Frase de Sandro kretus
Portas escritas Minhas calças curtas De travessuras, de caçadas E aventuras, Monteiro Lobato Minha filosofia Suassuna E meus olhos cegos, Saramago Nas minhas borboletas mortas, Baudelaire Na minha angustia, Florbela Espanca Uma rosa sem perfume E em sua dor, Augusto dos anjos Beija sem ciúmes Um beijo tépido no silêncio Mortes, chagas, visões, infernos de Dante Minhas mãos Machadianas escrevem versos de Quintana Em uma ensolarada tarde, e as horas passam, voam Ninguém vê Virginia Woolf E Drummond com cara de bom, olhando o céu ao lado de Bandeira De bobeira, soltando pipas no ar, sentados na areia Na Villa dos lobos, um Tom toca Vinícius Eça de Queiroz iça seus anzóis com palavras de ternura Usando toques de Neruda Eu ando pela Baker street mas não encontro Conan Doyle Nem Jô Soares, e na corrida do ouro, Allan Poe corre Apressado com os corvos enquanto Mary Shelley tranca seu monstro no armário No corredor, Crowley vê Levi, e Bram Stoker carrega um bebê vampiro nos braços Fernando pessoa visita o salão filosófico de Platão Enquanto meus olhos de Byron naufragam num mar revolto...............
No pensador.ai desde