O que fazer, quando chega a madrugada e o sono não vem... A mente não cansa no desabafo contínuo de percorrer, nem se for arrastando, o sonho que imagino os olhos dele, quando nascer, olhando-me, como se fosse um filho...
Frases de Adriana Vargas
68 frases
Com as mãos ávidas, arranho as paredes, sentindo a textura fria e lisa, deslizando por entre minhas digitais - hora desejo tanto, hora repulso, lambuzando a falsa moral de quem finge não sentir nada... Sinto... Deito-me com os sentidos... Penso... Espanto o sentimento; volto ao…
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Com as mãos ávidas, arranho as paredes, sentindo a textura fria e lisa, deslizando por entre minhas digitais - hora desejo tanto, hora repulso, lambuzando a falsa moral de quem finge não sentir nada... Sinto... Deito-me com os sentidos... Penso... Espanto o sentimento; volto ao teatro estimulante de quem treina para sentir. Abro o armário e abraço as roupas, elas se encaixam em meu corpo, acariciam-me como a cereja no copo de martini, de um lado para o outro... tocando-me...
Não sei viver, e nem morrer, se não for do mesmo modo – escrevinhando...
O sono não vem quando se tem um sonho aflito na presença do mundo que não vai parar para ele nascer.
Passei os olhos nas páginas de minha vida, tive medo... Poderia escrever minha biografia, daria um livro, no mínimo útil aos julgadores existentes entre o bem e o mal. Desisti. Não seria capaz de ver meus pedaços contados entre os becos e palácios; prefiro dizê-los nas entrelinha…
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Passei os olhos nas páginas de minha vida, tive medo... Poderia escrever minha biografia, daria um livro, no mínimo útil aos julgadores existentes entre o bem e o mal. Desisti. Não seria capaz de ver meus pedaços contados entre os becos e palácios; prefiro dizê-los nas entrelinhas de meus sonhos poéticos, ou, hora ou outra, na brincadeira do inverso ao criar as personagens que realizam o meu sonho de ser, que eu nunca fui.
Aqui estou, sem saber o que acontecerá comigo até o fim do dia... Por um fio, posso ser o que minha imaginação permitir... Quando pequena seria Pollyanna moça... Por um fio, sou o que coube em meu senso bizarro de me divertir sem gastar muito com isso. Se fizesse uma lista críti…
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Aqui estou, sem saber o que acontecerá comigo até o fim do dia... Por um fio, posso ser o que minha imaginação permitir... Quando pequena seria Pollyanna moça... Por um fio, sou o que coube em meu senso bizarro de me divertir sem gastar muito com isso. Se fizesse uma lista crítica de quantas situações encontro-me hoje, incluindo àquelas que nem imagino que possa acontecer se meus pés dessem passos rumo a qualquer um dos itens elencados, certamente que poderia estar preste a realizar uma fabulosa odisseia na Terra, com direito a capas de revistas, entrevistas e holofotes... Sou tudo aquilo que me permito ser... Como? Não sei... Talvez se seguisse as diretrizes sugeridas, tais como a fé atuando através de poder de criação, com ou sem bom senso, depende de como a sociedade vai cooperar para a realização disso, brigando com a conspiração do universo a meu favor, ou, ouço muito dizer sobre a sorte, uma tendência, um tanto quanto estranha que tem por bem, uma maioritariamente de resultados positivos, ou maioritariamente de provimentos negativos, enfim, é somente uma opção.
Para defender a verdade individual, ou coletiva, aquela que se faz através de conchavos, com a intenção única de satisfazer a vaidade egoica, cria-se o mundo, em um campo de batalhas. Os campos minados da alma existem em todos os confins. Justos e hipócritas, crianças e velhos, p…
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Para defender a verdade individual, ou coletiva, aquela que se faz através de conchavos, com a intenção única de satisfazer a vaidade egoica, cria-se o mundo, em um campo de batalhas. Os campos minados da alma existem em todos os confins. Justos e hipócritas, crianças e velhos, pobre e rico... Lutam todos e todos os dias. Estou no meio dos campos minados, correndo para lá e para cá, tentando esquecer a vaidade, apenas por um minuto. Existem as bandeiras com os seus significados. Importa apenas a mensagem que elas nos passam. Muitas vezes não é isso que se vê, e sim, o que se ganha com isso. Vejo apenas que os maléficos, por sua natureza, são os que prejudicam a massa ou a si mesmos, a ponto de se olharem no espelho e não mais se reconhecerem, por deturparem a figura do amor. Os bons abraçam sempre as causas justas e lutam com todo amor que puderem extrair daquilo que plantaram. Lutam sem precisar machucar o outro, sem destruírem as edificações que já foram construídas. Lutam pelo amor, pela paz, pela conscientização, sem beneficio próprio. Os justos são os que lutam pela justiça perdida, contra a maldade do julgamento injusto, a maledicência da exclusão e os ferimentos do preconceito. Lutam com armas invisíveis - a fé contra os vícios, ambição e traição, contra os autores da desunião, contra as rupturas dos vínculos, embasados nas artimanhas enganadoras e mal polidas, do que se possa chamar ato plausível. Preciso recorrer à atitude cética para combater o maniqueísmo e não permitir que ele adentre em minha casa? Preciso não tomar partido e me pôr em cima do muro, apenas vislumbrando a morte ou a vida, sem molhar os pés na realidade? Preciso não me render ao simplismo de encurralar o pensamento, entre as paredes do bem e do mal, pondo-me na posição de "eu não tenho nada a ver com isso?!" A indiferença mata? Se nada faço quando vejo alguém se afogando, estou cooperando, ou não, com o seu afogamento, ou estou apenas observando o afogamento de alguém, enquanto elaboro um pensamento para além da solução dualista? Será sábio inventar uma tese inédita sobre alguém que surge com uma ideia lógica e racional, sobre os futuros robôs da era que exigem a falta de sentimento - bem ou mal, apenas o lógico, pois esta falta agrada à ciência e substitui as desgraças ou as graças? Sou péssima discursista, não posso entender a profundidade dos sentimentos. Bem ou mal, por considerar-me entre os homens um homem médio e comum, posso dizer que o remédio está, não na fabricação de teses cientificas que poderiam se tornar demagogia, e sim, na conscientização e educação. Daí nasce a nova cultura dos tempos que em minha opinião é bem mais aproveitável do que a tese científica. Tratamos de seres humanos e não de objetos a serem analisados.
Meu sonho hoje não é banal. Pessoas me elogiam; empurram-me para frente; chacoalham-me para não desistir quando insisto em desanimar; com um “up”, me levantam; enfim... Pergunto-me – Onde estou errando?
Certamente, estou por um fio neste dia de sol, embora frio, pensando nas questões da vida que a mim, hoje, são favoráveis, mas que o leque poderia ser bem maior, se eu conseguisse somente um ponto a meu favor - confiar que sou tudo, quanto acredito que desejo ser.
O conhecimento em conchavo com a comunicação fará com que a vida desperte todos os dias com o desejo de respirar. Se o for, pelo o saber do mal alastrado por entre os microfones e holofotes da vida, este terá o domínio certeiro, pronto para arrastar pelos cabelos aquele que não f…
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O conhecimento em conchavo com a comunicação fará com que a vida desperte todos os dias com o desejo de respirar. Se o for, pelo o saber do mal alastrado por entre os microfones e holofotes da vida, este terá o domínio certeiro, pronto para arrastar pelos cabelos aquele que não foi fiel aos seus sentidos – visão e audição... E não soube usar a seu favor, o que de mais sagrado existe entre os homens – princípios.
Penso em minha extensão... Como estou os criando; se já não estão criados, e mesmo assim, olho e vejo-os ainda tão pequeninos, fazendo ninho em meu ventre, como se estivessem dentro do meu útero. Não pude fazer de meus filhos, a realização dos meus sonhos perdidos; dei a eles, a…
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Penso em minha extensão... Como estou os criando; se já não estão criados, e mesmo assim, olho e vejo-os ainda tão pequeninos, fazendo ninho em meu ventre, como se estivessem dentro do meu útero. Não pude fazer de meus filhos, a realização dos meus sonhos perdidos; dei a eles, a escolha em ser aquilo que os fazem felizes, compreendo isso por amor, pois sei, que amar a um filho é não obrigá-lo a viver com as minhas mentiras.
ONDE ESTÁ O CULPADO? Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchend…
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ONDE ESTÁ O CULPADO? Sentada em minha velha poltrona ao som de sonhos vis, embriagada por um perfume barato, imagino a vida correndo lá fora, e discorro do que tento imaginar sobre o que seja... Não vejo o oxigênio, mas imagino o que ele consegue ser, através do que faz, enchendo os meus pulmões de vida, enquanto os poluo com a fumaça acinzentada que me persegue em momentos de solidão, tão parecido ao que imagino ver, pessoas franzinas andando por entre cubículos estreitos de uma viela que as levará para algum lugar, e se não levar, deitam-se por entre seus cacos e cantam alguma música cafona enquanto observam o céu, esperando ansiosamente pela noite... Às vezes, também passo o dia esperando pela noite, somente para ver no céu, a brilhantina cabal de estrelas com olhos curiosos, enquanto imagino-me olhando-as, são as taizinhas que lá estão sempre no mesmo lugar e horário a observar o mundo sob os seus pés. As estrelas curiosas olham estupefatas as ignorâncias mórbidas a saltarem em timbres reluzentes das valetas humanas... O ódio fede a roupa mofada no obsoleto gesto inútil do falso abraço por conveniência. Conveniência política, comercial nos passos da globalização... Uma palavra bonita, mas que possui o significado tão mesquinho ao cobrir a beleza natural daquilo que o homem não criou e sempre esteve lá, para ser apreciado, ou destruído pela fumaça imunda de meu cigarro, ou gases soltos no ar das infernais máquinas industriais de um submundo qualquer de se ganhar dinheiro. Ah... Não tenho culpa por morrer entregue ao desleixo... Sou franzina, fraca e medíocre aos olhos do mundo... Não posso me levantar de minha velha poltrona e mudar nem mesmo o que existe dentro de mim... A ganância fétida de um dia atrás do outro... Os dias passam... Passarão a vida toda... Vou olhar para o lado para achar o culpado, ele deve estar em algum lugar... Dentro de mim, não iria se esconder, sou impotente, já pronunciei-me réu confesso com as mãos presas à corrente da cegueira, não posso mover sem perder o descanso que traz o cochilo após descarregar a lavagem de consciência... Já disse, o problema não está em mim. Já estou fazendo a minha parte tentando achar o culpado e entregá-lo à humanidade sedente de justiça com os seus dedos apontados como as armas no morro da roçinha tentando achar o culpado. Quem quiser seguir, este rumo, pode seguir, fazendo-o com os olhos fechados, na busca do culpado das mazelas que soltam pus de um mundo pachorrento habitado tão somente por designados inocentes como a mim. A esta altura, abraço-me às almofadas e tento me esconder para não verem em minha face sem vergonha as veredas da hipocrisia, até que meu desassossego enverga o som tímido que sai quase insignificante de minha voz... Digo – sim... Talvez eu possa ter tido alguma parcela de culpa em algum aspecto de minha vida, mesmo que mínima... Escondo-me novamente, olhando pela espreita da almofada o feixe de luz que causa fobia a minha visão turva. Grite! Uma falta de paz inunda a arapuca armada dentro da consciência. Obedeço – Sim! Sou culpada, pronto! Pronto? Levanta daí... Faça o que pode fazer e não faz porque quer escrevinhar poesias... Escreva, vamos! Assine seu atestado de culpa, gritando em letras... Se não chegar aos becos e vielas fedidas, chegará a algum lugar que se há alfabetização... Olhos que aprenderam a ler e não crescerão ridicularizados por sua própria ação em ler o mundo entre as almofadas do meu sofá. Eles lerão, não somente o que eu queira escrever, mas saberão que nas entrelinhas existe alguém que se acovarda diante de sua oportunidade de ser melhor, diante de um mundo que poderia se tornar melhor, se ao menos eu, começasse por mim, a fazer a minha parte.
Em contraprestação, sou também os pés, em tempos que levanto o voo do chão, com excesso de confiança, abuso do inverso da situação, subo tão alto que alcança a própria cabeça... Subo em minha mente achando lindo olhar o mundo do alto - a dona do mundo. Vingativa, piso nos que não…
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Em contraprestação, sou também os pés, em tempos que levanto o voo do chão, com excesso de confiança, abuso do inverso da situação, subo tão alto que alcança a própria cabeça... Subo em minha mente achando lindo olhar o mundo do alto - a dona do mundo. Vingativa, piso nos que não acreditaram nos louros de minha vitória.
Sei somente que o dia todo, vivo; respiro, alimento-me do sonho o qual me inspiro. Cansei de desistir no meio do caminho de tantas outras coisas que eram importantes, mas por me sentir derrotada, dava sempre um passo para trás, e por medo de enfrentar o resultado, recolhia as ar…
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Sei somente que o dia todo, vivo; respiro, alimento-me do sonho o qual me inspiro. Cansei de desistir no meio do caminho de tantas outras coisas que eram importantes, mas por me sentir derrotada, dava sempre um passo para trás, e por medo de enfrentar o resultado, recolhia as armas da batalha, e desmontava o acampamento. Somente os fortes são vencedores.
Piso nos cacos do chão... São, em muitas vezes, sinonimizados com o meu desleixo evasivo inerente ao que a mim pertence - amor próprio! Sou os cacos que me destroço a miúdo quando não sei perder sem sofrer... Espalho-me por entre os vãos que me escondem do mundo que não pode comp…
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Piso nos cacos do chão... São, em muitas vezes, sinonimizados com o meu desleixo evasivo inerente ao que a mim pertence - amor próprio! Sou os cacos que me destroço a miúdo quando não sei perder sem sofrer... Espalho-me por entre os vãos que me escondem do mundo que não pode compreender a minha dor...
Turbilhões de pensamentos aspiram um ser pensante feito a mim, que vive por um segundo apenas... Intensamente, quero a insensatez de desfrutar até a última gota de tudo que me causa prazer e sensação de conforto. O desperdício de um desejo é o fato de não conseguir engolir o mar…
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Turbilhões de pensamentos aspiram um ser pensante feito a mim, que vive por um segundo apenas... Intensamente, quero a insensatez de desfrutar até a última gota de tudo que me causa prazer e sensação de conforto. O desperdício de um desejo é o fato de não conseguir engolir o mar inteiro em um único gole.
O sol brilha lá fora na intensidade dos sentimentos latejantes aqui dentro da alma... Será que ainda estou dormindo ou morri? - pasmo! Não... Não é um sonho... Estar por um fio, às vezes passa algumas impressões congestionantes na identificação do que esteja acontecendo... A va…
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O sol brilha lá fora na intensidade dos sentimentos latejantes aqui dentro da alma... Será que ainda estou dormindo ou morri? - pasmo! Não... Não é um sonho... Estar por um fio, às vezes passa algumas impressões congestionantes na identificação do que esteja acontecendo... A vasão de estar lá e cá; um lugar que ainda não chegou, mas é como se já existisse - coisas de gente doida - poderia me encaixar perfeitamente nesta categoria - uma quase vaga para uma candidata suspeita ao manicómio por acreditar em seus afãs incomuns - ousadia e ação criativa.
O que melhor poderá despertar a consciência são dois sentidos encontrados no homem – a visão e a audição; ambos emergem uma pré-disposição; uma permissão para tal fundamento. Quando se consegue ver e ouvir, enxerga-se a realidade; e esta aguça a percepção de tudo que esteja acont…
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O que melhor poderá despertar a consciência são dois sentidos encontrados no homem – a visão e a audição; ambos emergem uma pré-disposição; uma permissão para tal fundamento. Quando se consegue ver e ouvir, enxerga-se a realidade; e esta aguça a percepção de tudo que esteja acontecendo dentro e fora de si mesmo. Deixa-se de ser ignorante, e passa a ter o conhecimento; deste modo, as coisas jamais serão como antes – os objetivos mudaram rumo à liberdade.
Poderia quebrar o vidro e mudar a cena, andando pelas ruas gritando, pintando um arco-íris no asfalto? Poderia? Sim, poderia! - E o que me impede? - a coragem de ser o que sou, e não a subversão do que as pessoas gostariam que eu fosse. Com um sorriso de estampa acetinada, salti…
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Poderia quebrar o vidro e mudar a cena, andando pelas ruas gritando, pintando um arco-íris no asfalto? Poderia? Sim, poderia! - E o que me impede? - a coragem de ser o que sou, e não a subversão do que as pessoas gostariam que eu fosse. Com um sorriso de estampa acetinada, saltitante aos olhos, abro a porta do mundo e jogo-me para a vida real.
O plenilúnio opalino de uma transparência e suavidade dulcíssima, banhava tudo. Inundava o céu e a terra; envolvia as copas unidas das árvores, montes abaixo, num véu tenuíssimo de bruma luminosa e as fazia projetar sombras fantásticas no chão. Volta-me o asco - serão cortadas em…
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O plenilúnio opalino de uma transparência e suavidade dulcíssima, banhava tudo. Inundava o céu e a terra; envolvia as copas unidas das árvores, montes abaixo, num véu tenuíssimo de bruma luminosa e as fazia projetar sombras fantásticas no chão. Volta-me o asco - serão cortadas em breve... Não combinam com a estética da nobre casa recém construída, na rua mais cobiçada de uma metrópole.