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Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠SONETO DE AMOR POR MINAS GERAIS ... Minas, tu, das Gerais, amor do mineiro, primeiro Terra do ouro, dos belos horizontes, dos arraiais Quem aqui vem, volta, e contigo traz outros mais Afinal, hospitaleiro, chão de dama e de cavalheiro Da Beija e Chica, estradas Reais, é reconto inteiro Tiradentes, herói confidente, audaz, ceder jamais Sempre vivo a brotar na história, ó Minas Gerais: Do Aleijadinho, artesão maior, do rebanho leiteiro Distinto no jeito desconfiado, és roceiro, é chique Nunca verga, nem ao destilado de um alambique Dança catira, folia de Reis, é feliz a todo segundo Teu gonfalão vermelho e branco, é brava honraria Teus campos, a tua arte, de uma aguerrida poesia Minas, Minas, sem ti, que desencontro no mundo! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 18/04/2021, 20’21” – Araguari, MG Paráfrase Gabrielle D’Annuzio

Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

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Pensador.com

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Outras frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
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⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
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VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
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ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado