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Frases de Aleph K. Wagner

113 frases

Se você for flexível demais, receberá uma chicotada bem flexível do escravo que não merece a liberdade.
Se a mente divide a realidade em duas, conferindo a uma delas a própria essência total da existência, não há qualquer alternativa que possa resolver os conflitos humanos, pois os homens conferem verdade às suas expectativas imaginárias mais que a própria verdade irreversível de n…
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Se a mente divide a realidade em duas, conferindo a uma delas a própria essência total da existência, não há qualquer alternativa que possa resolver os conflitos humanos, pois os homens conferem verdade às suas expectativas imaginárias mais que a própria verdade irreversível de nossa vaidade. Quando constatamos que essa dualidade é permanente e inerente ao homem dividido é que nos tornamos metaforicamente Deus, pois somente um Deus poderia abranger todas as realidades como sendo diferentes aspectos de sua unidade. Agora entendem que deuses, anjos, emanações, fragmentos e a ilusão dos sentidos e percepções são a mesma coisa?

A implacabilidade da natureza se manifesta na forma violenta como são liberadas as tensões surgidas do medo competitivo, que revela a dor da contenção do curso natural humano. A verdadeira lei para organizar o caótico não é excluir o pior, mas melhorá-lo, esta é a verdadeira sele…
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A implacabilidade da natureza se manifesta na forma violenta como são liberadas as tensões surgidas do medo competitivo, que revela a dor da contenção do curso natural humano. A verdadeira lei para organizar o caótico não é excluir o pior, mas melhorá-lo, esta é a verdadeira seleção e evolução. E melhorá-lo naquilo que é útil ao todo e deixar que viva sua própria degeneração fantasiosa que é útil a si mesmo, como todos a vivem. Esse desejo de fiscalização do interior da mente prova que o poder dos legisladores não visa melhorar o homem, mas competir com ele na obtenção do objeto dos mesmos desejos.

Se quiser criar o mau no mundo basta outorgar-se Deus e proibir a humanidade dos homens. A repressão da natureza se torna fúria. A fera selvagem encontrará meios de expressar-se, e pelo medo se tornará violento, mas sobretudo inteligente e esperto. Astuto. Disto virá a mentira e…
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Se quiser criar o mau no mundo basta outorgar-se Deus e proibir a humanidade dos homens. A repressão da natureza se torna fúria. A fera selvagem encontrará meios de expressar-se, e pelo medo se tornará violento, mas sobretudo inteligente e esperto. Astuto. Disto virá a mentira e o e engano. Disto, as leis e das leis o poder faminto.

A moral é a cartilha sobre andar na linha dada ao dominado. Os dominadores não são obrigados a atender às expectativas boas ou más de sua massa de escravos. Quando o dominador pratica a imoralidade privadamente isso não desregula a ordem, já os dominados, se puderem ser vigiados…
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A moral é a cartilha sobre andar na linha dada ao dominado. Os dominadores não são obrigados a atender às expectativas boas ou más de sua massa de escravos. Quando o dominador pratica a imoralidade privadamente isso não desregula a ordem, já os dominados, se puderem ser vigiados até mesmo na privacidade assim o serão.

"A principal dinâmica que existe na luta pelo poder é justamente a existência do fraco. Ele é tão importante que produzir indivíduos submetidos e frágeis é o centro de toda culturalização humana. O forte sempre estimula o fraco a amar sua fragilidade e alimentá-la como uma espéci…
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"A principal dinâmica que existe na luta pelo poder é justamente a existência do fraco. Ele é tão importante que produzir indivíduos submetidos e frágeis é o centro de toda culturalização humana. O forte sempre estimula o fraco a amar sua fragilidade e alimentá-la como uma espécie de heroísmo e abnegação. Os mais fortes não controlam com base no bem e no mal, mas com base no controle em si mesmo. É tudo uma questão de graus de força e não de virtudes morais determinadas". Aleph K. Wagner (A Lei Natural do Domínio).

"Os poderosos pregam a moral da ordem e da obediência, que atende bem aos interesses de uma hierarquia, levando os dominados a sentirem a culpa do desacato. Os dominados pregam a moral da esmola, da chantagem emocional e da tentativa de fazer o poderosos sentirem culpa pelo poder…
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"Os poderosos pregam a moral da ordem e da obediência, que atende bem aos interesses de uma hierarquia, levando os dominados a sentirem a culpa do desacato. Os dominados pregam a moral da esmola, da chantagem emocional e da tentativa de fazer o poderosos sentirem culpa pelo poder. Seus medos se tornam os gritos revolucionários, as teorias de conspiração, os castigos eternos e seus vícios. Seu heroísmo e valentia não passam de tentativas de assalto; a exaltação do crime, da rebeldia e da fraqueza como virtude. Uma forma de dizer ao dominador: 'posso me sacrificar por algo, pois nada tenho'".

Os monoteístas afirmam que criação e Deus são duas coisas distintas. Isso levou a teologia da separação. É óbvio e lógico que tudo que emana de Deus é parte Dele e tudo que vem Dele é Ele mesmo enquanto parte de si. O monoteísmo coloca Deus como um sujeito dentro do espaço tempo,…
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Os monoteístas afirmam que criação e Deus são duas coisas distintas. Isso levou a teologia da separação. É óbvio e lógico que tudo que emana de Deus é parte Dele e tudo que vem Dele é Ele mesmo enquanto parte de si. O monoteísmo coloca Deus como um sujeito dentro do espaço tempo, como um outro ser dentro da realidade. Prefiro a visão panteísta, que coloca Deus como o Todo, cujas partes são parte Dele, as quais nomeamos bem e mal por conveniência de nosso anseio por ordem, que não passa de criações subjetivas da mente, conferindo mais valor ao ouro que a um galho de árvore. A tal ordem humana é uma mera representação de valores dualistas e desintegrados da mente. O Deus do monoteísmo é mental, onírico e sentimental, baseado na percepção fragmentada dos homens. Vemos apenas partes, mas é o Todo que integra todas as coisas e o Deus do monoteísmo se lhe escapa as partes, que precisa juntar e eliminar, dependendo das ações humanas, todo o lixo caótico de sua tal criação. Se Deus não é autogerado. Se ele não es encontra abrangendo sua criação, é apenas produto do meio e não fonte, pois a Fonte emana as correntes de água, sendo o rio um todo. Os monoteístas criaram um Deus à sua própria imagem, que usam para reprovar ou aceitar aquilo que lhes fere ou lhes orgulha e esse tipo de Deus personificado vive a guerrear com tudo que ele mesmo criou.

O que chamam de família tradicional é meramente a perpetuação de nossos jogos de poder. Criamos nossos filhos para exercitar o poder, apenas. Eles não são para o mundo, são para nossa estimação. Levarão os estigmas de nossa estupidez e não o valor de nossos conhecimentos. Essa ed…
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O que chamam de família tradicional é meramente a perpetuação de nossos jogos de poder. Criamos nossos filhos para exercitar o poder, apenas. Eles não são para o mundo, são para nossa estimação. Levarão os estigmas de nossa estupidez e não o valor de nossos conhecimentos. Essa educação é apenas ocultação do mundo sob o medo de perdermos esses pequenos objetos de nossas vaidades.

O mundo dual exige ações diretas. Não há outras ações a tomar que não tenham de ser baseadas em antagonismos. A neutralidade, a plenitude e a unidade, só são possíveis interiormente. No plano exterior, a virtude do pacifismo, da indiferença e da imobilidade é sinônimo de morte, c…
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O mundo dual exige ações diretas. Não há outras ações a tomar que não tenham de ser baseadas em antagonismos. A neutralidade, a plenitude e a unidade, só são possíveis interiormente. No plano exterior, a virtude do pacifismo, da indiferença e da imobilidade é sinônimo de morte, covardia e falta de criação e fertilidade. É o conflito que gera a agressividade, o desejo, a luta e a ação. Seja imóvel por dentro e ágil por fora esta é a única e possível integração e unidade.

O amor de que falo não é aquele baseado na fragilidade nem na ilusão sobre a realidade, mas sobre aquele que vem, de onde o mundo não deseja que venha: do impulso, da posse, da paixão, do desejo. Ele é implacável tal qual a lei natural. Criará e destruirá e nada pode mudar isso.…
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O amor de que falo não é aquele baseado na fragilidade nem na ilusão sobre a realidade, mas sobre aquele que vem, de onde o mundo não deseja que venha: do impulso, da posse, da paixão, do desejo. Ele é implacável tal qual a lei natural. Criará e destruirá e nada pode mudar isso. Por isso os homens substituíram este amor pelo conto de fadas maquiadores de instintos.