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Frase de Agda Yokowo

As palavras são concretas demais. Elas permanecem aqui, ainda que os sentimentos passem. Ainda que eles pereçam. Ainda que não façam mais sentido. No exato momento em que as coloco aqui, elas tomam o mundo. Me definem. Me torturam. Me salvam. Me aliviam. Travam uma batalha constante com meus sentimentos que teimam em correr de lá pra cá, como criança traquina. As palavras ficam. Contra a minha própria vontade. Na esperança, de que um dia, quem sabe, voltem a fazer sentido.

Agda Yokowo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saud…
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Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saudade. E eu me canso. Mas não passa.

Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade.
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Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade. Sentir o mesmo vento bater no rosto. Caminhar nas mesmas calçadas. E perceber que o sentimento faz sentido, enfim...

Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas.
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Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas. E de minhas convicções abaladas. Tenho medo de perder as certezas que um dia tive... E de ver meus principios fazerem eco na escuridão. De perder o chão. ... Porque no exato momento em que me deito, as dúvidas preechem minha falta de sono. E me fazem doer a cabeça. E pedir ao relógio que pare. Ao mundo que silencie. E à vida que espere: porque a menina, agora, está perdida...