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Frase de Danny Boy

O Pássaro Dourado... Curiosamente algumas vezes, nos sentimos desconectados... Dispersos, vagando aleatoriamente sem uma direção definida Mesclando momentos... Alegria, virtude e compaixão Em outras incertezas, criadas por nossas personalidades... Como um belíssimo Pássaro que voa vagando inocente sem consciência da pura e magistral beleza... Sentimentos de um Guerreiro medieval, que revestido de uma armadura pesadíssima e enferrujada retorna para o aconchego do lar... Ferido, machucado e cansado, mas firme e em pé aguardando a próxima batalha... Pássaro de cabelos dourados Em um espiral de vida e morte crescimentos e realizações... Morte e vida abraçados em uma dança eterna... Lindo pássaro de plumagem dourada que resplandece aos raios do sol... Voe pássaro, voe diligentemente atravessando obstáculos e incertezas... Experimentando os sabores doces da vida... Pendendo-se somente a ti Escolhas, transforme-se E brilhe, brilhe intensamente Afinal a natureza, não lhe proporcionou este dom... Mas ele está lá contido, presente consigo... Brilhe como um lindo e eterno vaga-lume... Beleza única da criação, que traz em si um brilho próprio, que contagia irradiação própria... presente divino em seus cromossomos e células Pássaro Dourado... O seu olhar doce como o néctar das flores... enigmático como o labirinto Encantador como um feitiço Que aos desavisados Poderia transparecer o céu, e também a perdição da paixão... Voe, voe... Voe Pássaro Dourado...

Danny Boy

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Danny Boy

O Fortuna... Interrogações do acaso e da natureza
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O Fortuna... Interrogações do acaso e da natureza antigravidade do estabelecimento da razão, ponderações alheias ao desconhecido, matéria não gerada pela matéria e refinada na aleatoriedade e descompasso da razão... Escolha moldada da incerteza e presente da paixão... Círculo de contradições, inversão do conhecimento e sobretudo dos sentimentos e poder do profano da vida... Roda de valores e condições, inversões de caráter da vida... busca incansável do desejo e do prazer, fantasia criada e gerada tanto pelo divino, quanto pelo obscuro... compasso de pecados e paixões blasfêmias e sonhos, palpáveis e impalpáveis ornada em uma pirâmide de juízos, discernimentos e pecados... A roda alegoria da vida, espelhos de vaidades, ambições em um mistério de pecados capitais... gula, avareza, luxúria, irá, inveja, preguiça e soberba... a roda que inverte e reverte cria e recria, nivela e revela... ponderações da existência. intimamente ligada ao viver... e ao sentimento mais humano o sentimento da posse, do querer... Construção da vida humana, estatísticas dos conceitos e valores humanos, amplitude do querer e do possuir... material e/ou imaterial sacro ou mundano assertivo ou pecaminoso lícito ou ilícito relativa somente ao desejo, aos prazeres e ao instinto... Vislumbre inocente de um coração infantil... Mas mortal como o veneno de uma serpente...

Saudades... Momentos ímpares, devidamente bem guardados
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Saudades... Momentos ímpares, devidamente bem guardados nas memórias, nos dias e noites... Na companhia, no andar de mãos dadas... nós aromas, nos amores, licores, cores e sabores... quantas saudades, de um tempo que ficou para trás... Lembranças, episódios... por vezes intrigantes, por vezes engraçados, por vezes inesquecíveis... Jornadas de conhecimentos brincando com sentimentos... Canções de amor, mensagens e juras, palavras ao vento, sorrisos e devaneios Sonhos figurados... Saudades de seu cheiro de mulher... que de tão familiar tornou-se tão desconhecido... Mas ao leve sopro de sua presença palpitações surgem e transbordam os sentidos... Frio e gelo abaixo de zero insegurança... olhares desconexos... Razão e emoção abraçados em uma dança romântica com um final inesperado e desconhecido... Saudades daquele olhar despretensioso, que nele haviam várias pretensões... Como um espelho preso por uma parede sem muros mirando o intangível... sob custódia da emoção e refém do querer... Saudades daquele copo inebriante de Whisky... Que tomado uma vez, todos os outros perderam o sabor... saudades daquele abraço que relembrando o último temos a nítida impressão de ser o primeiro e único... Saudades!!! Autor: ;D

O Catavento... Fábulas inocentes de criança, inocência grifada por sorrisos
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O Catavento... Fábulas inocentes de criança, inocência grifada por sorrisos Na infância adorava moinhos e na minha concepção de quimera, entendia que o pequeno Catavento era a realização do mais próximo contido em um elegante moinho como em um sonho, vagando pelas pradarias e estepes da Andaluzia, Imortalizada na poesia de Cervantes... Cataventos coloridos, de formas e ângulos... brincadeira de criança correndo livre ao vento... Livre frescor de juventude Aspiração de emoções que beiram ao intangível, ao impalpável, mas que em seus rompantes de brisa move e comove corações apaixonados... Cataventos Instrumentos de trabalho para um coração puro, livre e indomado... Lembranças doces e inocentes que os anos deixaram para trás. Cataventos sob uma tarde, que vivenciou chuva, chuviscos e sol combinação perfeita para o belo firmamento azul celeste, inspiração divina, que cria o arco-íris... Catavento escultura científica cheia de trabalho, ângulos geométricos, física, matemática. - Ciências exatas!!! Mas que ao estar presente nas mãos de uma criança... Torna-se um forte conector de aspirações!!! Matérias-primas para um coração apaixonado pelo viver... Rememore as nossas crianças aquele espírito intrépido e de encanto pela vida, pelos sentimentos... Sopros e lufadas de ventos, gire, gire sem parar pequeno Catavento... Autor: ;D

El valor que no se ve... Por dias caminhamos, procurando uma direção
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El valor que no se ve... Por dias caminhamos, procurando uma direção direções, caminhos, e oportunidades... Busca incessante, causa humana para a felicidade... Buscamos, aspiramos, interagimos... e retornamos ao mesmo ponto -o início... Como uma órbita planetária traçada, onde astros e cometas, resplandecem sobre o firmamento... Por vezes aspiramos dos céus o merecimento, a magia o encanto... Tal como o cântico apaixonado de um pássaro noturno aos primeiros sinais do crepúsculo... Passamos objetivando as futilidades da vida, que esquecemos o grande valor da vida... Busque-se o belo, presente na natureza, busque-se o belo, no abraço fraterno, busque-se o belo, nos gestos de uma criança... Cresça, infle, floresça e voe Torne os dias lindos, para si e para os semelhantes Confunda a vida, reinvente-se pois nos momentos que precisar... O dom do valor que não se vê, Retornará... Trazendo consigo a semente da felicidade há tempos perdida... Autor: ;D