Frase de Giovane Silva Santos
Para uns Sodoma, Gomorra, Babilônia. Tentaram criar, edificar e batizar a perdição. Qual o prazer de manchar uma Terra, um povo, a criação. O ouro, o ciúme, a ganância, o orgulho. Alma e espíritos prostitutos. Não são as mulheres. São, é, a identidade fajutos. Pior, criminosos, maldosos, perversos ancestrais. Mas vejo o Brasil. Como uma virgem que ainda não cumpriu. De uma seara, de um anseio, do sangue transparente. De uma gente. Sedenta, vigorosa e cheia e fé e esperança. A leveza, a natureza de uma criança. Crê, por uma bondade eterna todavia. A coragem da mulher, Débora e Maria. Capaz, um Brasil misericordioso todavia. Isso sim, porque há um Deus zeloso. Que, ainda que recebe a negação. Vai ao barro. Cria um vaso. Cria uma nova geração. A natureza genuína, o sobrenatural. A identidade da família. A figura do paraíso. Que existe no Sangue de Jesus Cristo. Benevolência, amor, misericórdia sim. O rigor, a disciplina e a justiça crucial. Preponderante hoje, pra quebrar o ciclo do mal. A vida artificial. O engano dos Espíritos, ciências, tecnologias e inúmeras igrejas e religião. Que se esquece, o único, a igreja, de Cristo o coração. A mancha que se maquina e calcula. É a medida que se torna obsoleta. Como poeira ao vento. Judas, Pilatos e Barrabás, Caim, serpente nunca mais. Onde vive, revive, revigora, Deus, Altíssimo. Meu Brasil, a identidade de Cristo. Giovane Silva Santos
No pensador.ai desde