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Frases de Aleff Lavoisier

74 frases

As memórias do passado sempre vão estar conosco, só não podemos deixar
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As memórias do passado sempre vão estar conosco, só não podemos deixar nossos momentos felizes retritos a elas. Hoje são memórias mas um dia já foi presente então não é impossível ser feliz agora. Depois de uma queda é dificil levantar mas não é impossivel. Tenha em sua mente e em seu coração o desejo de amar, de ultrapassar fronteiras, largar pequenas coisas que não deveriam significar tanto. Tem tanta gente que te ama. Preste atenção em quem está com você e esqueça quem se foi. Muitos vem e se vão e se vieram, foi pra trazer alguma lição pra nós. Outros vem e permanecem e fazem os nossos dias melhores, nos ajuda a levantar das cinzas, se preciso pisa nos espinhos conosco. A amizade é um amor que não morre, nunca se esqueça disso.

O inverno da minha alma chegou. O frio dos lábios fraudulentos Já não se faz incomodo.
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O inverno da minha alma chegou. O frio dos lábios fraudulentos Já não se faz incomodo. Fecho os olhos À suas palavras E abraço a escuridão Do fundo da caixa. A noite me envolveu De modo a transmitir A fumaça do abismo Que cavaram em Meu coração despedaçado. Por isso o frio É meu aliado Na proteção Da minha existência. Para que jamais Me queime no Fogo da enganação.

I Love Your Broken Heart Amo a forma que ela Escorre em tua face macia,
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I Love Your Broken Heart Amo a forma que ela Escorre em tua face macia, Como costuma pesar Antes de deslizar Por entre os dedos. Cativa-me comtemplar A presença da tua Alma em lamúria Através do sussuro Dos lábios que Se atormentam Com o desgosto De ser esquivado. Adoro sentir como Teu corpo inteiro Treme diante Do circulo em que Te jogaram ao relento. Não é tua dor que Me emotiva, Mas tua sinceridade Estampada nas lágrimas, Retraço das pequenas porções Daquele amor que Sobreviveu ao naufragio Da embarcação. E hoje continuas Derramando Amores liquidos Dos seus lindos olhos. É bonito ver que O amor permaneceu Em sua alma E ela só quer Se esgotar da tristeza Que te deixaram E se recusa a beber. Por isso chora, Tua alma agradece. E eu vou continuar Amando teu coração partido. Que, semelhante a lenda grega, Permamece como o Passaro em chamas: Quando mais queimam E o arruíram, Das cinzas surge mais belo. Não é questão de dor querido, É como tem força Num coração partido. E bate, Mais, E mais uma vez.

Flash na memória Teletransporta a mente À cidades distantes
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Flash na memória Teletransporta a mente À cidades distantes Onde a esperança fez morada. Nos escombros desérticos do museu das recordações, Num estado relativo Encontra-se algemada Perene entre os galhos secos. O menino olho de vidro, Mirou ao sol com o olhar E ascendeu para o meio das nuvens A chama viva das lembranças No reflexo do espelho no meio da face. Na roleta do tempo Arremessou os dados. Do resultado dos números do jogo, Obteve a crava do universo sobre si. Fez com isso brotar da constelação Uma nova estrela, Esta vermelha como sangue, E a viu cair sobre a terra. Movido pela curiosidade, Correu para avistar Do que se tratava. Viu que era um anjo vermelho E que esse carregava arco e flecha. E este se dizia defensor Das historias de batalha De cada ser vivente E daqueles que aqui passaram. E ainda revelou ter Outros como ele Em suas respectivas missões. E naquele dia, O menino olho de vidro Pode visitar, além de suas memórias, A cidade oposta por detrás do arco-iris. Para abrir os portões majestosos, O anjo vermelho usou Seu arco mágico. E com isso, abriu o arco-iris ao meio Permitindo que passassem. E lá foi levado com o único proposito De ser ensinado sobre Como o passado É algo constante. "O passado era o agora de ontem, O hoje é o passado de amanhã E logo passado, presente e futuro são um só... Um todo de uma vida Interligada nos acontecimentos, Conexões e solidões que Acrecentam aos homens Bem mais do que enxergam. A vitalidade dos tempo Cronometrada em seus relógios, Jamais encarcera aquele Que corre livre na existência. O tempo fez-se incontrolavel. Quanto o homem diz não ter tempo, O tempo é tudo que tem, Mas sempre tá correndo demais Pra perceber que tá contando. Matematicamente, Vivem sua metafora atemporal Nos segundos do ponteiro. Deixa o tempo, O temporal dos anos não é nada preocupante. Preocupa-te em não contar os números a seguir E conta-me tuas memórias. Sob o mesmo flash, Desejo descobrir As histórias que Compõem a biografia Das tuas pisadas. E com isso aprender mais sobre as lições Que o tempo nos ensinou.

Fiz-me de cego Até que o inevitavel aconteceu: Vi de perto.
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Fiz-me de cego Até que o inevitavel aconteceu: Vi de perto. Vi que a ilusão Era a mais pura realidade, Que meu ser Viciava na dor. Vi a verdade dolorosamente Cortando onde Eu já havia desenhado: "Bem aqui, pode cortar". Vi o que eu já sabia E não queria saber. Que fosse mentira, Mas a mentira foi Eu me enganar Um tempo a mais. Fiz-me de cego, Mesmo agora enxergando E ciente de tudo, Permaneço de olhos fechados pensando em você. Foi um amor Tão intenso Que ainda estou Degustando de Olhos fechados.

Rezando Às Estrelas Estrelas cadentes que iluminam ao céu E nos encantam a cada noite,
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Rezando Às Estrelas Estrelas cadentes que iluminam ao céu E nos encantam a cada noite, Acendei a esperança na vida da gente, Assim nos olhos como no peito. Seja feita uma boa mudança, Tanto por dentro como ao redor. O sorriso nos lábios surjam hoje, Tanto na minha casa como ao redor de nós. A paz na alma nos dai hoje E que nossas dividas sejam apenas Mais amor a oferecer. E não nos conduza para longe do perdão. Ensina-nos a ser magnificos sem invejar quem brilha do lado, Assim como o brilho, a beleza e o infinito é teu, para sempre. E as estrelas dizem: amem. (uns aos outros)

No espelho, Olhando pra mim no reflexo pude te ver.
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No espelho, Olhando pra mim no reflexo pude te ver. Tu, No brilho dos meus olhos Busca somente você. E diante do murmurio Da contemplação, Silenciei-me. Não valia mais a pena. Nos contornos dos meus olhos Ainda podiam te ver. Mas e eu? Como poderiam Se por dentro adormeci? Sufocado nas palavras, Desmaiei de amor E você não estava lá. Na maldição do poço, Derramei meus baldes de lágrimas. Rios correm Dentro de mim. Então fluí Em outra direção. Nessas águas, Ainda não me afogarei. Se for preciso, Vou de barco, O esquecimento É logo ali em frente. Vou trocar a alma de roupa. Como não sirvo a ti, Tomarei meu afeto de volta E vestir-me-ei. E as dores que acamparam, Preparam bagagem Para a partida. Amar não é assim tão fácil, porém não amar Não é coisa De quem tem coração. Ao invés de permanecer Na exaustante Busca em ti, Brotarei a cada dia. No meu silêncio, Na quietude, Só, Porém amor. Semente de cada dia

As feridas são preludio de uma árdua batalha, Presságio de que ensaiaram nossa devastação e apenas conseguiram deixar marcas.
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As feridas são preludio de uma árdua batalha, Presságio de que ensaiaram nossa devastação e apenas conseguiram deixar marcas. As táticas são vigorosas, porém, não o bastante pra te destruir. Como a fênix que é queimada e das cinzas ressurge em deslumbre, assim é você. Diante das emboscadas e daqueles que te depreciam, permanece com vida, independente do que façam. Se cair sete vezes, erga-se todas até o fim dos tempos. Edifique sua fortaleza com as pedras que te disparam, pois cada pedregulho, será uma peça do seu império de glória. Você é o vencedor em ascensão, e no momento oportuno, saberão o valor de um homem corajoso.

A Sinfonia dos Corações Partidos Por: Aleff Lavoisier A sinfonia melancólica
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A Sinfonia dos Corações Partidos Por: Aleff Lavoisier A sinfonia melancólica da caixinha de música, consegue exprimir as sangrias sensações que a mim motivam. A melodia dramática e profunda, traz à memória fatos passados que na verdade não passaram, apenas estavam adormecidos, guardados num mundo de segredos à espera de quem abrisse a caixa. E novamente a música da dor toca o coração cicatrizado, e ferozmente ecoa no infinito sem rumo. Ao decorrer do tempo, sua melodia desvanece do peito, porém, permanece à espera de quem a recomece.

Nunca foi beijada. Não pela ausência de oportunidades.
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Nunca foi beijada. Não pela ausência de oportunidades. Ela não se conecta tão facilmente. Nunca se deixou ser beijada. Seus lábios deseja apenas os lábios do amor mutuo. Deseja o toque do divino com o qual seus olhos viriam a ser agraciados, na glória de um rosto a transcender por um olhar. Por mil motivos, ela escolheu não ser beijada. Porque o primeiro e todos após ele, haveriam de pertencer àquele que lhe arrebatou o coração.

Meu nome é... Por: Aleff Lavoisier Eu sou os atos erroneos,
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Meu nome é... Por: Aleff Lavoisier Eu sou os atos erroneos, a culpa dos inocentes. A farpa cravada no peito, a magoa escancarada na face. Eu sou o tempo perdido, a tristeza que ocupa teu ser, a viagem sem volta, os laços quebrados. Eu sou a inimizade cultivada e a semente do ódio no meio dos homens. Sou a devastação da vida o esquecimento dos sofridos, a queda dos sonhos profundos. Eu sou o fim do mundo, a crise ambiental e financeira O sorriso apagado e a noticia ruim no jornal pela manhã. Sou a discriminação, o chicote nas costas a ferida brava, A guerra iniciada pela paz. Eu sou a paz que não chega a divisão da terra em blocos como se não fosse a mesma casa. Eu sou a desavença religiosa, o homem matando em nome de Deus. Sou a semente da dor plantada e regada por todo homem. Dizem por aí que meu nome é Lucifer mas costumo me apelidar de Você, homem... que não adere a culpa dos atos infames, da dor que sente e causa, da infelicidade que dá a quem te ama, que é rispido e intolerante, que não estende a mão e não preserva a vida, e por fim não sabe o significado das consequências sobre o mundo em que pisa. Então lembre-se meu nome é Lucifer mas meu apelido é Você.

Deus está no sorriso do estranho, na criança que me olha tímida e com ternura, na amizade que nasce e permanece, nos sonhos que fiz pra mim.
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Deus está no sorriso do estranho, na criança que me olha tímida e com ternura, na amizade que nasce e permanece, nos sonhos que fiz pra mim. Hoje, eu sinto Deus até na respiração, no caminho por onde ando. Por que não importa se um dia a fé saiu de um coração, foi fruto de incompreensão. Mas na busca constante da evolução, damos passos necessários, e nem mesmo os enganos foram em vão, porque eles apontaram o caminho dos reparos e nos aproximaram de quem nunca deveríamos ter nos afastado.

O poeta escreve, Mas por vezes mente, Encena, ilude.
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O poeta escreve, Mas por vezes mente, Encena, ilude. Na real, um ser mutavel, mais triste que alegre, De onde tira profundidade. Oceano ao invés de rio, Toca o céu enquanto pisa o inferno, Cidadão de lugar nenhum. A constante dúvida Do real e da sanidade, Especialmente da própria. Virose das palavras, O veneno que esvazia, Injetado nas veias Na perdição. Adorador das decepções, Histórias com finais duvidosos, Das ambiguidades, Das calúnias costuradas no tempo E rasgadas com tesouras da justiça. Duvida de tudo que existe, Inclusive do que disse a segundos atrás, a ideia jamais permaneça intacta. Duvida inclusive, De sua capacidade de escrita, São tão somente, delírios constantes. Ninguém sabe, Mas sorriso anda com choros Amarrados nas costas, Disfarçando as evidências Do coração contrito. Dias de sol Com tempestades Engarrafadas em seus olhos. Se cura ao fio da navalha, Na contramão do sinal. O alien mas não alienado. Sua estranheza, É seu encanto Que não sabe como obtêm, Só sabe que escreve

O principe na floresta dourada Caiu no baú do seu quarto e adormeceu. Desperta num mundo paralelo
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O principe na floresta dourada Caiu no baú do seu quarto e adormeceu. Desperta num mundo paralelo Onde a realidade se distingue Daquela que está habituado. 3 pontes de simbolismo, Levam os visitantes Do portal mágico a floresta adormecida. A primeira desenhada nos moldes franceses do século xx, com desenhos cinzentos e em pedras brilhantes. O principe não quis atravessar por ela, E foi para a seguinte. A segunda era rodeada de flores e possuía animais pelo caminho, que assustaram ao pobre principezinho. Ao chegar a terceira, Se sente encantado Pelo segredo que esta aparenta: Possui uma imensa porta no meio do caminho, Coisa que jamais viu numa ponte. Ao chegar proximo da porta, vê que não existe fechadura e decide bater. E eis que surge pairando no ar, Uma figura luminosa Semelhante a um anjo duende, Com asas negras, cabelos cacheados, orelhas pontudas e olhos claros que lhe diz: -O caminho de volta se fechou para você, e para seguir, terás de me responder uma pergunta. -Qual? Qual a força mais poderosa, Capaz de mover da mais pequena criança ao maior dos adultos? -E se eu não responder, o que acontence? -Ficarás preso pra sempre no meio desta ponte. Te dou apenas uma chance para descobrir e apenas 7 minutos. O pequenino senta pensativo, Procurando desvendar tal coisa. Ao findar do seu tempo, soa um tambor anunciando o seu momento. E a resposta lhe é cobrada: -E então garotinho, qual o segredo do tal mistério? (ele sorri) -Chega a ser divertido Ter que imaginar uma resposta, E ela ser justamente a imaginação, essa capaz de criar coisas impossiveis aos olhos dos incredulos. -Jovem sábio, como te chamas? -Me chamo Joe, sr. -Pois bem Joe. Diante da sua demonstração de sabedoria, te entrego a chave para a ponte, que te dá o direito de retorno quando desejar. Bem-vindo a floresta dourada. Ao abrir da porta, Apaixona-se pela visão privilegiada Que tem de um mundo novo, Onde os troncos são feitos de ouro e as folhas de esmeralda. E então vê uma garota saltitante e sorridente Correndo por entre as arvores. -Espera menina, espera! Ao conhecê-la de perto, Nota que ela se parece muito com uma boneca de pano E seus cabelos são feitos de água. Akira é seu nome e é a guardiã da alegria e fontes cristalinas. Juntos, eles fazem festa por todo percurso na água e marcam o próximo encontro. E sempre que Joe chega da escola, Tranca-se em seu quarto e viaja em seu baú mágico. Porque a mágica está na sua imaginação.

"Sob o clarão veemente da lua, eu sigo por essa rua deserta. Há um bosque solitário em meu caminho,
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"Sob o clarão veemente da lua, eu sigo por essa rua deserta. Há um bosque solitário em meu caminho, no qual habita um anjo de asas douradas, cujo poder é arrebatar corações. O brilho de suas asas, era maior que de pedras preciosas, a lua e as estrelas.. E naquele momento, eu era mais uma vitima do seu encanto. Então, o anjo se aproxima, e sussura em meu ouvido: A magia do amor com a qual te envolvi, acaba de se tornar parte de mim. Antes que raptasse teu coração o meu já era seu." (Inspirado na música infantil "Se essa rua fosse minha")

É Tantos Joãos vendo suas Marias dando adeus, Histórias que terminam antes de.começar.
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É Tantos Joãos vendo suas Marias dando adeus, Histórias que terminam antes de.começar. Tantas Joanas discutindo com as Claudias porque ela ainda não tá pronta pra se assumir. Tantos Ricardos fortões trocando o amor de seus Rodolfos, porque sua aparência atrai milhões e ele opta por tantos. Tanta Hosana que nasceu Pedro apanhando nas ruas por ser quem sua alma é. Tantos Robertos recebendo olhares estranhos por declarar que gosta de amar o Ryan e a Bruna. Tanto Estevão sem coragem de revelar sua multiplicidade, porque não compreenderiam. Tantos Silas esbanjando ódio e escubando desejos por detrás disso. Tantos Marcos se apoiando na religiosidade pra curar o amor que sente pelo Vitor. Tantas Victorias negando a si mesmo a aceitação do corpo, porque uma revista americana ensina o tipo certo. Tantos Kevins desejando o automovel do ano porque o globo ensina a girar em torno disso. Tantos Rubens desejando a tanto tempo um amor sincero, e encontrando desperdicios. Tantas Annelises sendo maltratada só porque se move sentada. E no fim, tanta estupidez humana Incapaz de ver a singularidade que cada um carrega, Mundos tão particulares e interessantes, Justamente por serem terras distintas Que são atraentes. Histórias que mudam, Com pesos carregados que ninguém deveria julgar, mas faz. Isso apenas porque o homem Carcereiro de sua propria armatilha, Tenta aprisionar as almas corajosas Que vivenciam sua realidade no impulso da vontade de viver E aproveitar tudo que tem direito. Por isso sendo Aleff, Alana, Shirley ou Cleyton, sua realidade, sua vida, Só você é seu juiz E não se condene a opinião vazia do outro, Que é tão oco quanto a mesma.

Mandamentos, Nas tabuas do meu coração 01- Amar sobre todas coisas,
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Mandamentos, Nas tabuas do meu coração 01- Amar sobre todas coisas, Apesar das falhas, limitações e diferenças. Amar por amor, mesmo esperando retribuição, não cobrar se for inexistente. 02- Não por o dinheiro no mais alto status da vida, pra não perder os momentos Correndo atrás dele. 03- Não desrespeitar a minha vida, mendigando afeto de quem tá de coração em off. 04- Aceitar a vida que me abraça De modo a perceber que ninguém sobra. Temos proposito, embora não o conhecemos ainda. 05- Dizer a verdade que me habita, Embora a mesma resulte em danos nas mais diversas dimensões. Ou simplesmente, calar pra não mentir. 06- Não aceitar de bom grado Qualquer verdade pensada por outra cabeça. Minha vida, minhas idéias. 07- Ser honesto comigo mesmo, Dando-me o direito de chorar quando tiver lágrimas, E sorrir quando a alma solicita. 08- Reconhecer os tempos dificeis E lembrar que a todos Sobrevivi até aqui. 09- Nasci e partirei sozinho. Isso é um sinal de que não há problema algum na solidão, sempre temos a nós quando se vão. A idéia antes da companhia alheia, é a de se acompanhar também. 10- Se eu não fizer o que amo, De nada me valerá viver. Por isso, o amor me leva onde bem desejar. Meu coração é quem me guia.

Eu que sou menino e ando só, te dedico essas breves palavras. Minha solidão junto a tua
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Eu que sou menino e ando só, te dedico essas breves palavras. Minha solidão junto a tua Se torna companhia E uma amizade também É ser irmão de uma alma. Então se apressa em me ver Te quero ver sorrir pra mim. E lembra da promessa Que te fiz aceitar: sorri amanhã E logo ao deitar Se lembra que vai ser Amanhã novamente Assim que amanhecer.

Ele saiu sem compromissos Livre de correntes nas quais Jurava que o prendiam.
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Ele saiu sem compromissos Livre de correntes nas quais Jurava que o prendiam. Mas ao descobrir que Trazia a chave no bolso, Saiu pra não voltar. Viu o sol brilhar sobre seu rosto E um mundo a se explorar. Sentiu na alma a leveza Na condição de liberdade Que finalmente se permitiu. Parou de ligar pro "não" Pra ser feliz enquando espera O dia do "sim". Lavou as mãos pras situações Que não estão sob seu controle E se descontrolou. -Enlouqueceu? Que houve com ele? (Perguntaram) -Não, foi arquitetar sua vida e se divertir com as peças. Hoje procura respirar Ao invés de lamentar. Porque o preço de Outros lamentos já o impediu Além da conta e, Optou por aproveitar Sem compromisso de "para sempre" Porque o hoje exige urgência E ele só tem pressa pra ser Do que se tornar lá na frente. Que seja duradouro se for para ser E o vento leve como as folhas secas O que veio a passeio. Não traz bagagens Porque tudo que precisa Traz consigo em seu peito Nas batidas do seu coração. E no soar dos tambores do lado de dentro Inicia a nova sinfonia de sua vida. E sob o novo som Pisoteia e dança sobre as dores Que calejaram o peito E as setencia a morte súbita Dando o direito a entrega de corpo e alma... Não a outro Mas a si próprio O verdadeiro "grande amor da SUA VIDA" quem nunca vai dizer um adeus. E do lado de fora Já vê cores num mundo Onde só via nuvens escuras de julgamento. Se deu o direito de não permitir Que os seres vazios jogassem tintas escuras em seu mundo. Ele mesmo é o pintor E pintará seu novo céu particular.

Por vezes procuramos Deus em lugares lotados, mas em momentos, o sentimos mais quando nos isolamos. Por vezes procuramos Deus nas palavras,
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Por vezes procuramos Deus em lugares lotados, mas em momentos, o sentimos mais quando nos isolamos. Por vezes procuramos Deus nas palavras, e em dias o encontramos no silêncio mais profundo. Por vezes queremos Deus quando o procuramos, mas esquecemos que ele nunca saiu de perto de nós. Por vezes queremos as respostas de Deus, quando nós deveríamos ter nossas próprias. Por vezes culpamos Deus, quando as falhas estão em nossas mãos. Por vezes andamos perdidos e esquecemos que Deus ensinou o caminho. Por vezes não sabemos o que Deus quer de nós, quando Ele diz que é só amor. E por vezes, é preciso esquecer as procuras para usufruir do que já temos: o dom da vida