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Frase de Leandro Pantera

Mônica e Cebolinha costumavam fazer piquenique numa pequena caverna em um lindo bosque, próximo de onde moravam. A caverna oferecia abrigo e lá comiam os diferentes pratos que Mônica preparava com muito bom gosto e Cebolinha adorava tudo que ela fazia. Mônica num destes piqueniques, observando Cebolinha devorar as gostosuras com satisfação, perguntou: — Cebolinha, entre tantos e diferentes pratos que preparei pra comermos nesta caverna, me conte, qual deles mais gosta? — Se está culiosa eu conto: — Não adolo plato algum. — Adolo Platão.

Leandro Pantera

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Pensador.com

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Outras frases de Leandro Pantera

Antigamente formadores de opiniões eram chamados de profetas. Atualmente os profetas são chamados de formadores de opiniões.
Vivemos em média no máximo 100 anos, em busca de riqueza, prestígio e do precioso, que por definição é belo, raro, de valor elevado e eterno. Na hora da morte descobrimos, que os anos que vivemos, foi o tempo que tivemos para lapidar nosso espírito, que belo ou não, será o único…
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Vivemos em média no máximo 100 anos, em busca de riqueza, prestígio e do precioso, que por definição é belo, raro, de valor elevado e eterno. Na hora da morte descobrimos, que os anos que vivemos, foi o tempo que tivemos para lapidar nosso espírito, que belo ou não, será o único bem que teremos que carregar eternamente. O quanto de riquezas você possui?

Não há prova da existência da verdade absoluta e, se houvesse, não seria absoluta, seria apenas verdade, e não dependeria de prova ou sinônimos, seria unanimidade. Não é verdade? Na verdade, verdade existe, porém não possuímos a capacidade de compreendê-la. O que temos para tent…
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Não há prova da existência da verdade absoluta e, se houvesse, não seria absoluta, seria apenas verdade, e não dependeria de prova ou sinônimos, seria unanimidade. Não é verdade? Na verdade, verdade existe, porém não possuímos a capacidade de compreendê-la. O que temos para tentar defini-la é apenas a mentira, está bem mais compreendida, mas não é suficiente. Talvez tenhamos que entender que, para compreendê-la, precisamos perder a necessidade de encontrá-la ou encontrá-la na necessidade de perdê-la ou apenas respeitar nossa própria incapacidade de entendê-la.