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Frases de AdrianaVargas

32 frases

Quando a escuridão chega Quando o sono não vem Quando personagens se embolam em sua mente
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Quando a escuridão chega Quando o sono não vem Quando personagens se embolam em sua mente Quando o escritor se acha um ser estranho e inadequado aos padrões. Quando as palavras cessam, se engasgam e uma voz grita por dentro despertando os instintos. Escritores não devem pertencer a este planeta.

Não importam as circunstâncias, eu sou livre. Tão livre que é impossível não admitir que minhas asas me levam e me buscam para/de qualquer lugar. Não temo mais trovoadas, escuro, feridas. O chão que piso me fez forte para sobrevoar quando for preciso. Os fortes só se tornaram fo…
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Não importam as circunstâncias, eu sou livre. Tão livre que é impossível não admitir que minhas asas me levam e me buscam para/de qualquer lugar. Não temo mais trovoadas, escuro, feridas. O chão que piso me fez forte para sobrevoar quando for preciso. Os fortes só se tornaram fortes hoje porque um dia foram fracos. Sei andar sobre a terra, pisar no que me faz mal, virar a página, trocar o disco, aprender uma nova canção. Eu me ligo e me desligo quando quiser. Conheço a mim, mais do que qualquer outra criatura que me julga conhecer, mas que ainda precisa do meu abraço. E eu a abraço. Abraço porque sei que isso sempre será de graça, e que o frio que me congela se desmonta no calor de alguma emoção. Se sei chorar? Sim. Só sei, porque aprendi a sorrir, mesmo chorando. Mesmo catando meus pedaços, eu sei sorrir, e não há no mundo nada capaz de me tirar esse privilégio. By Adriana Vargas

Quem me dera ter a ilusão de sentir prazer em brincar de casinha; em brincar de papai e mamãe, de filhinho amado. Depois que conheci o que meus olhos, ouvidos e boca são, tornei-me livre, porém, num antagonismo hilário, que arrota a controversa, me sinto sozinha, e sem querer, ai…
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Quem me dera ter a ilusão de sentir prazer em brincar de casinha; em brincar de papai e mamãe, de filhinho amado. Depois que conheci o que meus olhos, ouvidos e boca são, tornei-me livre, porém, num antagonismo hilário, que arrota a controversa, me sinto sozinha, e sem querer, ainda busco pelas algemas dos pseudolivres, que não escutam, que não falam, que não enxergam, que não sentem.

Fiquei sozinha no meio da rua, apagando todas as suas palavras de meus contatos. Em estado de loucura, querendo me vingar, de quem? Quem seria o culpado, por você não me amar? Quem poderia defender uma causa clandestina, transgressora dos deveres morais? Quem? Quem ouviria o gri…
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Fiquei sozinha no meio da rua, apagando todas as suas palavras de meus contatos. Em estado de loucura, querendo me vingar, de quem? Quem seria o culpado, por você não me amar? Quem poderia defender uma causa clandestina, transgressora dos deveres morais? Quem? Quem ouviria o grito e a dor de uma pecadora, arrebatada ao chão por suas próprias e míseras traduções afetivas.