seu corpo Tirar lentamente todas as peças de roupa Com minha boca. Te quero agora Neste momento Esqueça o mundo e venha Viver este desejo comigo Quero saciar a minha sede De você Me lambuzar em seu... Sentir os seus gemidos Junto aos teus toques Que me marcam e me alucina A cada nova... Ao encaixe dos nossos corpos Banhados pelo prazer Quero te sentir... Até nossos corpos não aguentarem mais Sacia me por completo! Esta manhã acordei com vontade de você!

⁠ESCRITA ABSOLUTA Em meio a Tempestade, Lanço palavras de calmaria,
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⁠ESCRITA ABSOLUTA Em meio a Tempestade, Lanço palavras de calmaria, Escrevo com esperança, Com intrepidez, sem covardia, Escrevo a dor e a tristeza, Escrevo alívio e alegria, Transformo tragédia em comédia, Sorrindo não importa se doía, Não tenho dom nenhum, Mas habilito-me aqui, Se escrevo na solidão, Livros extensos já conclui, Falei de tudo e nada, O dia nublado eu colori, Enquanto eu me curava, Cada detalhe escrevi, Minha imperfeição registrada, Na escrita absoluta, Livre de qualquer obstáculo, Enfeitada de forma culta, Tolices e genialidades, Dessa menina astuta, Moldadas a versos e rimas, Onde grito e ninguém escuta

⁠Ordem Me deixa em ordem Se cê fosse uma canção, amor
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⁠Ordem Me deixa em ordem Se cê fosse uma canção, amor Ia ter os mais belos acordes Espero que não seja um trote Ou uma brincadeira de mal gosto Nada no mundo é tão belo quanto seu rosto Seus lindos olhos me olhando Você é a nicotina que me vicia Enquanto o nosso amor vai me matando Me mata, mas esse cigarro não apaga Nosso amor é valioso como o ouro Mais belo como prata Sobre prata, era você que era pra tá... Bem aqui Animada como moda de viola Me deixa feliz como uma criança, chegando na escola Nosso amor é um nível bom, não como gorjeta ou esmola Sem você fico desesperado Como alguém indo rumo a degola

⁠Reticencias, apenas Pensamentos embolam confundindo a mente ou então aceleram, tornando compulsivas as batidas do coração, chega a doer. O ar falta, a garganta bloqueia a voz, as falas
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⁠Reticencias, apenas Pensamentos embolam confundindo a mente ou então aceleram, tornando compulsivas as batidas do coração, chega a doer. O ar falta, a garganta bloqueia a voz, as falas A pele arrepia, a alma treme angustiada mas não há redenção O choro é mantido em cativeiro e você segue firme e forte. Nem tão firme, nem tão forte. Cansativo porém prático Mil vezes mais fácil omitir a realidade das coisas do que ter que explicar cada detalhe, que por vezes, você mesmo sequer entende. Atitudes muito bem pensadas no entanto, desesperadas de um ser tão sereno quanto as tempestades e tão opaco quanto a aurora ao nascer... Há sorrisos que vestimos como máscaras para esconder aos olhos alheios o sentimento que perfura, fere, machuca e reina no peito da gente.

⁠A Liberdade das Lágrimas" Dentre todas as lágrimas que já derramei, A mais pesada foi a que não caiu.
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⁠A Liberdade das Lágrimas" Dentre todas as lágrimas que já derramei, A mais pesada foi a que não caiu. Uma gota de emoção que prendi, Como suspiro que meu coração sentiu. Nos momentos sombrios e tristes demais, Guardava em mim uma melancolia profunda. Olhos marejados, sem saber a paz, Não permitindo a dor seguir sua rota. Como um rio represado, pulsava em meu peito, A angústia clamando por liberdade. Ao segurar a lágrima, perdi o direito, De liberar a dor e encontrar a felicidade. É preciso deixar fluir, às vezes se permitir, As lágrimas que lavam a alma com magia. Não prender as emoções, deixá-las surgir, E assim encontrar uma nova calmaria. A lágrima não chorada não alivia, Apenas se transforma em um fardo pesado, Voa pelos sonhos e na memória cria, Marcas de um tempo que jamais será apagado. Então, que as lágrimas encontrem seu caminho, No pranto que consola e liberta a dor. Pois, ao chorar, dispenso o peso mesquinho, E permito que meu coração busque o amor. Que cada lágrima seja um ato corajoso Um convite ao acolhimento da emoção, Para que não se torne uma prisão dolorosa, Mas sim uma libertação do coração. Dentro todas as lágrimas que já derramei, A mais pesada foi a que não caía. Mas agora, permito-me fluir, sem receio, E enfim encontro a paz que tanto sorria.

⁠Fugi de tudo que tinha para fugir Eu posso me moldar, acomodado as bordas
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⁠Fugi de tudo que tinha para fugir Eu posso me moldar, acomodado as bordas do teu coração, Divino, entregador de cartas. Mas não diga quem sou, ou o que fui, não me meça pelas palavras. Tenho sido duro, doce apenas em segredo, um tanto por vaidade, dois tantos por medo. Existindo em uma mistura de beleza e fúria. Eu tenho, um corpo de 1,40 macio, revestido por uma armadura, e pelo desejo de ser sozinho. Mas você sabe de tudo, e não sabe nada, anjo de toque macio, senhor atirador de facas. Então não me chame por outro nome, não me tenha como um segredo, não sei viver em sociedade, não sei não ser verdadeiro. Por isso, sai de casa naquela manhã, e fugi de todos os meus amigos, fugi daquele grupo de poetas, fugi do desejo de ser redimido, fugi de tudo que tinha para fugir. Porque na verdade estou cansado de ser azedo.

⁠Quanto Quanto a te agradar Quando fui água, tu querias que fosse mar
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⁠Quanto Quanto a te agradar Quando fui água, tu querias que fosse mar Quando fui chuva, tu querias que fosse tempestade Quando fui céu estrelado, tu querias que fosse céu nublado Quando fui amor, tu querias que fosse rancor E quando finalmente fui eu, tu não querias mais nada de mim E quando for tentar te agradar, de nada lhe importará E no meu tempo perdido, te agradar foi desperdício

⁠Cicatrizes da alma A desilusão, amarga e fria Invade a alma, sem pedir licença
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⁠Cicatrizes da alma A desilusão, amarga e fria Invade a alma, sem pedir licença Cortando fundo como navalha vazia Deixando marcas na essência. Promessas quebradas, sonhos desfeitos No peito, um vazio sem fim A desilusão, como punhal no peito Ferindo a esperança até o fim. Na escuridão, o coração se esconde, Em cada canto, um novo tormento Onde o silêncio fala mais que mil palavras E cada lágrima conta um momento. Nesse teatro de sombras e de mágoas, Onde cada ato é um adeus A dor se espalha, sem pressa e sem falhas. E assim, a desilusão segue seu rumo Como rio que corre para o mar, Levando consigo o doce e o amargo, Na eterna dança de amar e chorar.

⁠Tragédia E se tudo der errado amanhã? Meus planos, meus sonhos,
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⁠Tragédia E se tudo der errado amanhã? Meus planos, meus sonhos, Meus amores, minha sorte. Eu me decepcionar com as expectativas, Me perder em solidão E em desejo de morte. Se o amor não vingar, O café esfriar, A carência me dominar E as angústias me atingirem como um corte, Qual será minha reação? Qual será minha resposta? E se o mundo for realmente uma bosta? Aposto que nada mudará: O mundo não deixará de ser mundo, Meus amigos não serão menos amigos, Meus planos serão reconstruídos E eu ainda não terei inimigos. Não serei menos do que já fui, Não serei mais do que já sou, Não ficarei mais louco E não perderei minha fé no amor. Os jardins ainda serão floridos, As cores ainda coloridas, A água ainda será molhada E a entrada ainda terá uma saída. Se eu bater violentamente No absoluto fundo do poço, Ainda serei eu mesmo, Ainda poderei subir de novo, Ainda vou querer ser feliz, Ainda vou gostar do som da chuva, Ainda sofrerei quando sentir dor E ainda apreciarei a luz da lua. Se tudo der errado amanhã, Será exatamente igual a hoje.

⁠Será que ainda me AMAS como antes? Entre as lacunas dos dias cinzentos, Teus vácuos me envolvem, me consomem.
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⁠Será que ainda me AMAS como antes? Entre as lacunas dos dias cinzentos, Teus vácuos me envolvem, me consomem. Cada ausência tua é um golpe, Que minha alma silente não nomeia. No vazio das tuas não-respostas, Minha mente vagueia, inventa dores. Imagino cenários de tua indiferença, Crio fantasmas de antigos amores. Teu silêncio é um mar que me afoga, Um abismo que me puxa para o fundo. Cada ausência tua é um grito mudo, Ecoando incertezas pelo mundo. E nos labirintos da minha mente, Surge a dúvida cruel que me devora. Será que ainda me amas como antes, Ou teu amor se perdeu, foi-se embora? Cada vácuo teu é uma punhalada, Uma sombra que assombra meus dias. Tua ausência é dor constante e fria, Que esmaga esperanças, rouba alegrias. No silêncio, meu coração grita, Num desespero que tu não escutas. Teus vácuos são feridas abertas, Que sangram medos e amargas dúvidas

⁠Querido... Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão. Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles…
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⁠Querido... Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão. Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas? Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada. Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez. A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse. Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce... Maldito poeta