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Frase de Sabrina Mikarla

- Entre madrugas e limites A noite falava alto, Com aconchego e emoção, Onde almas em silêncio geravam conexão, falando sobre a vida, De prazer e reflexão. Num banco de encontro, nós dois nos consolávamos de feridas e culpas que só o coração guardava. Entre madrugadas e limites, nossa vida recomeçava, em uma única noite de encontro, sem rumo, em frente à praia. Quando o carinho se achegava, a minha mente paralisava… em pensamentos sem respostas, em meio à madrugada. Procurando um encaixe Nesse quebra-cabeça de peças embaralhadas. E foi assim que eu entendi O efeito e peso de curar, De tentar sarar uma dor Que nos fez nos despedaçar Nos levando a momentos diferentes da vida, Em lugares que eu nunca imaginei pisar. Dentro de mim, só se passava A sua necessidade de abraço, O que me fez falar de Deus E fortalecer o laço. Te ajudando a entender que ele também ama os que erraram, e que ainda transforma cenários que um dia foram quebrados. Admiro nossa paz, carinho e leveza, mas sinto que, pra amar, é preciso ter clareza. E não estar num limite entre amizade e incertezas. Entre nós, o tempo parece parado, Como se nada mais existisse, só o eco do nosso passado em tudo o que a alma resistisse. Quando o assunto é novamente falado. A cobrança sempre chega, trazendo a realidade em si, lembrando que encontros também precisam fluir. Deixando lembranças vagas, Que um dia precisaram partir.

Sabrina Mikarla

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Pensador.com

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"Incertezas que ferem a alma" Conquistar alguém Exige tempo e leveza
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"Incertezas que ferem a alma" Conquistar alguém Exige tempo e leveza Mas quando o assunto é amar É preciso clareza Para iluminar a mente Daqueles que não sabem correr Em busca da sua felicidade Ao invés do seu próprio prazer Deixando quem os inclui Por uma vida que não flui De um passado que já se foi Na esperança de renascer Num ponto de escuridão Comandado pela frieza A conexão fala baixo Com medo da incerteza De um velho coração Sem amor e sutileza Por expectativas em alguém Pode ser até engraçado Para aqueles que buscam um besta Ao invés de um amor incansável Onde a cura cicatriza Uma dor incurável Nas feridas de um peito Quebrado em pedaços

⁠"O Tempo" Em uma janela temporária Eu me vi a repensar
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⁠"O Tempo" Em uma janela temporária Eu me vi a repensar Sobre um mundo cruel Que ainda não sei como lidar Achar um caminho sem resposta Nele é pura indignação Dar no mesmo a meia volta É um tempo, uma missão. Sentir-se frágil e debilitado Neste, é só apenas uma junção Das dores de um peito, Onde habita aflição. Num calendário deplorável Vemos meses de exploração De uma vida angustiante Chamada solidão Dos dias singelos e nostálgicos Busquei no mundo a gratidão Nos altos e baixos Mostrei força e superação E para quem duvidou de mim Entreguei minha dedicação Em tudo que eu queria Para decifrar meu coração.

⁠⁠"Minhas recordações" Aos olhos de um poeta Ao amor de Deus
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⁠⁠"Minhas recordações" Aos olhos de um poeta Ao amor de Deus Eu descubro o mundo E o brilho que só ele me deu Das extensões da vida Ao amanhecer do céu Só és tu ô menina A flor desenhada em meu papel De flores em jardins Tu fostes a que prospera-se E com seu brilho Sua incapacidade mataste Em meio de chuva e sol Seguinte em frente Onde achou o amor Que sempre se teve presente Da vida banhada de flores, Herdastes mil cores Do tempo perdido Mostrou seu sorriso E no fim se tudo, Manter-se segura Sem mais ninguém Somente com ternura.

⁠"Amar" Amar é nadar e nadar E não sair do lugar
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⁠"Amar" Amar é nadar e nadar E não sair do lugar É viver sem ar, Com dor e sem lar. Amar é viver-se longe E ao mesmo tempo perto. É como sarar feridas, Em meio a muitos pregos. É fazer um estrago por inteiro, E ao mesmo tempo ter medo De perder e de ganhar Uma pessoa espetacular. É uma paz desconhecida Uma loucura sem medidas Onde a complicação, só complica Numa ligação não correspondida. Amar é ir ao mar Sem ter mar É um sentimento sem sentido Uma omissão do infinito. Onde lembranças são só momentos Dos quais já tenho esquecido Servindo como escudo Para o meu coração abatido.