Por mais penetrante que seja o calor do sol, estou congelando.
Frases de Alan Rodrigo
125 frases
Estou embaixo do céu contando cada estrela que meu campo de visão observa, Meu peito sente a lua mais que meus olhos a enxerga, Longe...longe...
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Estou embaixo do céu contando cada estrela que meu campo de visão observa, Meu peito sente a lua mais que meus olhos a enxerga, Longe...longe... Como o fim de uma estrada que some no horizonte, Igual o avião que desaparece dentre as nuvens, É como escutar o cantar dos anjos diretamente da sua alma E sonhar que o paraíso está do outro lado da montanha, Eu vou atravessar pelo caminho do arco-íris, Um passo atrás do outro, Eu vou alcançar.
As vezes as sementes desabam pois são apenas uma pequena parte de uma bela flor que desabrochou, mas mesmo sendo uma semente caída, ela se abraça com a terra e recomeça sua subida ao topo mais uma vez, porém, de uma forma mais bela.
As vezes não aceitar algo é refazer o começo, só que diferente.
Nunca vou deixar de seguir de você Não enquanto tiver pernas, Mas, Caso eu caia e não consiga levantar
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Nunca vou deixar de seguir de você Não enquanto tiver pernas, Mas, Caso eu caia e não consiga levantar Me empreste sua asas Irei agarrar suas penas E enquanto vivo me deixarei arrastar.
É, mesmo de dia vejo tudo escuro, meus olhos abertos mas com um fundo preto, minha força fraca, meu pensamento nulo. Não sei se tento imaginar, não sei se devo sonhar, meu medo me magoa, meu ser não acha coerente falar. Imagino folhas, que caem, e o céu?, nuvens tristes, sem be…
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É, mesmo de dia vejo tudo escuro, meus olhos abertos mas com um fundo preto, minha força fraca, meu pensamento nulo. Não sei se tento imaginar, não sei se devo sonhar, meu medo me magoa, meu ser não acha coerente falar. Imagino folhas, que caem, e o céu?, nuvens tristes, sem beleza, meus olhos não dá cor as cores, não ver emoções nos sons, não ver vida. Eu olho pra minha mãos e não vejo força, tremem de medo?, tremem de angustia... O quanto devo respirar não sei mais, as teclas da minha vida geram melodias, tristes, deprimentes, eu não quero ouvir e crio, mas porquê? Meus pés não sentem os passos, não escuto nem gritos de pessoas em volta, não entendo as palavras... Meus olhos não se fecham, mas não enxergo nada, meu coração exangue... Não vejo beleza, cada estrela diz algo, mas não consigo descrever, mas não desisto nunca, porquê? Não consigo caminhar, meus pés frágeis estão cansados, minha vida desesperada, vejo cacos de min pelo caminho, mas ninguém ajuda a apanhar, devo fazer isso só? Porque o vento me diz que não? Poque ele sopra entre meus ombros, fazem minha alma latejar, dizem pra esperar, mas eu sei que não, porque eu não desisto? Porque é tão difícil? Porque as lágrimas caem, eu não quero chorar, Porque? Porque? Porque Não desisto? Porque não posso? Acho que é... Mas é tão difícil, Porque não posso voar como os passarinhos ir pra longe ver o sol nascer na imensidão do céu? Quero ver tudo colorido outra vez.
Aos poucos, os pingos de chuva caem sobre meu rosto, meus olhos brilham ao ver a clareza do céu por trás das grandes árvores floridas que fazem suas folhas desabarem no chão molhado. Minhas mãos tremem e a cada passo percebo que junto com as gotas d'água caem lágrimas. Em volta…
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Aos poucos, os pingos de chuva caem sobre meu rosto, meus olhos brilham ao ver a clareza do céu por trás das grandes árvores floridas que fazem suas folhas desabarem no chão molhado. Minhas mãos tremem e a cada passo percebo que junto com as gotas d'água caem lágrimas. Em volta as flores me olham e me guiam, os pássaros piam formando uma bela canção, o vento suspira no meu ouvido coisas que naquele momento eu conseguia entender. Que sentimento é esse? Por qual motivo estou assim? Meu mundo quer me mostrar algo e para isso preciso continuar andando. Meus dedos dos pés congelando continuam firme, meus dentes batendo me faz querer chegar mais rápido, meus pensamentos visam apenas o passado, onde recebi carinho de todas as formas, onde abria os olhos e via a felicidade a minha frente mesmo sem entender direito. Debaixo de uma árvore onde a água não cai e um feixe de sol ilumina em apenas uma direção vejo alguém que eu já sabia quem é, mas queria ter certeza. Devo olhar mais atentamente? Naquele momento um vento forte soprou em minha direção e a chuva veio em meu rosto me fazendo fechar os olhos, um frio imenso dominou meu corpo, minha alma se trancou, mas meu coração saltitou, ao abrir os olhos vi aquela pessoa me olhando, atrás dela o céu sorrindo e tudo em volta colorido, meu corpo esquentou como se estivesse sentado do lado de uma fogueira. Aquela pessoa estava olhando pra min novamente depois de tanto tempo, meus olhos lacrimejavam e meu coração sorria, já não sabia como agir, meu mundo aos poucos virava uma bela canção, a cada passo que dava a emoção do seu sorriso fazia minha alma mais feliz, apresso os passos e ao chegar a sua frente olhando em seu rosto escuto novamente algo que me fez chorar feito aquela criança de antigamente... Oi filho.
Pensar no agora é tão importante, Quanto lembrar do passado, passado infeliz, Moldar o presente pra ter no futuro
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Pensar no agora é tão importante, Quanto lembrar do passado, passado infeliz, Moldar o presente pra ter no futuro Um passado diferente do qual já sofri. Explorar o que a vida tenta me mostrar, Linhas curvas com curvas que vão me levar A diferentes lugares, diferentes sentimentos E deixar sua marca ser levada a todos pelos ventos.
Nós vivemos de nossas escolhas, ou escolhemos mudar as escolhas do passado.
À beira da praia, sentado na areia, Vejo as águas, vivas, que dançam em volta de uma sereia Brilhante horizonte que acorrenta o meu olhar
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À beira da praia, sentado na areia, Vejo as águas, vivas, que dançam em volta de uma sereia Brilhante horizonte que acorrenta o meu olhar Se eu seguir a linha do sol eu vou te encontrar? O vento que transcorre no meu rosto incolor Canta canções perfeitas, perfeitas pra quem chorou O brilho está por aí, minha alma desbotou Já tentaram me pintar, mas a tinta não secou Se meu anjo decidisse vim tentar me ajudar Pediria suas asas pra o mar atravessar Não tenho barco, não tenho braços que consigam aguentar A cada dia que passa mais distante você está.
Acordado, meus olhos tão vibrantes Lembro das conversas, palavras coloridas Observo o céu e imagino a imensidão do mundo
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Acordado, meus olhos tão vibrantes Lembro das conversas, palavras coloridas Observo o céu e imagino a imensidão do mundo Você vê as estrelas cintilantes? Se o vento, soprou todas as folhas, E as rosas no caminho, começam me guiar É como ser levado no bico de um passarinho Vou dormir, e no sonho te encontrar Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo Se o vento, soprou todas as folhas, E as rosas no caminho, começam me guiar É como ser levado no bico de um passarinho Vou dormir, e no sonho te encontrar Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo Sua voz entre o vento, Chegou ao meu coração, O passado entre a gente, entre a grama no chão Eu te fiz uma promessa Estenda sua mão Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo.
as gotas de suor que caem do meu rosto pálido significa ansiedade não é que eu choro quando falam de min, eu quero atenção mas quero ser notado de forma real, e não como uma sombra
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as gotas de suor que caem do meu rosto pálido significa ansiedade não é que eu choro quando falam de min, eu quero atenção mas quero ser notado de forma real, e não como uma sombra não é como se eu não segurasse minha alma, ela escorrega das mãos eu consigo sorrir, mas não é como se fosse verdadeiro quero que tudo isso acabe, mas que acabe de forma feliz sou forte por segurar as lágrimas? eu acho que não pois meu coração já formou cicatrizes.
Entre o vento carregado, vem uma triste canção, que desmancha meus ouvidos com notas compaixão, minhas mãos congelam os dedos, os meus pés não sentem o chão,
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Entre o vento carregado, vem uma triste canção, que desmancha meus ouvidos com notas compaixão, minhas mãos congelam os dedos, os meus pés não sentem o chão, minha alma se arrepia e despedaça o coração, o meu rosto esmorecido faz de tudo pra sorrir, mas os olhos encharcados me lembra do despedir faço tudo pra espantar a dor, faço tudo pra erguer as mãos, o meu mundo todo desgastado cheio de buracos, sem coloração, as estrelas esconderam o brilho pra me enfraquecer, fazer cair, minhas lágrimas abrem a porta e resolvem sair preciso viver, tenho que partir, partir na estrada seguindo o nada até encontrar o que falta em min, tem algum lugar? perto assim de min? no meio da mata entre árvores altas, onde o meu rosto, consiga sorrir tenho que correr, pra longe daqui, preciso de paz, não vou olhar pra trás se cansar continuar, se arrastar se cair no fim do caminho, achar um lugar, onde o meu corpo fraco consiga de novo se reencontrar.
Sentado no livre gramado que não se ver fim o vento sopra em volta dos meus cabelos, e com ele, tristezas, medo.
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Sentado no livre gramado que não se ver fim o vento sopra em volta dos meus cabelos, e com ele, tristezas, medo. Meus dedos tremem e o calor do meu corpo desaparece Lentamente, o frio me cobre e tento me aquecer com meus próprios braços, braços quais são pedras de gelo. Minhas costas deslizam sobre o gramado, meus olhos fixam na pequena pedra em cima de uma pedra maior. A pedrinha cai.
Meus olhos observaram aquela estrada molhada, em que os lados eram cobertos por árvores, no qual a água de uma chuva já passada deixou um brilho em toda a paisagem,
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Meus olhos observaram aquela estrada molhada, em que os lados eram cobertos por árvores, no qual a água de uma chuva já passada deixou um brilho em toda a paisagem, onde o vento congelante se fez de música e entre os galhos das árvores aos poucos criaram uma doce canção. Nesse momento minhas pernas ganharam vida e assim como em efêmeros pensamentos, eu caminhei, um passo atrás do outro, sem rumo, apenas olhando o fim daquele longo trajeto que parecia nunca chegar. Um passo atrás do outro, eu me imaginava como nuvens no céu lentamente seguindo seu destino, sendo guiadas apenas pela força da natureza, sem procurar ao certo um lugar. Um passo atrás do outro, eu ouvia os pássarinhos batendo suas asas e meus ouvidos me davam imagens, imagens lentas, calmas, coloridas. Um passo atrás do outro, eu estremecia meu corpo por inteiro, meus dentes batiam como um martelo, mas o meu frio era bem mais quente que uma fogueira no clímax de seu calor.
Alguém sente aqui e olhe a lua comigo, ela parece estar nos encarando, está brilhando como a luz do meu quarto,
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Alguém sente aqui e olhe a lua comigo, ela parece estar nos encarando, está brilhando como a luz do meu quarto, me deixa com a vista embaçada. Lágrimas escorrem do meu rosto, não sei se é da claridade ardente de sua luz ou dos sentimentos que me envolvem, eu quero gritar mas já estou rouco. Estou sentado nesta areia fria, meus pés estão descalços, talvez eu deva correr como o trem que passa ao meu lado, não, eu não aguento mais correr.
Meu gato, Meu amigo Seu pequeno e frágil corpo, tão grande pra mim o carinho dos seus olhos me faziam sorrir
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Meu gato, Meu amigo Seu pequeno e frágil corpo, tão grande pra mim o carinho dos seus olhos me faziam sorrir no meu colo o seu sono explanava amor eu deitava e você vinha pro meu cobertor. Te achei naquele dia tão vazio na estrada, entre as águas te peguei naquele frio esqueci os meus deveres por você comecei a te amar sem mesmo te conhecer. Porque esse amor escrito no papel se acabou, chorei, te levaram pro céu virou uma estrela, brilhe para nós queria te ver, te amo amigo, meu pequeno herói.
Esse som aquece meu corpo mesmo com o ventilador ao meu lado soprando minha alma, meus dedos escrevem letra por letra as coisas que ouço das notas do piano, notas que facilmente são entendidas e que fazem eu não pensar nas coisas ruins que assolam as pequenas dificuldades que ten…
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Esse som aquece meu corpo mesmo com o ventilador ao meu lado soprando minha alma, meus dedos escrevem letra por letra as coisas que ouço das notas do piano, notas que facilmente são entendidas e que fazem eu não pensar nas coisas ruins que assolam as pequenas dificuldades que tenho, mas que pra mim são gigantes, essas notas me salvam, eu escuto notas coloridas.
As vezes minha cabeça gira, gira, gira, gira, gira... Eu não sei o motivo mas sei que cada batida do coração vem com uma dor continua,
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As vezes minha cabeça gira, gira, gira, gira, gira... Eu não sei o motivo mas sei que cada batida do coração vem com uma dor continua, Eu sinto uma dor dentro de mim e o gelo não cessar a dor. Minha cabeça ainda gira, meus olhos não derrubam lágrimas, talvez por está acostumado ou simplesmente por está seco por dentro. Minha cabeça gira.
A rosa no fim da estrada No ar sinto o seu cheiro Meu frio vive seu calor
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A rosa no fim da estrada No ar sinto o seu cheiro Meu frio vive seu calor Pássaros ressoam melodias Que meu coração puro cantou Hoje as nuvens observam O que a lua a mim falou Olhe as folhas no caminho Na terra que a chuva aguou Meus passos seguem sozinhos Deixei a alma encontrar A rosa no fim da estrada Que me espera em algum lugar. A rosa no fim da estrada A que o livro falou Que suas pétalas eram mágicas É um anjo em uma flor. A rosa no fim da estrada Que está em algum lugar A minha poção do amor Pra fazer você me amar.
Meu quarto está tão escuro, A única luz é a melodia do piano, Melodia que me mostra imagens,
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Meu quarto está tão escuro, A única luz é a melodia do piano, Melodia que me mostra imagens, Imagens como uma gigante parede de gelo que cobre o horizonte mas que realça as estrelas coloridas, Imagens como o frio abraçando o calor em um dia de chuva, Imagens como um casal entre as nuvens olhando um sol próximo. Imagens que ao se juntar com o som do piano se tornaram mágicas e fez o irreal se tornar incontestável.
O frio tomava conta do meu corpo, e, um passo atrás do outro, meus dedos pareciam dissipar naquele álgido momento
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O frio tomava conta do meu corpo, e, um passo atrás do outro, meus dedos pareciam dissipar naquele álgido momento em que eu estava perdido em volta a neve, um frio árduo, sem cor, que a todo instante parecia soar uma música melancólica a cada rajada de vento que transitava diante meus ouvidos. Eu apenas seguia aquele pequeno caminho feito pela água, uma corrente fraca que parecia querer me levar a algum lugar, meu corpo estava fraco, minhas mãos trêmulas, minha fome incessante... mas porque eu queria continuar? porque eu continuei? porqu... é, eu acho que descobri! não saber onde ir te mostra tantas coisas... a natureza realmente nos destina a episódios incríveis, que parecem ser irreais, que brotam até de uma mera gota d'água, eventos tão fascinantes que faz você esquecer tudo, seu frio, sua fome... acontecimentos tão incríveis que te faz imaginar como seria novos dias... novos dias sem saber o caminho de volta, novos dias a chegar em um lugar sem saida, e se deparar com algo semelhante aquele dia... aquela enorme parede de gelo, onde seu interior guardava como em uma caixinha, um radiante urso que parecia dormir até a eternidade.
A ação humana não é moldada pelo que você curte e sim pelo que você faz.
Onde Meus olhos estão fechando Minha cabeça está pesada
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Onde Meus olhos estão fechando Minha cabeça está pesada Vejo luzes no escuro No chão marcas de pegadas Não sei se você foi longe Deixou a chuva te guiar Não me puxe pela alma Meu corpo vai desabar Só me livre desse tédio E me ajude a encontrar Não quero contar histórias Quero viver pra criar.