"E de repente quando mais que de repente as pétalas caem Se transformando em silêncio e apenas silêncio que embala a existência do eu, fazendo qualquer sinônimo de pluralidade coexistir...
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"E de repente quando mais que de repente as pétalas caem Se transformando em silêncio e apenas silêncio que embala a existência do eu, fazendo qualquer sinônimo de pluralidade coexistir... no que se transformou e em que palavras foram embaladas... em tais sem necessidade, mas que, todavia já foram lançadas. A passividade recae sobre o querer , o querer poder esperar que tal passividade evapore E será que ainda se pode... Palavras feriram , fizeram mais que podiam A Questão não estar em ser dúbio mas em voltar a amar , sim voltar, pois quem feri será que ama? ou só se ama não estar só e a si mesmo?"