Frase de Maíra cintra
Que tudo venha assim, no silêncio, devagar, sem fazer alarde. Leve como uma folha que cai no outono e intenso como o calor do verão.
No pensador.ai desde
Que tudo venha assim, no silêncio, devagar, sem fazer alarde. Leve como uma folha que cai no outono e intenso como o calor do verão.
No pensador.ai desde
Pratique o desapego nas coisas ruins, que não trazem nenhum benefício ao seu crescimento e não em pessoas. São elas que nos vão mostrar o que vale a pena, o que devemos abandonar e o que merece ficar.
Quem eu sou?! Eu sou aquela eterna criança que brinca de vida de vez em quando para sair um pouco da minha responsabilidade de ser alguém na vida. Tá bom, confesso que sempre brinco, mas é que sinto um bem danado sendo assim, não adianta tentar ser alguém e não se sentir feliz co…
Quem eu sou?! Eu sou aquela eterna criança que brinca de vida de vez em quando para sair um pouco da minha responsabilidade de ser alguém na vida. Tá bom, confesso que sempre brinco, mas é que sinto um bem danado sendo assim, não adianta tentar ser alguém e não se sentir feliz com isso. Temos que fazer aquilo que nos deixa eufóricos, aquilo que faz o coração vibrar de alegria e o corpo sorrir de emoção. A única coisa que eu não costumo brincar é de sentimento, esse eu costumo levar bem à sério. Estou sempre me desculpando, me explicando e dando satisfações da pessoa que sou. Me cobro sempre que cometo um erro para não cometê-lo novamente, mas eu sei que um dia tudo se resolve e a vida trata, bem lá na frente de nos tornar bem melhores do que somos hoje, por mais tristes que sejam os nossos erros durante todo esse tempo.
QUEM NÃO FOR DE VERDADE, NÃO É NINGUÉM. Poderíamos ultrapassar todas as barreiras e dizer a verdade, poderíamos enfrentar a todos e dizer todas as palavras engasgadas na nossa garganta. Cuspir toda essa falsidade que a gente vai engolindo ao longo da vida, dar vida aos nossos pe…
QUEM NÃO FOR DE VERDADE, NÃO É NINGUÉM. Poderíamos ultrapassar todas as barreiras e dizer a verdade, poderíamos enfrentar a todos e dizer todas as palavras engasgadas na nossa garganta. Cuspir toda essa falsidade que a gente vai engolindo ao longo da vida, dar vida aos nossos pensamentos, ser defensores de nós mesmos, poderíamos fazer tudo isso sim, basta querer. Se é uma coisa que eu não consigo é engolir sapos, vou atrás da verdade esteja ela onde estiver. Se algo me incomoda, eu falo. Se alguém não vai com a minha cara, eu ignoro. Se alguém diz alguma mentira ao meu respeito, eu esclareço. Chega de fingir que todas as pessoas são verdadeiras com a gente, chega de agradar para não ficar sozinha, chega de mentir para si mesma que o mundo é colorido, chega. Aprenda uma coisa: as pessoas tem seus interesses, e um desses interesses pode estar em você. Eu observo, eu falo, eu escrevo, eu boto em prática. Não sou de ficar calada, me desculpem pelo meu jeito, mas o silêncio não faz parte da minha verdade. Eu não sou de dizer meias palavras, eu falo a frase inteira doa a quem doer. Muitos se afastam, outros se aproximam, mas os que realmente ficam são os verdadeiros. Eu não tenho medo de mostrar quem eu sou, de gritar sobre a minha pessoa, de escrever sobre o que eu penso. Posso estar errada, mas sei que muitos pensam como eu, mas preferem ficar em silêncio, no seu cantinho, no seu mundinho, na sua vidinha colorida onde tudo é as mil maravilhas. Eu vou continuando aqui, com as minhas verdades, nas minhas realidades, sendo quem eu sou porque se não for assim, nada serei.
UMA CERTEZA E VÁRIAS CONTRADIÇÕES. E dentro daquele olhar tinha uma esperança, era tanta esperança que não cabia dentro daquele olhar, mas ainda sim tinha. Uma ameaça em pensamento de uma desistência própria, mas não desistia. Um silêncio que berrava, um pensamento que não se ad…
UMA CERTEZA E VÁRIAS CONTRADIÇÕES. E dentro daquele olhar tinha uma esperança, era tanta esperança que não cabia dentro daquele olhar, mas ainda sim tinha. Uma ameaça em pensamento de uma desistência própria, mas não desistia. Um silêncio que berrava, um pensamento que não se adivinhava e mais uma história que não se traduzia. A vida daquela moça era assim, mas nem sempre foi e nem sempre irá ser. Uma constante mudança a tomava conta, um determinado passado a obrigava a ser mais cuidadosa consigo mesma, um ponto indefinido de uma trajetória sem uma chegada conduzia a caminhar cada vez mais para frente. E ela seguia seu caminho como se não deixasse nada para trás, mas deixava uma vida, uma vida daquelas que se pode dizer que somando com sua própria vida, ainda continuava uma só vida. Duas vidas em uma. Ela trocou segurança por dúvidas, arriscou suas certezas, atropelou seus sentimentos, partiu-se no meio e ficou inteira, de tão inteira tornou-se ausente dela mesma. Tornou-se mais presente de um futuro 'talvez' mais próximo e esqueceu que se lembrava daquilo que mais amava, a outra parte que deixou no meio do caminho. Talvez um dia a moça volte, talvez ela permaneça por aqui, talvez esse talvez não exista mais e se torne uma afirmação, uma certeza de que sua única escolha é seguir, para onde ela não sabe chegar, mas só sabe que irá chegar.