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Frase de Adriano Augusto Silva

Oi, tudo bem com você? Eu tô bem kkkk bom eu tinha algumas coisas pra te falar mas não sei bem como fazer isso, sabe geralmente sou bom com as palavras, mas toda vez que preciso falar o que sinto por você, as palavras me somem, e me vem um aperto no coração, um medo de não ser bom o bastante pra você, queria poder te falar tudo que sinto, dizer o quanto você é importante para mim e mostrar o quanto a sua vida é preciosa pra mim . É inevitável não pensar em você, querer saber se você está bem. Talvez a vida tenha um outro plano pra nossa amizade, mas o que importa é te ver feliz e te amar maninha. Penso em você várias vezes por dia e confesso que eu amo isso, porque quando penso em você , meu mundo fica mais feliz e me sinto alguém melhor. Queria ser o suficiente pra você, queria te arrancar sorrisos e suspiros, queria poder te fazer a menina mulher mais feliz desse mundo, queria poder olhar nos seus olhos e dizer o quanto EU TE AMO...Todas as vezes que vou rezar você é a prioridade, sempre que falo com o Papai e a Mamãe do céu, eu fico pedindo pra eles cuidarem de você, para que eles fiquem sempre ao seu lado, que te peguem no colo e te cuidem como tesouro que você é.... Cada dia que passa eu me encanto mais com você e tenho a certeza que você é um presente que veio do céu, onde tenho a graça de ter em minha vida. Eu quero te falar como você é importante pra mim, como não me vejo sem nossa amizade, como eu desejo de todos meu coração ficar com você o resto da minha vida, como eu quero enxugar suas lágrimas, te segurar para não cair e se cair te levantar do chão, te fazer sorrir e caminhar com você até o céu, pois você é a irmã caçula que sempre pedi a Deus. Maninha você me mostra o céu, me faz sorrir e ter vontade de lutar cada dia mais por uma vida de santidade......eu posso ficar tentando achar as palavras mais belas do mundo pra dizer tudo que você é pra mim, mas acredito que posso resumir assim: Por você eu saio de mim e vivo em você....e eu vou TE AMAR até o último dia da minha vida, e lá do céu eu vou continuar te amando por toda a eternidade....

Adriano Augusto Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Adriano Augusto Silva

eu me sinto como um pássaro que não só teve as asas cortadas… mas como se tivessem arrancado pela raiz, deixando feridas abertas que nunca cicatrizam, como se cada batida do coração fosse um lembrete de que algo essencial foi perdido, algo que nunca deveria ter sido tirado e isso…
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eu me sinto como um pássaro que não só teve as asas cortadas… mas como se tivessem arrancado pela raiz, deixando feridas abertas que nunca cicatrizam, como se cada batida do coração fosse um lembrete de que algo essencial foi perdido, algo que nunca deveria ter sido tirado e isso dói de um jeito que não cabe em palavras, dói como se o ar pesasse, como se respirar fosse um esforço, como se existir tivesse se tornado um castigo lento, porque não é só sobre não poder mais voar é sobre olhar pro céu e sentir ele distante, frio, inalcançável, é sobre lembrar, e ao mesmo tempo começar a esquecer, como era ser livre, como era sentir o vento, como era subir cada vez mais alto sem medo, sem limites, sem essa dor cravada no peito e o pior… o pior é sentir que isso está escapando, que aos poucos a memória vai se apagando, que um dia talvez eu nem lembre mais como era voar e então nem a dor vai fazer sentido, só vai sobrar esse vazio estranho, esse silêncio pesado, essa existência quebrada, é como se eu estivesse preso em um corpo que ainda vive, mas tudo que fazia ele ter sentido já não está mais aqui, e agora não resta escolha eu preciso aprender a viver assim com essa dor que não grita, mas corrói, que não sangra por fora, mas dilacera por dentro, que maltrata, desgasta, consome… devagar, todos os dias, como um pássaro que ainda olha pro céu…mesmo sabendo que nunca mais vai voltar pra lá.

como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, a…
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como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, algo ficou, algo que te ensinou que sentir demais custa caro demais, e então você levanta paredes, não porque quer se afastar, mas porque já não sabe mais como não se proteger… e como conviver com esse vazio, esse espaço oco que não importa o que você faça, não preenche, um silêncio interno que grita, que ecoa, que te lembra o tempo todo que falta algo, ou pior, que talvez falte você mesmo dentro de você… esse sentimento de ser um peso, de ocupar espaço demais e ao mesmo tempo não significar o suficiente, de olhar ao redor e achar que tudo funcionaria melhor se você fosse menos, falasse menos, sentisse menos… existisse menos… de não ser o suficiente, nunca, como se você estivesse sempre devendo algo que nem sabe o que é, como se todo esforço chegasse atrasado, incompleto, falho… de mais atrapalhar do que ajudar, como se sua presença fosse um erro em andamento, como se, por mais que tente, tudo que você toca carregasse um pouco do seu caos junto… de querer amar profundamente, mas nunca conseguir se sentir amado de volta, como se existisse um bloqueio invisível, como se o amor até chegasse perto, mas nunca conseguisse entrar, ou pior, como se você não soubesse mais reconhecer quando ele está ali… e então fica essa contradição sufocante: um coração que ainda quer dar tudo, preso dentro de alguém que já não acredita que merece receber… como viver com um coração quebrado, quando cada batida parece irregular, cansada, sem direção, quando amar virou dor, lembrar virou dor, existir virou dor… e uma mente perdida, que não descansa, que não silencia, que te leva sempre pro mesmo lugar escuro, um labirinto onde cada saída parece falsa, onde cada esperança dura pouco demais… e no meio disso tudo você ainda está aqui, e isso não parece vitória, não parece força, não parece nada além de cansaço…

Ser a segunda opção é, muitas vezes, mais doloroso do que não ser opção nenhuma, porque quando não somos opção ao menos sabemos o nosso lugar e, por mais que doa, aprendemos a conviver com essa ausência, mas quando somos a segunda opção nasce algo muito mais cruel dentro de nós:…
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Ser a segunda opção é, muitas vezes, mais doloroso do que não ser opção nenhuma, porque quando não somos opção ao menos sabemos o nosso lugar e, por mais que doa, aprendemos a conviver com essa ausência, mas quando somos a segunda opção nasce algo muito mais cruel dentro de nós: a esperança, criamos expectativas, fazemos planos silenciosos, imaginamos conversas, momentos e risos que talvez nunca existiram para a outra pessoa, ficamos esperando mensagens que não chegam, gestos que nunca acontecem e uma atenção que quase sempre só aparece quando a outra pessoa precisa aliviar o próprio peso ou preencher um vazio momentâneo, a segunda opção vive assim, à margem da vida de alguém, presente apenas quando convém, quando sobra tempo, quando o coração do outro está ferido ou solitário, e depois disso tudo volta ao mesmo lugar de sempre, porque a pessoa retorna para quem realmente importa, para quem ocupa o primeiro lugar, e nós ficamos ali, em silêncio, tentando entender por que nunca somos suficientes, juntando os pedaços de uma esperança que se quebra repetidas vezes dentro do peito, e isso dói de uma forma difícil de explicar, porque no fundo tudo o que o coração queria, mesmo que fosse apenas uma única vez, era saber como é ser a primeira escolha, ser prioridade, ser alguém que não é lembrado apenas quando convém, mas que é amado de verdade.

Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a…
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Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.