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Frase de melris caldeira

Edson Dos Santos & Marli Caldeira Melris O MEU AÇAÍ E O TEU MEL... Um diálogo Dou-te um doce se adivinhar o que coloquei na minha boca agora... É açaí? Ainda não! É pêssego em caldas com creme de leite hum Delícia! Minha boca ta um doce amigo Vem cá eu ponho na boquinha Hum!!! Estou gulosa Acho q vou comer Tudo de uma vez! Ainda mastigo... Bebeu o caldinho? xi! Enguli tudo acabou! Tomei o caldinho! O caldinho! claro. Sem caldinho não pode ne poeta. Voltamos ao mel com açaí Bom menino. Gosto de meninos obedientes às vezes... Gosto de mandar às vezes... E eu brilhando pelo mel Juntos se lambuzando Dois corpos num so O mel e o açaí Um escravo do Pará molhado de creme de açaí Vem cá, trazer o açaí Eu te espero com o mel Vem! Vem! Aqui! Prefere-se assim Obedeço tbm às vezes Boa menina! assim que eu gosto! O açaí é muito forte Vai agüentar? Tem energia De 24 horas Olhos atentos... Quem sabe Só tentando pra ver POEMAS Com açaí fica assim... Corpo aceso indomável insaciável Energia de sobra Tem o açaí Prazer absoluto inconfundível Descomunal Coisa de louco Só poetando meu caro Não quero Não quero nada regado O muito ainda é pouco Tem-se fôlego Pode vir Se não Pode partir E me deixe Não volte Nunca mais Nunca mais Só mesmo com açaí Ta querendo é Misturar mel com açaí Para se lambuzar Da cabeça até o pé E no auge da doçura Não há boca que resista O gosto dessa loucura Não há quem desista Você prova do meu mal Eu provo do teu açaí Assim lambuzamos o céu Já que ele está aqui Não há boca que resista Ao mel com açaí Vou me lambuzar Saborear Eu te dou o meu açaí E você me dá o seu mel Vamos nos tocar Do seu mel eu vou beber Nem uma gota deixar cair O seu mel quer comer O meu açaí Quer entrar E ficar no céu Então eu me sacio E me realizo E você se completa E solta jatos de mel No meu céu Edson Dos Santos & Marli Caldeira Melris

melris caldeira

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DEPOIS DAS ONZE Marli Caldeira Melris Depois das onze Que nos beijamos Estaremos á sós Grudadinhos Como unha e carne A flor e o caule A garagem e o carro A vassoura e o cabo Depois das onze Que a lança empina Reage e dar pinotes Procura uma fenda Quer entrar e sair Fazer estripulias Pular de alegrias Dar e ganhar prazer! Depois das onze (...). Silva Manuel 09:48 Silva Manuel Depois das onze (...). Que horas tão esperadas e nada! Mas sempre haverá umas depois das onze, é metal que reluz, é ouro, cobre, é bronze. Depois das onze, a lança tão almejada, levanta a ponta já inchada, lateja, e solta jatos de realização, mas, o dono, a mão, já cansados, buscam o leito vazio pra descansar, sua luta, sua glória, afinal o corpo vencido pede paz, que ficar a sós, debaixo do seu dia sempre, a sós. Depois das onze...