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Frase de Tiago Amaral

Selvagem e Livre Pessoas verdadeiras são as loucas e no seu interior a humanidade delas se reflete como algo puro e verdadeiro. Ao tocar o verdadeiro real sentido da vida uma alegria inexplicável me envolvia tomando conta de mim e do meu coração o enchendo de paixão e de amor pela vida. Intensificando esses sentimentos que já eram frutos normais do meu ser interior. Que só se intensificou com as lições e testes da vida e do destino. Quando a noitecia e as estrelas nasciam com seus brilhos celestes a lua então tinha a vez dela. Então a própria apareceu para que eu pudesse para ela uivar minha livre liberdade. Nessa hora não havia nada, porque simplesmente não a nada, mais puro do quer a liberdade. A não ser a beleza da aurora que a própria liberdade me dava o prazer de ver e de poder comtemplar em pleno meu viver. Quero morrer em plena liberdade longe da sociedade que nada tinha a me oferecer a não ser obrigações e limites para viver. E ainda uivando para lua a morrer na minha forma original de ser, livre e selvagem.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.