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Frases de Adriana Vargas

68 frases

Os falsos padrões Os padrões... Sento para pensar; poderia fazê-lo deitada...
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Os falsos padrões Os padrões... Sento para pensar; poderia fazê-lo deitada... De joelhos, seria uma boa sugestão para não repetir os mesmos erros. Poderia pensar durante o banho, ou penteando os cabelos, quem irá dizer qual o modo ideal para pensar? Fecho os olhos para beijar... Quem disse que se tivesse de olhos abertos, não beijaria igual? Posso beijar com os olhos piscando, fazendo caretas... Beijar debaixo d'água, lavaria os pecados... Beijar no meio da rua, em cima do telhado... Poderia estar mais perto do céu... Posso ir a uma festa descalça... Por que não? Livraria os pés dos sapatos granfinos e desconfortáveis, dançaria a noite toda e praticaria a humildade... Poderia ir descalça à igreja, ao dentista; ao meu casamento; em minha audiência... Quem poderia dizer que não posso? Que não devo? Quem? Poderia usar chapéu, blusa verde abacate; unhas púrpuras, saia roxa e óculos amarelos... Quem poderia impedir? O bom senso? A ditadura da moda? A sociedade hipócrita? A Constituição Federal? O Presidente da República? Quem poderia impedir? Poderia tomar sorvete com calda de morango acompanhado com trufas de chocolate e churros de doce de leite - vou engordar? Vou desagradar? Vou ser infeliz? Quem poderia dizer que isso me torna feia? Quem? A televisão? A tecnologia de ponta? Os críticos severos de si mesmos? Quem? Onde está o padrão? Na bíblia? Na novela? Na mentira? O que é um padrão? O paradigma? O chato a ser perseguido por uma multidão sem criatividade? Quem sou hoje? O que quero ser, ou o que obrigam a ser? Busco aceitação? Aprovação? Busco companhia? Ah! Prefiro me acomodar na falta de limites de minha imaginação, a entregar-me para os rótulos tão bem bolados, feitos especialmente para quem desistiu de viver.

Olhando-me no espelho, surpreendi-me com o que pulsa em carne viva, lindamente entre glóbulos rubros, explodindo em momentos tão meus... Fecho as portas para que as damas não se sintam constrangidas... Certa feita, joguei os copos nas paredes para ouvir o titilar dos cacos ao chã…
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Olhando-me no espelho, surpreendi-me com o que pulsa em carne viva, lindamente entre glóbulos rubros, explodindo em momentos tão meus... Fecho as portas para que as damas não se sintam constrangidas... Certa feita, joguei os copos nas paredes para ouvir o titilar dos cacos ao chão, piso-os, amaldiçoando em mim, a passionalidade...

Abro a janela, minha vitrine do mundo; uma gaiola de vidro que me faz ver tudo, exatamente como se traduz o pulso da vida, porém, de modo reverso, de lá, visto de cá; de cá, vendo e sentindo de lá... a vida metódica passando do mesmo modo - todos os dias o sol nasce; todos os dia…
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Abro a janela, minha vitrine do mundo; uma gaiola de vidro que me faz ver tudo, exatamente como se traduz o pulso da vida, porém, de modo reverso, de lá, visto de cá; de cá, vendo e sentindo de lá... a vida metódica passando do mesmo modo - todos os dias o sol nasce; todos os dias as pessoas andam pelas ruas... Todos os dias vejo a mesma cena!

Fecho a porta do armário, na busca entorpecida por sentir, prendo o dedo na emboscada de portas se fechando - fechando o cerco! Sou eu, pressionada, angustiada, sentindo a dor que me faz crescer sem que me dê conta... Desejo escapar; grito! Às vezes, xingo... Um palavrão se quer…
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Fecho a porta do armário, na busca entorpecida por sentir, prendo o dedo na emboscada de portas se fechando - fechando o cerco! Sou eu, pressionada, angustiada, sentindo a dor que me faz crescer sem que me dê conta... Desejo escapar; grito! Às vezes, xingo... Um palavrão se quer que expresse a dor, o dedo preso, a mulher presa, sufocada por seus grilhões, que a todo instante lhe cobra crescimento.

Entro em um banheiro público e nele, as bonecas de louça no retoque do batom, mas não só neste que bem se adivinhava a mão leve e inteligente de uma mulher, de gosto e educação, na escolha de alguns móveis, e, sobretudo, na escolha desses pequenos objetos íntimos, indispensáveis…
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Entro em um banheiro público e nele, as bonecas de louça no retoque do batom, mas não só neste que bem se adivinhava a mão leve e inteligente de uma mulher, de gosto e educação, na escolha de alguns móveis, e, sobretudo, na escolha desses pequenos objetos íntimos, indispensáveis para fisgar um homem de tratamento fútil: escovas, pequenos espelhos, estojo de unhas, porta-jornais, vide-poches, porta-jóias, cinzeiros de madrepérola, etc. Tudo isso disposto com aparente descuido intimo (superficialidade), mas com requintado instinto artístico. As pessoas gostam de impressionar (Por que não leem?)

Sou qual mensagem? Ah, esta geração que não para... O momento de formar minha história nos corredores do mundo é agora! Todos os dias sei que posso inventar mil e uma odisséia para viver, logo, estarão os meus capítulos sendo levados para o dia seguinte, através dos leitores, f…
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Sou qual mensagem? Ah, esta geração que não para... O momento de formar minha história nos corredores do mundo é agora! Todos os dias sei que posso inventar mil e uma odisséia para viver, logo, estarão os meus capítulos sendo levados para o dia seguinte, através dos leitores, filhos, amigos, a lembrança, que seja, de um dia bem sucedido, em que a inspiração visitou-me logo cedo, e a boa vontade veio de mãos dadas com a esperança, formando assim, minha obra de arte - um projeto, uma idéia, uma poesia ou alguma palavra... dará frutos! Aprendi isso com os antepassados - vencedores que ensinaram os ofícios utilizados na labuta observada tão insistentemente... Quantas vezes eu olhava e não acreditava no que via? Quantas vezes eu tive que mirar os olhos estatelados e fechá-los em seguida para poder sentir, quando não compreendo uma só faísca o que aos meus olhos incrédulos é apresentado? Relógio, aviões, carros, máquinas, pessoas e livros... Genuinidades trazidas até mim pelo correio do cotidiano, fazendo parte de uma vida, de outra vida, da próxima vida e de todas as vidas... Sou feliz e não devo sabê-lo quando imagino nada ter, se tenho o suficiente para ao menos viver sentindo, já que em muitas vezes, eu não posso fazer mais nada... Admirar; odiar, questionar... Ou até imitar, quando os pequenos pecados são perdoados para que os inventos sejam parte de uma vida quando o senso de criatividade não bate a porta, e mesmo assim, os imitadores são partes da massa que marcham e não cessam nunca de caminhar... A todo o momento está chegando novas mensagens, basta um clique em algum lugar que me transmita revelações, se me acrescentam ou me diminuem, não sei, sei apenas que chegam e que, de algum modo, aprendo com elas, ao menos, o que não devo fazer... Ação ou comissão? Basta utilizar-me de princípios; princípios também são mensagens; articulações de um legado que não se compra, porém, se adquire, se eu acreditar que preciso disto para contribuir com um mundo melhor. Uma mensagem que desejo hoje - ser feliz com a consciência de que sou totalmente responsável por esta ação criada e desejada por mim...

Para quem gosta de voar, certamente sentiria-se em casa, abriria os braços e se perceberia no espaço; sem certezas e definições, exclusividade ao status emergente que aprecia por pessoas, sentimentos e situações inusitadas nos topos do sucesso, novidades para quem busca conhecime…
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Para quem gosta de voar, certamente sentiria-se em casa, abriria os braços e se perceberia no espaço; sem certezas e definições, exclusividade ao status emergente que aprecia por pessoas, sentimentos e situações inusitadas nos topos do sucesso, novidades para quem busca conhecimento diário por tendências interessantes e diversificadas.

O conhecimento tem como objetivo, edificar sonhos; em outros casos, utopias. O sonho construído com o bem, tem como resultado beneficiar, não somente a mim, mas no mínimo, e do modo mais egoísta, ao menos aos que amo; o conhecimento palpado nas veredas do engano é a heresia do ma…
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O conhecimento tem como objetivo, edificar sonhos; em outros casos, utopias. O sonho construído com o bem, tem como resultado beneficiar, não somente a mim, mas no mínimo, e do modo mais egoísta, ao menos aos que amo; o conhecimento palpado nas veredas do engano é a heresia do mal, da falência, do promíscuo e ínfimo, vai destruir em menos ou mais dias; vai mostrar para que veio.

A todo o momento, alguém fala comigo através de algum escrito, ou fotografia, porém, a mensagem que mais consegui ler, foi quando as olhei nos olhos e pude notá-las longe dos rótulos; vi tantas histórias e compreendi que se me atentar, em um dia posso aprender tantas coisas que j…
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A todo o momento, alguém fala comigo através de algum escrito, ou fotografia, porém, a mensagem que mais consegui ler, foi quando as olhei nos olhos e pude notá-las longe dos rótulos; vi tantas histórias e compreendi que se me atentar, em um dia posso aprender tantas coisas que jamais imaginária, se não me manter segura em meio as almofadas de meu umbigo, perceberei que o outro tem sentimento, e que seus olhos traduzem o que eu estava necessitando para continuar a escrever meus livros. Ah! Esses pequenos detalhes, tão santos, que me trazem a inspiração... Objetos e coisas, pessoas e sentimentos tão cheio de detalhes... Distraio-me de mim mesma, ao observar o mundo, esquecendo dos anseios que em muitas vezes, me tornam algoz.

Vejo o nada entre o vão dos meus dedos dos pés... "Vejo-o!" Imaginando-o estar em algum lugar; o simples fato de não existir, já existe... Teimando. O ego me atormenta a alma, tentando convencer de que o tudo é o que preciso, quando a miséria da aceitação em si, já me regojiza po…
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Vejo o nada entre o vão dos meus dedos dos pés... "Vejo-o!" Imaginando-o estar em algum lugar; o simples fato de não existir, já existe... Teimando. O ego me atormenta a alma, tentando convencer de que o tudo é o que preciso, quando a miséria da aceitação em si, já me regojiza por completo.

Sei falar palavras de difícil entendimento, apenas para confundir os que gostam de inutilidades que aparentam beleza ou por ofuscar um brilho que deveria ser feito de ouro. Isso chama atenção, tanto quanto o meu português ruim, quando quero, ou não, bastar-me a mim mesma. O ruim…
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Sei falar palavras de difícil entendimento, apenas para confundir os que gostam de inutilidades que aparentam beleza ou por ofuscar um brilho que deveria ser feito de ouro. Isso chama atenção, tanto quanto o meu português ruim, quando quero, ou não, bastar-me a mim mesma. O ruim também chama atenção e me faz lembrar sempre do ponto preto pequenino querendo se esconder na parede vasta, toda branca e lisa, porém sua cor é preta... São polegadas de satisfação para olhos que não perdoam. Se eu disser ponto “negro” serei processada por preconceito – as pessoas acham palavras para tudo!

Acordei cedo, meio tonta, ao olhar no espelho, não me reconheci... Lembrei-me dos sonhos e de tantos dias passados, quantos sonhos já havia conquistado? Por que demora tanto, e por que a felicidade se faz apenas, em tão curtos momentos, que de me lembrar, dá uma saudade tão gran…
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Acordei cedo, meio tonta, ao olhar no espelho, não me reconheci... Lembrei-me dos sonhos e de tantos dias passados, quantos sonhos já havia conquistado? Por que demora tanto, e por que a felicidade se faz apenas, em tão curtos momentos, que de me lembrar, dá uma saudade tão grande de ser feliz?

Ttodo tipo de conhecimento, merecedor ou não da dignidade de permitirmos que nosso mundo se modifique a ponto de recebê-lo, mas de uma coisa sei... E disso não abro mão, mesmo que não aprendamos com o mal, mas que ao menos, temos a visão e audição para enxergá-lo antes que ele se…
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Ttodo tipo de conhecimento, merecedor ou não da dignidade de permitirmos que nosso mundo se modifique a ponto de recebê-lo, mas de uma coisa sei... E disso não abro mão, mesmo que não aprendamos com o mal, mas que ao menos, temos a visão e audição para enxergá-lo antes que ele se aloje, forjando a sua aparência com o afã de engano, apresentando-se como um suposto contribuinte de construção e somatória.

Precisava de um gole denso de algo que fosse capaz de me trazer a realidade, por longos anos, durante os minutos que se passavam no relógio, o ponteiro era apontado para mim; precisava fazer algo, mas não sabia por onde começar; onde estava o trago doce ou amargo da salvação?! O…
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Precisava de um gole denso de algo que fosse capaz de me trazer a realidade, por longos anos, durante os minutos que se passavam no relógio, o ponteiro era apontado para mim; precisava fazer algo, mas não sabia por onde começar; onde estava o trago doce ou amargo da salvação?! O relógio ainda vagava descomunal por entre os algarismos obsoletos, mas era para mim, que o ponteiro ainda apontava - O que fazer quando se é cobrado para viver, e a miséria que constrói morada em sim resmunga às espreguiçadas... Quer apenas que eu sobreviva por entre o caos traduzindo o lamaçal que cobria os tornozelos cansados de andar e deixar suas pegadas sujas por aonde ia... Todos conseguiam me achar! Todos! Os rastros da imundice não me permitiam o isolamento total, em um lugar que eu pudesse estar definitivamente só até que o último suspiro quebrantasse o fio de vida que ainda me restava. Era covardia desistir sem olhar para o retrovisor... Olhei... Um susto ressuscitou o que eu insistia esquecer... Olhei pelo retrovisor, a paz que eu tive quando a fé era parceira. Vi os olhos de minha mãe me olhando quando me deixou na escola em meu primeiro dia de aula. Vi que meu pai sempre gastava todo o seu salário com a família, e jamais reclamava que o seu sapato estava velho demais. Tive nova oportunidade em ver os olhinhos de meu primeiro bebe quando nasceu - fomos as primeiras a nos olhar com a sensação de quem sempre nos amamos, mesmo quando ela ainda não existia. Hum! Aquela prova que estudei tanto; madrugada afora foi assim... Tirei uma nota três, e não morri por este motivo. Vi minhas mãos jogando as flores brancas por cima do caixão de minha avó, sabendo que nunca mais a viria, e diante disso, a dor por não ter lhe dito “muito obrigada por tudo que fez por mim”... Quando eu tinha medo do escuro e precisava ir ao banheiro... Quando não conseguia dormir, e ela me contava aquelas histórias de sua infância sacrificada na roça... É engraçado, o espelho me revelou um monte de fatos que eu não conseguia me lembrar mais... E estão a todo tempo registradas em meu DNA, e mesmo assim... Por que insistia em esquecê-los? Por que queria morrer com tudo isso guardado em mim, sabendo que não fui infeliz o tempo todo, mesmo diante da dor, há um conto bonito de sentir, e às vezes, era somente isso para bastar o eco de um vazio inválido... Migalhado... Inútil. Olhei para o relógio - o ponteiro havia deixado de me apontar à vida, pois a vida... Esta me apontava agora, a direção.

O túnel que percorro é escuro e a visão é turva. Abandonei tudo que me tirava o tempo que preciso para a dedicação de meu projeto. As pessoas me chamam de louca, evito ouvi-las. Se eu tiver que decidir um dia em deixar algo que quero por conta da busca pela a aceitação das pessoa…
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O túnel que percorro é escuro e a visão é turva. Abandonei tudo que me tirava o tempo que preciso para a dedicação de meu projeto. As pessoas me chamam de louca, evito ouvi-las. Se eu tiver que decidir um dia em deixar algo que quero por conta da busca pela a aceitação das pessoas, prefiro morrer sem tomar um último copo d'água diante da sede arrebatadora, pois se assim o for, de uma gota, se quer desta água serei digna. Não sei morrer se não for com a bandeira do meu sonho nas mãos.

Um acidente de percurso invade a sensibilidade corrosiva, trajeto que somente os corajosos conseguem galgar - terra de ninguém - sem nome, apenas reage aos sentidos - explosão! Bum! A ira misturada com a malícia, desejos secretos e proibidos, transbordam do emocional. Rasgo as ro…
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Um acidente de percurso invade a sensibilidade corrosiva, trajeto que somente os corajosos conseguem galgar - terra de ninguém - sem nome, apenas reage aos sentidos - explosão! Bum! A ira misturada com a malícia, desejos secretos e proibidos, transbordam do emocional. Rasgo as roupas, sentindo o prazer que não se limita, ouvindo o ranger dos fios se soltarem - desapego! Desgarrados a fórceps, ouvindo a dor, sentindo o vazio que há... Fio que junta ou separa - onde está a minha dose de salvação para não morrer de saudade? A ausência que apenas se traduz ou sinonimiza com a falta - falta de quê? - Falta de viver! Viver sentindo! - a raiva; a temperatura da água... O amor. Sentir é a expansão do que consigo descobrir quando me distraio do ego.

Se este amor resistir a tudo quanto foi relatado... Se este amor, mesmo assim, renascer em cada manhã... Digo... Posso escrever tranquilamente sobre este tema - fusão experimentada e testada por métodos rígidos que resultam o seu teor de durabilidade e resistência... Pureza e v…
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Se este amor resistir a tudo quanto foi relatado... Se este amor, mesmo assim, renascer em cada manhã... Digo... Posso escrever tranquilamente sobre este tema - fusão experimentada e testada por métodos rígidos que resultam o seu teor de durabilidade e resistência... Pureza e veracidade... Este é o amor... Bem mais que palavras... Um gesto informal de um milagre.

O medo faz a pessoa se sentir tola... O medo de algo que não aconteceu; criação negativa da mente; um pré-conceito de si mesmo. O efeito paralisante da ação, deixa o racional restringido; um absurdo delito contra o crescimento intelectual, e consequentemente, espiritual.
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O medo faz a pessoa se sentir tola... O medo de algo que não aconteceu; criação negativa da mente; um pré-conceito de si mesmo. O efeito paralisante da ação, deixa o racional restringido; um absurdo delito contra o crescimento intelectual, e consequentemente, espiritual. Medo do nada... Do que ainda não existe, a não ser, no plano das idéias; idéias pequenas, quase insignificantes, que não se comprovam, como dois mais dois são quatro. Argumento sem fato; são justificativas plausíveis, porém, inverídicas perante uma "possível ou suporta" situação. O medo de não conseguir; diminui a capacidade; intimida o desejo e endossa a insegurança. O medo do novo; medo de não conseguir ser feliz... Já torna alguém infeliz antecipadamente. O que adianta sonhar, sem não houver a ação? O que adianta por a ação, se não houver a fé? Não sei de onde vem a fé... Já inventaram fé vinda de tantos lugares que me deixam confusa, porém, sei, que a fé é parte da individualidade de cada um; da construção de um santuário vivo dentro dos seres. A fé que espanta o medo e subterfúgios de um fracassado suposto, porém, por ironia do destino, ou ironia de si mesmo, torna-se arrastado por forças imperativas da atração. As situações ruins não atraem pensamentos ruins; ao contrario... As coisas boas são atraídas pelos pensamentos negativos que as perseguem. Não é falta de merecimento; de oportunidades ou algo deste gênero. É falta de autoestima; falto do próprio amor; a impossibilidade de se amar a ponto de acreditar que se pode alcançar; de que se é capaz de realizar e que todas as coisas boas do mundo, é capaz de merecer.