Frase de Geraldo Dantas Poderoso
Com o passar do tempo, as siglas mudam, mas a finalidade sempre é a mesma, manter o povo escravizado
No pensador.ai desde
Com o passar do tempo, as siglas mudam, mas a finalidade sempre é a mesma, manter o povo escravizado
No pensador.ai desde
“Desarquivando a Ditadura” Alguns repudiam a miséria, Outros, enriquecem dela...
“Desarquivando a Ditadura” Alguns repudiam a miséria, Outros, enriquecem dela... Alguns lutam por justiça social, Outros, se vendem. Alguns, mesmo duramente seviciados, assumem seus ideais de igualdade, Outros, dilaceram... Alguns milhares tombaram em guerras sujas, Outros, escondem a verdade. Alguns são reconhecidos pela história como heróis, Outros, por algozes. Alguns são homenageados, Outros, são esculachados. Alguns sempre terão a cara do Brasil, Outros, do imperialismo. Alguns sempre serão dignos, Outros, lacaios.
Nos Porões da ditadura, uma flor... Foi submetida a requintes de crueldade por seus algozes E por serem animais homens, conspurcaram-na
Nos Porões da ditadura, uma flor... Foi submetida a requintes de crueldade por seus algozes E por serem animais homens, conspurcaram-na Insatisfeitos, a mutilaram Nos porões da ditadura, uma flor... Foi silenciada pelos agentes de repressão Com uma rajada de fuzil FAL A queima roupa, estraçalhando-lhe o corpo Nos porões da ditadura, muitas flores Foram ceifadas barbaramente Em nenhum momento calaram-se Nem diante do pavor e da dor Nossos jardins jamais serão os mesmos Sem a presença delas Mesmo sabendo que outras nascerão Para florir este país de beleza e bravura
“Os próceres da revolução” O imperialismo traz a marca da desigualdade A desigualdade traz a marca da injustiça
“Os próceres da revolução” O imperialismo traz a marca da desigualdade A desigualdade traz a marca da injustiça A injustiça traz a marca da dor A dor gera revolta A revolta gera reação A reação gera revolução A revolução gera heróis Da marca de Lamarca e Marighella
Corvos covardes se corromperam se unindo aos abutres. Invadiram no romper da aurora, minhas terras onde moro. Ataques violentos incessantemente devastavam as esperanças semeadas
Corvos covardes se corromperam se unindo aos abutres. Invadiram no romper da aurora, minhas terras onde moro. Ataques violentos incessantemente devastavam as esperanças semeadas O espantalho não os intimidava, pois os aliados lhe garantiam impunidade. Nas terras vizinhas o mesmo mal se abatia. Em terras distantes com perdas enormes foi possível os afugentar. Tal exemplo foi seguido por poucos que não suportaram a humilhação. Mas não tiveram a mesma sorte, pois aqui sequer havia munição apenas coragem. Nossos irmãos foram aniquilados sem piedade. Alguns nem mesmo podem ser velados por ocultação de cadáveres. Coube o tempo adubar o solo para as gerações futuras. Ainda hoje somos obrigados a acatar uma determinação do Ministério da Agricultura... É terminantemente proibido caçar corvos. E na televisão os abutres ostentam seu poderio