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Frases de Alex Zanute Dias

105 frases

⁠“O Guardião da Lua” Sob folhas de sangue e silêncio encantado, Ergue-se o guerreiro de olhar velado.
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⁠“O Guardião da Lua” Sob folhas de sangue e silêncio encantado, Ergue-se o guerreiro de olhar velado. A lâmina rubra dorme em sua mão, Mas seu espírito vibra como um trovão. Vestes escuras, sombras no chão, Carrega no peito a sua missão. Entre pétalas soltas ao vento lunar, Ele aguarda o momento de se revelar. O céu é um véu de nuvens e lua, A noite é um campo onde a alma flutua. Montanhas vermelhas, memórias em brasa, Ecoam os passos de quem nunca atrasa. Não há grito, nem glória, nem dor, Somente o silêncio — seu fiel mentor. Pois o caminho do sábio, ainda que frio, É forjado em honra, é moldado no vazio.

⁠“Flecha de Luz” Entra em silêncio, sem pedir licença, uma flecha de luz no peito pousa,
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⁠“Flecha de Luz” Entra em silêncio, sem pedir licença, uma flecha de luz no peito pousa, não fere — cura, não pesa — dança, acende a alma, que em paz repousa. É leve o toque, mas firme o sentido, desperta a flor que dormia no chão, sopra memórias que estavam contidas, e faz renascer o melhor do coração. Traz o calor de um abraço esquecido, a fé que se cala, mas nunca se vai, um eco suave de um amor infinito, que mesmo invisível, sempre nos trai. É verso que abraça, olhar que perdoa, é brisa que chega sem avisar… E quando essa flecha, de alma tão boa, nos toca — é impossível não amar.

⁠Leveza da Alma A alma se acalma, o fardo se vai, Quando enfim se entende o que a vida atrai.
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⁠Leveza da Alma A alma se acalma, o fardo se vai, Quando enfim se entende o que a vida atrai. Não é o aplauso de quem nos rodeia, Mas a paz que do alto nos guia e semeia. Tentar agradar a todos cansa e corrói, É um peso que prende, machuca e destrói. Mas quando os olhos se voltam ao Céu, A vida floresce em tom mais fiel. O Criador conhece o mais íntimo ser, Ama sem filtros, sem ter que entender. É d’Ele que vem a real aprovação, Não do mundo, nem da multidão. Vive em verdade, caminha em amor, Semeia a fé, reflete o Senhor. E verás, com o tempo, que tudo se ajeita, Pois a vida é mais leve… com a alma direita.

⁠Nas curvas da vida Na trilha do vento e do chão vermelho, Dois sorrisos se encontram ao sol,
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⁠Nas curvas da vida Na trilha do vento e do chão vermelho, Dois sorrisos se encontram ao sol, Na paisagem que dança ao longe, Com montanhas, motores e farol. Pai e filho, ou talvez irmãos de alma, De camiseta e coragem no peito, Vivem o agora com leveza e calma, No tempo que passa do jeito perfeito. A pista contorna histórias e sonhos, Enquanto o céu azul tudo abençoa, E cada gesto, simples e risonho, É lembrança que o coração ecoa. A vida é assim — curva e reta, Aventura que nunca se desfaz, Mas quem caminha com afeto na meta, Faz do presente um instante de paz.

⁠Cansado… Mas Ainda Aqui” (versão emocional) Estou cansado. Cansado de lutar com o invisível.
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⁠Cansado… Mas Ainda Aqui” (versão emocional) Estou cansado. Cansado de lutar com o invisível. De sorrir por fora e sangrar por dentro. Cansado de tentar ser forte… enquanto tudo desmorona em silêncio. Tem dias que o ar parece pesado demais. O cheiro… não é de morte física, mas de algo que morreu dentro das pessoas. Vejo olhares que não acolhem. Palavras que não curam. Gente que se alimenta da dor alheia como se fosse festa. Que sorri ao ver alguém cair. Que sente prazer em ver um lar destruído, uma alma em ruínas. E isso cansa. Cansa porque você tenta ser inteiro em meio a um mundo partido. Cansa porque o coração é bom, mas vive cercado de espinhos. Sim, tem laranjas podres por todos os lados. Gente que chega só pra contaminar. Pra espalhar amargura. Pra plantar veneno em quem ainda acredita no amor, na paz, na verdade. Mas… mesmo assim… eu ainda estou aqui. E mesmo cansado… eu continuo. Porque há uma chama que ainda não se apagou. Porque há memórias que me lembram quem eu sou. Porque, apesar de tudo, ainda há beleza. Ainda há fé. Ainda há recomeço. E mesmo que ninguém veja… Deus vê. Ele sabe. Ele escuta cada lágrima que não escorre. Ele entende os gritos que o mundo ignora. E é por isso que, mesmo exausto, eu me levanto mais uma vez. Porque quem carrega verdade, nunca cai em vão. E quem carrega dor… um dia também carrega cura.

⁠Firme como Rocha Na calma postura e no olhar decidido, Veste o brasão de quem honra o sentido.
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⁠Firme como Rocha Na calma postura e no olhar decidido, Veste o brasão de quem honra o sentido. Com a Pátria no ombro, o dever no peito, Caminha em silêncio, mas sempre direito. Não busca aplausos, nem luzes, nem glória, Carrega nas veias a força da história. Na farda discreta, um símbolo forte: Coragem em vida, no rosto, o norte. O fundo é neutro, mas a alma é chama, De quem, mesmo só, nunca desanda. Com o nome bordado, não por vaidade, Mas como um juramento à lealdade. Homem de fibra, razão e verdade, Espelho de honra, justiça e vontade. Na imagem, um instante; no ser, um farol: Guardião de valores sob o mesmo sol.

⁠“Farda e Família” Na firmeza da farda, um brilho no olhar, Ecoa o valor de quem veio pra honrar.
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⁠“Farda e Família” Na firmeza da farda, um brilho no olhar, Ecoa o valor de quem veio pra honrar. Ao lado, o sorriso de quem sempre apoiou, Família que luta, que sonha, que amou. O menino, pequeno, já segue o caminho, Com passos serenos e olhar de carinho. O pai, companheiro, firme como o chão, Orgulho estampado no peito e na mão. No centro, a honra de um tempo vivido, Com medalhas na alma e dever bem cumprido. Guiando com fé, respeito e missão, É o elo que une coragem e coração. E ali, o amor, em vestido e ternura, Mostra que a força também é doçura. Nos pés, a elegância; no rosto, a paz, De quem com certeza vai sempre ser mais. É mais que um retrato, é mais que um dia, É história bordada em fotografia. Família e dever, juntos num só caminho, Na farda, no sangue, no mais puro carinho.

⁠CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL No silêncio da alma ferida, Quando o mundo virou suas costas,
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⁠CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL No silêncio da alma ferida, Quando o mundo virou suas costas, Lutei com as armas da fé escondida, Na trincheira das horas mais tortas. Não foi glória com luzes e palmas, Foi suor, foi joelho no chão, Gritei com a dor presa na calma E ouvi meu próprio coração. Cada passo, um abismo vencido, Cada noite, um choro contido, Cada “não” que o mundo gritou Foi semente que em mim floresceu. Me chamaram de fraco e caído, Mas não viram o que renasceu: Um gigante forjado em segredo, Que caiu… e depois se ergueu. Essa vitória não tem medalha, Não tem faixa, nem multidão, Mas carrego no peito a muralha Que ergui com cicatriz e oração. Por isso, se ouvir meu canto, Saiba: é de guerra e de amor, É da dor que virou acalanto, É da cruz que virou esplendor. Hoje canto a vitória mais rara, Não a fácil, comprada ou banal — Mas aquela que nasce na cara Do fundo… e termina imortal.

⁠“Ainda Estou de Pé — Porque Deus Me Sustenta” Estou cansado. Não vou negar.
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⁠“Ainda Estou de Pé — Porque Deus Me Sustenta” Estou cansado. Não vou negar. Há dias em que o peso é grande demais… e a alma parece pedir socorro em silêncio. Sinto o cheiro da maldade no ar. Não é cheiro de morte física, mas de almas corrompidas, de pessoas que se alimentam do sofrimento alheio, que vibram ao ver um lar destruído, que se alegram com a dor do outro. Mas mesmo cercado por tanta escuridão, eu me lembro: O Senhor é a minha luz e a minha salvação — a quem temerei? As laranjas podres podem até estar ao meu redor, mas se Deus é por mim, quem será contra mim? Eles querem ver minha queda, mas Deus está me ensinando a voar. Eles esperam meu fim, mas o meu Deus escreve recomeços. Eles querem apagar minha fé, mas mal sabem que é na dor que ela se fortalece. Estou cansado, sim… mas a minha força vem do alto. E quando penso em desistir, lembro que os que esperam no Senhor renovam as suas forças; sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam. (Isaías 40:31) Se o mundo te machuca, se as pessoas te ferem, não se rebaixe ao nível delas. Ore por elas. E siga em frente. Porque o justo pode até cair sete vezes… mas o Senhor o levanta todas elas. E eu sei — Deus ainda não terminou comigo.

⁠“Mesmo no silêncio, Deus cavava o caminho” A vida tem formas estranhas de nos ensinar. Às vezes, tudo parece bem…
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⁠“Mesmo no silêncio, Deus cavava o caminho” A vida tem formas estranhas de nos ensinar. Às vezes, tudo parece bem… E, de repente, somos tomados por uma dor tão profunda que nos paralisa. É como cair em um abismo invisível, onde ninguém parece nos alcançar. Gritamos por socorro, mas tudo o que ouvimos é o eco do nosso próprio desespero. Tentamos sair por conta própria, mas as paredes são altas demais. A esperança vai se apagando, devagar. E chega um ponto em que simplesmente… paramos de tentar. Ali, no fundo, o tempo passa de forma estranha. Um dia parece um ano. A alma se cala. O coração se endurece. E começamos a acreditar que não há mais saída. Então, alguém aparece. Parece bom, parece luz. E por um tempo, achamos que tudo vai mudar. Mas o tempo mostra que nem todo mundo que chega, vem pra ficar. E a decepção se transforma em medo. E o medo em desconfiança. E assim, nos fechamos ainda mais. Nos acostumamos com a dor. Nos acostumamos com o escuro. Até que um dia… algo muda. Acordamos e percebemos uma trilha. Um caminho que antes não estava ali. Não sabemos de onde veio. Mas está ali. Mesmo sem forças, algo nos impulsiona a olhar pra cima. E então, sentimos uma presença. Alguém está se aproximando. Assusta, porque já não confiamos em ninguém. Gritamos, rejeitamos, dizemos que não precisamos de ajuda. Mas essa pessoa permanece ali… firme, serena. As mãos estão feridas. O rosto, calmo. O olhar, cheio de compaixão. Ele não diz nada. Apenas se agacha, te olha nos olhos… E te acolhe. Você pergunta, quase sem voz: “Por que você veio? Por que agora?” E Ele responde com doçura: “Eu nunca fui embora. Fui Eu quem preparou esse caminho que você está vendo agora. Enquanto você chorava, eu cavava. Enquanto você dormia, eu construía. Enquanto você pensava em desistir, eu acreditava em você. Não vim no seu tempo, vim no tempo certo. Porque o meu amor por você não desiste, não cansa, não falha.” E ali, nos braços d’Ele, você entende: Nem todo silêncio é ausência. Nem toda espera é castigo. Nem toda dor é o fim. Deus trabalha no escondido. Ele cura em silêncio. Ele prepara a saída antes mesmo que você perceba que está preso. Agora você sabe: Nem todo mundo que chega vai te machucar. E aquele que vem de Deus… não vem pra te deixar no chão. Vem pra te levantar. Pra te carregar, se for preciso. E te mostrar que o amor verdadeiro existe — e vem d’Ele. Vai chegar a sua hora de sorrir. E será nos braços do Pai. Porque Ele nunca te abandonou. Ele só estava preparando, com paciência, a estrada da sua libertação. Você merece recomeçar. E Deus já está fazendo tudo novo.

⁠“Ainda Estou de Pé” Estou cansado. Sim, cansado. Pela primeira vez, meu cansaço não é físico —
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⁠“Ainda Estou de Pé” Estou cansado. Sim, cansado. Pela primeira vez, meu cansaço não é físico — é da alma. Cansado de ver tanta maldade disfarçada de convivência. Cansado do cheiro de podridão… que não vem de um animal morto, mas de almas que apodreceram por dentro. Pessoas que se alimentam da desgraça dos outros. Que sorriem quando veem uma família desmoronar. Que se sentem grandes apenas quando diminuem os outros. Mas sabe de uma coisa? Eu continuo aqui. Porque minha luz não depende da escuridão de ninguém. E o meu valor não se mede pelos que tentam me derrubar. Sim, há laranjas podres no caminho. E algumas tentam contaminar tudo ao redor. Mas eu escolho não apodrecer. Eu escolho resistir. Eu escolho ser luz onde há sombra. Se a felicidade dos outros te incomoda, isso não é um problema do mundo — é um espelho da tua alma. Mas eu? Eu sigo. Mesmo cansado, eu sigo. Porque há um fogo em mim que a inveja não apaga. Porque há um propósito em mim que nenhuma crítica destrói. Porque há uma verdade em mim que o mundo não vai calar. Estou cansado, sim. Mas não desisti. E se for preciso… vou me levantar mil vezes. Porque quem tem propósito, aguenta o processo. E quem carrega fé, nunca está só

⁠No Alto da Montanha Lá do alto onde o vento canta, A alma respira, a vida encanta.
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⁠No Alto da Montanha Lá do alto onde o vento canta, A alma respira, a vida encanta. Pai, filho e cão — trio de luz, Na estrada da vida, que o amor conduz. O verde se estende em tapete sagrado, Montanhas e vales num céu desenhado. O mar ao fundo, sereno a brilhar, Como quem guarda segredos do lar. O homem carrega o tempo no olhar, O jovem, a esperança a brotar. E o cão, fiel guardião do momento, É a alegria em forma de vento. Ali, onde o mundo parece parar, A paz se senta pra conversar. E o tempo, por um instante, se desfaz — Fica só o agora, puro e em paz.

⁠Luz que Reflete Na beira mansa de um espelho d’água, sorri o sol em forma de mulher.
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⁠Luz que Reflete Na beira mansa de um espelho d’água, sorri o sol em forma de mulher. Vestida de branco, alma que deságua em paz serena, no que a vida quer. O céu bordado em nuvens de algodão repousa inteiro dentro do seu olhar. E a natureza, em doce contemplação, silencia o tempo só pra escutar. Seu riso acende o fim de tarde calmo, e o vento dança ao redor da emoção. É como se a vida parasse o salmo pra reverenciar o pulsar do coração. Ali, entre o rio, a luz e o horizonte, floresce a essência de quem sabe ser: não só presença, mas um monte de fé, de graça, de renascer.

⁠“Sentinela do Mar” No aço da farda e no olhar de aço, carrega o peso de um velho compasso.
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⁠“Sentinela do Mar” No aço da farda e no olhar de aço, carrega o peso de um velho compasso. Homem do tempo, da guerra e da fé, de alma erguida, firme como é. Ao fundo, o navio — gigante a vagar, no peito, o silêncio de quem vai lutar. Não por glória, medalha ou canção, mas por amor, por missão, por nação. Fuzil em punho, destino em silêncio, vigia as ondas, o vento e o tempo. Na mente, memórias — no peito, calor, de um lar distante que o espera com amor. Não há medo onde habita coragem, nem recuo em sua passagem. Ele é ponte entre o caos e a paz, soldado do mar, que nunca se desfaz.

⁠Xeque-Mate No tabuleiro frio da vida, cada passo é planejado,
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⁠Xeque-Mate No tabuleiro frio da vida, cada passo é planejado, o silêncio é minha armadura, meu esforço, meu legado. Enquanto zombam dos meus planos, em gargalhadas vazias, eu sigo firme, sem alarde, plantando noites e dias. Não preciso de trombetas, nem de olhos a me ver, pois quem brilha antes da hora, costuma escurecer. E então, no momento certo, sem temor, sem falsidade, a peça branca avança o campo… E grita: XEQUE-MATE! O rei negro cai em ruína, num estalo de explosão, é o fim de quem subestima o poder da preparação. Trabalhei calado e firme, sem vanglória, sem alarde. Vitória não se anuncia — se conquista com vontade.

Cinturão de Coragem Em meio ao quarto calmo e sereno, Ergue-se um homem firme, pleno.
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Cinturão de Coragem Em meio ao quarto calmo e sereno, Ergue-se um homem firme, pleno. Camisa leve, olhar concentrado, Traz no silêncio um grito guardado. O corpo fala com poucas palavras, A luta é interna — mas nunca calada. No cinto, não só o peso ou a dor, Mas a história de alguém que venceu o temor. Short estampado, alma colorida, Mesmo nas sombras, carrega a vida. Cada detalhe diz mais do que mil, A força que nasce do gesto sutil. Não é armadura, nem ostentação, É recomeço, é superação. Postura ereta, coração em paz — O guerreiro da vida vai sempre mais.⁠

⁠“Herói Silencioso” Em memória ao SD PM Eduardo Marques de Oliveira 30/06/2025: Na farda vestia coragem,
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⁠“Herói Silencioso” Em memória ao SD PM Eduardo Marques de Oliveira 30/06/2025: Na farda vestia coragem, No peito, a chama da missão, Caminhava entre sombras e luzes Com firmeza e coração. Era novo no batalhão, Mas deixou marcas profundas, De alma justa e leal, Fez das ruas suas segundas. No rosto, um sorriso sereno, Nos gestos, força e calor, Era homem de honra e dever, Era soldado, era amor. Hoje o silêncio nos abraça, A saudade se faz canção, Mas tua imagem permanece Gravada em cada irmão. Descansa, guerreiro da vida, Tua jornada não foi em vão. No céu, agora vigias Com Deus e tua vocação.

⁠“Entre Cachos e Sorrisos” Num vestido claro, brilha a essência, Olhar sereno, alma em presença.
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⁠“Entre Cachos e Sorrisos” Num vestido claro, brilha a essência, Olhar sereno, alma em presença. Nos cachos longos, dança a poesia, Feitos de sonhos, luz e harmonia. O sorriso acende a noite calma, Como quem fala com a alma. É farol em tempo nublado, É flor que resiste ao passado. Seu semblante guarda doçura, E na postura, a fé mais pura. Mulher de força e de ternura, Espalha encanto, cura e altura. Na moldura simples do lar, Brota um céu particular. Pois onde ela passa, floresce Tudo aquilo que a vida enobrece.

⁠Sombra do Guardião Na calada da noite, sem rosto ou sinal, Surge a figura em silêncio total.
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⁠Sombra do Guardião Na calada da noite, sem rosto ou sinal, Surge a figura em silêncio total. No asfalto frio, seu vulto se impõe, Com o peso do mundo que a sombra compõe. Não há cor, nem rosto, nem voz — só missão, O fardo invisível do guardião. Arma no ombro, olhar que não cessa, Vigília na sombra, na paz e na pressa. Entre luz e trevas, caminha sozinho, Traçando no chão seu próprio caminho. Não busca aplausos, não pede perdão, Apenas defende — dever, coração. E quando amanhece, some sem alarde, A sombra se apaga, mas nunca se tarde. Pois onde há silêncio, temor e tensão, Há sempre, invisível, um guardião.

⁠“Olhar de Concreto” Na sombra do concreto e da luz que incide, Um homem se ergue, firme, e não divide.
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⁠“Olhar de Concreto” Na sombra do concreto e da luz que incide, Um homem se ergue, firme, e não divide. Carrega no peito o silêncio dos fortes, Dos que enfrentaram mil ventos e mortes. Olhar direto, sem curva ou desvio, Reflete caminhos trilhados com brio. A cicatriz que não se vê na pele, É a alma marcada por tudo que fere. O boné escurece a luz do passado, Mas não apaga o que foi conquistado. Há dor na história, mas há também fé, De quem caminha com o mundo aos pés. Não é pose, nem é vaidade, É postura nascida da adversidade. Homem de aço, com coração ardente, Que encara o mundo… e segue em frente.

⁠Entre o Concreto e o Silêncio No muro, o grito da tinta — um protesto congelado no tempo.
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⁠Entre o Concreto e o Silêncio No muro, o grito da tinta — um protesto congelado no tempo. No peito, a couraça da guerra, no olhar, um mundo sem alento. Ele não fala. Mas carrega nos ombros o peso de mil batalhas caladas, de promessas feitas à sombra, de vidas jamais devolvidas. Em meio ao caos grafitado, é estátua viva, sentinela, homem e máquina fundidos em nome de uma paz ausente. Não há glória em seus olhos, apenas dever e memória. Cada passo no concreto rachado é um pacto com a história. Mas quem ousa julgar o guerreiro, se não caminhou por seu chão? Ele é o silêncio armado do mundo, um poema de pólvora e solidão.

⁠“No Horizonte da Liberdade” Do ronco da máquina nasce o grito, Na beira do mundo, sob o céu bendito.
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⁠“No Horizonte da Liberdade” Do ronco da máquina nasce o grito, Na beira do mundo, sob o céu bendito. Dois corpos cobertos de coragem e estrada, Num gesto de guerra, em alma encantada. O sol se despe sobre o mar calado, Enquanto o vento sussurra o passado. Ela, de pé, desafia o destino, Ele, em respeito, saúda o caminho. Não é só motor, não é só paixão, É vida que pulsa no peito, na mão. É laço de asfalto, de riso e ousadia, É alma em duas rodas, em pura harmonia. Dois guerreiros no tempo suspenso, No silêncio que grita o amor imenso. Sobre a moto, promessas veladas, Na beira do mundo — almas entrelaçadas.

⁠Farda e Honra No tecido negro repousa um nome, Zanute, gravado com fé e coragem.
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⁠Farda e Honra No tecido negro repousa um nome, Zanute, gravado com fé e coragem. Cada fio costura uma história, De luta, de sonho, de passagem. A+ não é só um tipo de sangue, É símbolo de entrega e missão. É vida que pulsa na ordem e na lei, É servir com o coração. No silêncio da sala vazia, A farda espera por ação. Mas já carrega em seu peito O peso da dedicação. Ser farda é mais que vestir, É assumir um propósito maior. É proteger sem hesitar, Mesmo quando o mundo for pior. Zanute, este é o seu chamado: Ser escudo, ser voz, ser farol. Mesmo na sombra da madrugada, Você é quem busca o sol.

⁠Amor não é conto de fadas Amor não é se perder na ilusão da pessoa perfeita, nem viver à espera de príncipes ou princesas.
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⁠Amor não é conto de fadas Amor não é se perder na ilusão da pessoa perfeita, nem viver à espera de príncipes ou princesas. Não se ama um ideal — ama-se o real. É olhar o outro com verdade nos olhos, reconhecendo virtudes, mas também aceitando falhas. Amar é enxergar o ser inteiro, com luzes e sombras, e, mesmo assim, escolher ficar. Porque o amor verdadeiro floresce quando encontramos alguém que desperta em nós o melhor que podemos ser.