Minha criatividade está morta. Quando digo isso, sempre recebo como resposta “Sua criatividade está morta? Ora! Você está indisposta, logo, logo, ela bate em sua porta.” Mas é sério,
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Minha criatividade está morta. Quando digo isso, sempre recebo como resposta “Sua criatividade está morta? Ora! Você está indisposta, logo, logo, ela bate em sua porta.” Mas é sério, E eu não estou indisposta, eu sei a diferença. Quando estou indisposta, é como se a criatividade tomasse a forma de... tá vendo? Eu não consigo nem pensar em uma forma que ela assume..., mas é como se ela fosse uma gota de chuva, quando alcança o chão, sabe? Parece ser o fim, mas em questão de instantes, com o aumento da temperatura, lá está a maldita gota evaporando e cumprindo seu papel na natureza. Um ciclo que parece ser interminável. (Não que minha criatividade seja tão relevante quanto uma gota de chuva, afinal, como competir com elas?) E é exatamente assim quando estou indisposta, não sinto vontade de escrever, de me expressar, mas uma hora, quando eu alcançar o chão, isso se torna inevitável. Sério, e isso é questão de segundos, prova que não é necessário muito, para abalar meu mundo. Mas dessa vez, está diferente. Dessa vez, é como se realmente ela estivesse totalmente fúnebre, porque várias pancadas já chegaram e nenhuma delas foram suficientes para sublimar minha mente.