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Frase de Gino Sanches

Entenda, posso ter o “estilo” canalha de tantos, ou um jeito agradável que não chega a santo. Mas não sou todo mundo e meu mundo não é um mundo comum. Viver nele é doloroso, tenso e acustume-se a ser visto como vilão. Há em mim momentos de serenidade, sanidade e algumas alegrias, mas serão apenas momentos. Eu vivo uma loucura que grita e agride a calmaria. É como se duas vidas de um mundo paralelo fossem vividas em um único instante. Sempre julgado, sempre condenado, sempre o lado que não vale a pena. Poucas pessoas conseguirão ver através de tudo isso quem de fato eu sou. Você chegou bem perto… Olhou sem os vícios da alma, sem base no conceito dos outros. E sabe Deus como eu quero que permaneça a me ver como os demais não conseguem. Os demais pouco me importam. Você importa demai

Gino Sanches

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Conheço bem os caminhos de teu corpo Cada curva sinuosa, cada trejeito louco Entendo os sinais, cada som, cada mordida
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Conheço bem os caminhos de teu corpo Cada curva sinuosa, cada trejeito louco Entendo os sinais, cada som, cada mordida Cutuco a Onça com “vara não tão curta” e te desperto Vida Desvendo a cada encontro milímetros desta gruta No interior o ventre reluta Segundos da mais deliciosa luta Tremor intenso e o corpo desfruta

Certos amores que entram em nossa vida é uma verdadeira armadilha. Aprisiona, fere e dilacera. Quanto mais nos aprofundamos, mais nos machucamos. Se não sabe lidar com o amor alheio, seja cruelmente sincero e diga o que quer, nunca finja amor.
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Certos amores que entram em nossa vida é uma verdadeira armadilha. Aprisiona, fere e dilacera. Quanto mais nos aprofundamos, mais nos machucamos. Se não sabe lidar com o amor alheio, seja cruelmente sincero e diga o que quer, nunca finja amor. Cuide para que não prove do próprio veneno.

Chego sem pedir licença Assumo o controle Exijo sua presença
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Chego sem pedir licença Assumo o controle Exijo sua presença Pego, Tomo e não Revogo Jeito de mostrar que te adoro Tanto é meu desejo que já está marcada Ajoelhada me olha... Sorrindo não se faz de rogada Corpo que se sujeita, a gora se ajeita Sussurra meu nome É assim que tu me aceita