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Frases de Agda Yokowo

56 frases

Acordar cedo. Ganhar pouco. Ouvir sempre. Calar quando preciso.Ouvir sua voz pelo telefone. Comer moderadamente. Planejar. Chorar baixinho embaixo do chuveiro. Calar minha dor frequentemente. Sabe, a gente se acostuma sim. E se acostumar quase sempre, machuca.
As palavras não têm sentido. Não são sentidas pela tela fria. Nem pelo papel em branco.
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As palavras não têm sentido. Não são sentidas pela tela fria. Nem pelo papel em branco. Nem ao menos por aquele que as lê. Não procure sentido, pois não há. Não há no que se vê. Não há no que se pega. Há no que se sente. No que se vive e se tenta escrever. Essas palavras são poucas. São vazias São frias. Eu tento juntá-las, tento apenas. Só porque eu não gosto do silêncio e não consigo suportar guardá-las aqui... ... dentro de mim.

Foi assim que você chegou, com as gotas da primeira chuva de primavera. Com a água que molha a terra, já castigada pela seca. Com a sensação deliciosa de respirar fundo o cheiro de terra molhada.
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Foi assim que você chegou, com as gotas da primeira chuva de primavera. Com a água que molha a terra, já castigada pela seca. Com a sensação deliciosa de respirar fundo o cheiro de terra molhada. Foi assim. Assim você chegou... para provar que a primavera, benção de Deus, faz renascer tudo no mundo.

Quero saber. Do seu beijo. Seus olhos. Sua voz. Sua boca. Sua nuca. Seu coração. Ah, eu preciso saber. Que dia sua vida topa na minha. Que dia seus olhos seguirão meus passos. E minha imagem existirá em sua mente, em seus desejos, em seus sentimentos. A multidão passa. A passos…
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Quero saber. Do seu beijo. Seus olhos. Sua voz. Sua boca. Sua nuca. Seu coração. Ah, eu preciso saber. Que dia sua vida topa na minha. Que dia seus olhos seguirão meus passos. E minha imagem existirá em sua mente, em seus desejos, em seus sentimentos. A multidão passa. A passos lentos. Cansados. E a menina insiste em procurar. Reluta em meio ao passado. Contra seus próprios medos. Insiste em acreditar. Na sua voz calma. Suas mãos. Seu cheiro. Seu sentimento. Sua imagem desconhecida. E a tua ausência me move. Mesmo sem saber quem é você...

Se você tem um amigo, desses que enxugam as lágrimas. Que faz bobeiras só para te ver sorrir. Que diz que vai encher de pancada quem te fizer sofrer.
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Se você tem um amigo, desses que enxugam as lágrimas. Que faz bobeiras só para te ver sorrir. Que diz que vai encher de pancada quem te fizer sofrer. Que dança abraçadinho sem malícia. E passa horas ouvindo suas lamentações e no final faz piada de tudo. Desses que acreditam que uma boa pizza e coca-cola podem consertar todos os seus problemas. Não deixe ele ir. Porque os amores passam, o dinheiro vai, mas o verdadeiro amigo estará sempre ao seu lado.

As palavras são concretas demais. Elas permanecem aqui, ainda que os sentimentos passem. Ainda que eles pereçam. Ainda que não façam mais sentido. No exato momento em que as coloco aqui, elas tomam o mundo. Me definem. Me torturam. Me salvam. Me aliviam. Travam uma batalha consta…
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As palavras são concretas demais. Elas permanecem aqui, ainda que os sentimentos passem. Ainda que eles pereçam. Ainda que não façam mais sentido. No exato momento em que as coloco aqui, elas tomam o mundo. Me definem. Me torturam. Me salvam. Me aliviam. Travam uma batalha constante com meus sentimentos que teimam em correr de lá pra cá, como criança traquina. As palavras ficam. Contra a minha própria vontade. Na esperança, de que um dia, quem sabe, voltem a fazer sentido.

A menina sempre reza. Baixinho. Embaixo do chuveiro. Pedindo para acreditar que suas preces são ouvidas. Para a vida deixar de querer ser cinza.
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A menina sempre reza. Baixinho. Embaixo do chuveiro. Pedindo para acreditar que suas preces são ouvidas. Para a vida deixar de querer ser cinza. Para o travesseiro deixar de ser seu único companheiro. Para a tela deixar de ser o único meio. Para as palavras terem vontade de ser mais alegres. Pede para o fardo ser mais leve. Pede para a cabeça deixar de ser dura. E para o coração parar de insistir em se contradizer. Ela reza. Baixinho. Tem medo. De falar sozinha, sempre.

Fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta que não existe distância. Só pro meu tolo coração acreditar. E pedir à nostalgia que pare de formular regras. Que feche os olhos e sinta. Somente. Cada palavra sua pulsar em minha alma. A dor da saudade me acalma, porque ainda que seja…
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Fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta que não existe distância. Só pro meu tolo coração acreditar. E pedir à nostalgia que pare de formular regras. Que feche os olhos e sinta. Somente. Cada palavra sua pulsar em minha alma. A dor da saudade me acalma, porque ainda que seja dor, é melhor que a da solidão. Todo medo foi embora, e eu posso respirar enfim. Por favor, fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta comigo. Deixa eu sentir tua respiração, teu riso, tua voz. A ausência da ausência. Canta baixinho nossa música enquanto caminha. Faça dessas palavras a minha presença. E espera...

É, eu vejo pouco a pouco a menina se tornar mulher. Sabe, dessas de cabelos lisos que balançam ao vento. Dessas, que se pintam. Que se enfeitam. Que se perfumam. Ela agora olha no espelho e suspira admirada. A garotinha gorda nunca imaginou que ia se tornar uma mulher tão bonit…
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É, eu vejo pouco a pouco a menina se tornar mulher. Sabe, dessas de cabelos lisos que balançam ao vento. Dessas, que se pintam. Que se enfeitam. Que se perfumam. Ela agora olha no espelho e suspira admirada. A garotinha gorda nunca imaginou que ia se tornar uma mulher tão bonita.

Não me preocupo com o que você pensa que sou. Me ocupo demais com os ideais que defendo. Com os degraus que almejo subir. Me ocupo dos meus sonhos, princípios e tolas regras que construi com o tempo.
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Não me preocupo com o que você pensa que sou. Me ocupo demais com os ideais que defendo. Com os degraus que almejo subir. Me ocupo dos meus sonhos, princípios e tolas regras que construi com o tempo. Com licença, que o que sou me pertence.

Há dias em que me perco. Vago em mim em busca de respostas. Que não são simples como parecem. Minha alma pesa. Minhas costas doem. O peso das decisões. O peso dos dias que deixo passar. O peso das pessoas que deixei para traz. O peso das dúvidas que me corroem. O peso das contas…
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Há dias em que me perco. Vago em mim em busca de respostas. Que não são simples como parecem. Minha alma pesa. Minhas costas doem. O peso das decisões. O peso dos dias que deixo passar. O peso das pessoas que deixei para traz. O peso das dúvidas que me corroem. O peso das contas. E peço a Deus para que a dor vá embora.

Muitas vezes acreditei no amor. Outras tantas me decepcionei com ele. E desde então, me divirto... Foi assim que aprendi. Acho graça de uma data esquecida. De uma demora pra se arrumar. De uma promessinha não cumprida. De uma cueca furada.
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Muitas vezes acreditei no amor. Outras tantas me decepcionei com ele. E desde então, me divirto... Foi assim que aprendi. Acho graça de uma data esquecida. De uma demora pra se arrumar. De uma promessinha não cumprida. De uma cueca furada. Não me estresso com a toalha na cama. Com o banheiro molhado. Com um presente sem pé nem cabeça. Faço piada dos seus antigos amores, chamo de baranga e invento até apelido. Não alimento um ciúmes desses, com certeza. Gosto de rir dos seus erros e perdôo com mais facilidade os percalços da vida a dois. O amor pra mim é diversão. Foi o que aprendi com todas as desilusões do passado. Pelo menos tento.

Agora, não olho mais pra trás. O que passou, se foi. Lágrimas, desilusões ou intemperança. O palco que um dia criei, brilhei ou caí. Tudo ficou para trás.
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Agora, não olho mais pra trás. O que passou, se foi. Lágrimas, desilusões ou intemperança. O palco que um dia criei, brilhei ou caí. Tudo ficou para trás. Acredito em sonhos possíveis, dos quais o passado não faz parte. Por isso, com licença, que a vida toca é PRA FRENTE.

Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas.
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Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas. E de minhas convicções abaladas. Tenho medo de perder as certezas que um dia tive... E de ver meus principios fazerem eco na escuridão. De perder o chão. ... Porque no exato momento em que me deito, as dúvidas preechem minha falta de sono. E me fazem doer a cabeça. E pedir ao relógio que pare. Ao mundo que silencie. E à vida que espere: porque a menina, agora, está perdida...

Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade.
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Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade. Sentir o mesmo vento bater no rosto. Caminhar nas mesmas calçadas. E perceber que o sentimento faz sentido, enfim...

Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saud…
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Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saudade. E eu me canso. Mas não passa.