POETA Eu queria ser um poeta Para transformar em poesias
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POETA Eu queria ser um poeta Para transformar em poesias Momentos que marcaram A minha infância Mergulhar no rio Das minhas lembranças Usar a caneta mágica Que o Agostinho Neto escreveu A sagrada esperança Me inspirar nas retinas Dos olhos de uma criança Uma flor, um ser inocente Que não merece dor Saudade do tempo Em que o joelho ralado Era curado com colo e amor Eu queria ser um poeta Para escrever poesia que trasborda essência de uma aurora Para ti Mulher Mereces ser amada, homenageada Como qualquer outro ser És o amanhecer És o entardecer És o anoitecer A rosa que brilha em qualquer jardim Diz-me o que deseja Serei o teu mágico da lâmpada Como no filme do Aladdin Autor: Adalberto Fábio