Frase de AdrianaVargas
O vazio ainda insiste por dentro, como se após você, a minha história passou a ser contada de forma diferente.
No pensador.ai desde
O vazio ainda insiste por dentro, como se após você, a minha história passou a ser contada de forma diferente.
No pensador.ai desde
Fiquei sozinha no meio da rua, apagando todas as suas palavras de meus contatos. Em estado de loucura, querendo me vingar, de quem? Quem seria o culpado, por você não me amar? Quem poderia defender uma causa clandestina, transgressora dos deveres morais? Quem? Quem ouviria o gri…
Fiquei sozinha no meio da rua, apagando todas as suas palavras de meus contatos. Em estado de loucura, querendo me vingar, de quem? Quem seria o culpado, por você não me amar? Quem poderia defender uma causa clandestina, transgressora dos deveres morais? Quem? Quem ouviria o grito e a dor de uma pecadora, arrebatada ao chão por suas próprias e míseras traduções afetivas.
Viver deve ser assim... expor ao sol, a carne viva, apontando onde dói e porque dói, caso me omita diante de minha exclusiva necessidade de ser eu mesma, estarei morta, sem motor combustor, que não enxerga, que não contesta, que não ouve, porque não quero sentir.
Todas as coisas boas que eu acreditava, eram apenas palavras, denominações, conceitos, forma de expressão.
Quem me dera ter a ilusão de sentir prazer em brincar de casinha; em brincar de papai e mamãe, de filhinho amado. Depois que conheci o que meus olhos, ouvidos e boca são, tornei-me livre, porém, num antagonismo hilário, que arrota a controversa, me sinto sozinha, e sem querer, ai…
Quem me dera ter a ilusão de sentir prazer em brincar de casinha; em brincar de papai e mamãe, de filhinho amado. Depois que conheci o que meus olhos, ouvidos e boca são, tornei-me livre, porém, num antagonismo hilário, que arrota a controversa, me sinto sozinha, e sem querer, ainda busco pelas algemas dos pseudolivres, que não escutam, que não falam, que não enxergam, que não sentem.