Pular para o conteúdo

Frase de Ademir Missias

⁠Ano de 2020... Quando tudo estava no auge, O capitalismo tomava conta: A bolsa de valores crescente A burguesia os políticos o povo estavam contentes, Bebiam mais, comiam mais, viajavam mais.... O povo parou O mundo parou E o futebol acabou Não se podia abraçar Já não dançavam mais Não se cumplimentavam Não se encontravam mais, Não viajam mais, O dinheiro acabou E a fome aumentou A Nobreza se curvou E o capitalismo cedeu Os shows não existem Os templos já não existem E o carnaval acreditem parou E no povo morrendo E continua rezando. As ideias foram mudando Os sentimentos mudando E multidões partindo: Primeiro os viajantes, Os políticos, a nobreza... E não muitos distantes, Os humildes e até os arrogantes, Os mais fracos os doentes Os velhos foram se acabando E até jovens se despedindo Contaram-se os mortos.. 123.. Não deixe outro contar a sua história.... Vamos acabar com as dores Continuar plantando flores Que isto fique só na memória. Proteja-se. Ademir Missias Pandemia 2020

Ademir Missias

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Ademir Missias

A poesia acalma, renova a alma, planta a semente
Continuar lendo

A poesia acalma, renova a alma, planta a semente refresca a mente, Atrai a canção Alimenta o coração revigora o sabor e renova amor. Das manhãs de orvalho, na estrada longa, no atalho, nos dias de chuva em lua cheia... E nas tempestades...

Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá,
Continuar lendo

Banco do meu Jardim Num banco ao lado de um toco, Que um dia foi jatobá, Esta era de muita idade, Dela ficou saudade, acabou -se em uma tempestade, Deu lugar a um lindo e florido manacá Sentados naquela Bancada Em noites de lua cheia, ofuscada pela nuvem branda que a margeia Quase a gente não a via, Lá tinha muita magia Eu e minha amada, Para que falar de vida alheia.

⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante;
Continuar lendo

⁠⁠Sonho e Desejo ( Soneto) Despir-se o corpo e afoguear Encolerizar-se pelo coração que bate arfante; desejos desse instante! Sonhar com natureza as estrelas e o mar; Álacre o clarão do luar! O sal deixar o mar, Buracos negros e as estrelas se dissiparem Da natureza o verde desarvorar, O fogo do corpo e do sol e apagarem. O mal desaparecer, Da prisão domiciliar sair O clarão da vida reaparecer, Deixe-me contemplar, Antes de me despedir, Quão lindo o verde de seu olhar.