Frase de Gabriel Souza Poeta
SONETO DE OUTONO 3 Quanto aperto em meu peito Quanta agonia em versos presos, Quanta lacuna entre meus desejos Quantos sonhos fulgurados perfeitos. Outrora saudade envelhecida Em gotas de versos rabiscados, Hoje tormento de outono malgrado Entre doces primaveras entristecidas. Lembranças de incensos amargos Exalam sobre os versos D’um soneto de perdição, D’uma alma triste e abatida Como pétalas doces feridas, D’um amor que arde no coração.
No pensador.ai desde