CATIATCHA Maria quis dar-me um amor eterno, sem limites Quis pôr-se a serviço do Senhor Eu
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CATIATCHA Maria quis dar-me um amor eterno, sem limites Quis pôr-se a serviço do Senhor Eu Renunciou a todos os sonhos Para ter os meus Os meus sonhos seriam os seus Maria quis dar-me o seu leito de bálsamo O seu colo abrasante A sua simpatia eterna A sua compreensão imensa A sua alegria perene Quis santificar meus defeitos Mas não quis Não quis. Acreditem! Não quis ! Quis a Madalena Ordinária Que me pisou com sapatilhas de prego Imergiu minha cabeça em baldes de gelo Jogou-me de ponta na sarjeta Chafurdando Nem Maria. Nem Madalena Hoje lamento não ter querido Maria Maldigo ter desejado Madalena. Fiquei com a catia Perambulando em meus infortúnios Cambaleando Vou sorvendo até a última gota O entorpecente líquido de catia Bendita seja Maldita catia Garçom, mais catiatcha!