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Frase de paulosergio-artes

'CAMPO DE BATALHAS' Lembro-me da primeira vez em que os vi e confesso que fiquei assustado, muito amedrontado. Seu aspecto era ruim; ruim nada, para ser mais preciso, era horrível mesmo. Permaneci ali, por um longo momento, parado, espreitando seus movimentos, alerta a qualquer sinal de ataque. Mesmo diante daquela assustadora ameaça não pude deixar de pensar no que aconteceria em um confronto direto entre mim, e eles. Sem formas definidas e com muitas variações na sua compleição, ou nas varias maneiras de se apresentar, tornam-se verdadeiramente assustadores; como se já não fosse suficiente o enorme estrago que estes vilões podem desencadear em uma batalha. Atacam sempre em grupos imensos, ou, imensuráveis, quase sempre sem um prévio aviso. São facínoras, pela sua própria intenção e propósito mas que seguem simplesmente um objetivo: o de se instalar nos campos de defesa dos desavisados e provocar muita confusão, e como provocam! Por outro lado, eu, e meus semelhantes, somos criaturas benévolas, com aparência mais agradável, criadas para organizar um plano de defesa eficiente e que, da mesma forma, possuímos também uma grande capacidade de defender ferrenhamente nossas moradias. NA= ('Quando se adquire algum conhecimento, seja ele transmitido pela ordem natural da hierarquia da convivência entre os que já detêm estes conhecimentos, os ditos 'estudados'; seja pela capacidade de absorver estes conhecimentos através de incessáveis e exaustivas horas, e mais horas de pesquisa nas mais variadas formas de propagação destes conhecimentos, ou até pelo método que considero como uma espécie de 'osmose indutiva': -'vivo entre os que sabem, sou esperto e ouço com atenção, assim aprendo também'. Apesar de todos estes conhecimentos, tem-se a nítida certeza de que, numa breve análise, o mais sensato em uma situação semelhante, seria bater em retirada, ou 'vazar', como provavelmente diriam aqueles que, nem por um átimo de tempo, estariam interessados na etimologia destas palavras ou simplesmente no significado do texto'). Voltando a refletir sobre os próximos e inevitáveis acontecimentos, penso: 'se eu tivesse o tempo que o autor teve para processar os pensamentos, organizar seus métodos de enfoque e tomar decisões precisas, talvez este meu medo se diluísse, como as palavras que nascem onde principia o pensamento e se multiplicam onde é necessário o conhecimento. Mas isto é o que não possuo, o tempo! Até porque em situações como esta, o tempo, na mais pura acepção da palavra, poderá apenas ser uma 'overdose de vida'. O ataque virá, com toda a certeza deste, e de outros mundos e não será um simples ataque, onde um vive, e outro morre; neste caso, não há outra opção. Será um ataque em massa, um confronto de tirar os pés do chão. Armas empunhadas, sobrevivência a todo custo. Muitos morrerão, aos milhares cairão. De um lado, os inoportunos e poderosos invasores que com sua terrível força de destruição tornam-se assustadoramente mais poderosos, principalmente nos primeiros e mais cruciais instantes desta fabulosa batalha. De outro lado, eu, e meus asseclas empunhando com bravura e coragem, nossos escudos, nossas defesas. Como em muitos casos, onde a união faz a força (não o açúcar), os que estão em maior número possivelmente sairão vitoriosos mas provavelmente isto não aconteça. Os inimigos, contando com a supremacia do ataque nos primeiros momentos, são poderosos e decididos em seus princípios, pois seguem uma programação anímica. Não lhes resta alternativa senão ir em frente, atacar, lutar e invadir a qualquer custo. Para eles não haverá o reconfortante e esperado momento de retorno ao lar, aos seus semelhantes. Simplesmente não há lar para voltar. Sabiamente percebendo que, estando em número menor, fracassaremos, enviamos um primeiro batalhão, que terá como objetivo ir de encontro aos adversários para examinar, qualificar e quantificar os opressores. Não havendo resposta positiva ao contra-ataque, outro batalhão, agora em maior número (centenas de milhões de novos soldados se unem aos flancos) é enviado, imediatamente. A vitória real, neste campo de batalhas, dependerá de muitos fatores. Dependerá da força letal de ação dos oponentes, ou, da força da união e da resistência dos defensores, às vezes até da intercessão divina. - CAST: Soldados inimigos: vírus, bactérias, fungos e outros. Soldados defensores: cadeia de glóbulos brancos; linfócitos, neutrófilos, basófilos, etc. Agentes externos: bactericidas, antivirais, antiinflamatórios, antibióticos de várias gerações. Autor: Paulo Sergio Francisco

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Pensador.com

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Acima de tudo, o que revela a nossa força, é ter a certeza de buscar sempre, com palavras e atitudes, amenizar as adversidades dos que nos são queridos. É a vontade de colaborar para que os infortúnios alheios sejam menores que os nossos próprios. É o desejo puro, inerente a pouc…
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Acima de tudo, o que revela a nossa força, é ter a certeza de buscar sempre, com palavras e atitudes, amenizar as adversidades dos que nos são queridos. É a vontade de colaborar para que os infortúnios alheios sejam menores que os nossos próprios. É o desejo puro, inerente a poucas pessoas, de querer compartilhar as aflições dos menos afortunados. É querer transformar as pedras dos caminhos dos aflitos, em bálsamos de fé e esperança. É ter a dignidade de perceber que a vida fica mais leve a medida que deixamos de olhar para os nossos problemas e nos colocamos à frente dos problemas dos outros. Não se mede a força de alguém, somente pela capacidade que tem, ele mesmo, de enxergar suas próprias vitórias. Todo esforço destinado a conseguir realizar algo, mesmo que isto signifique, para alguns, uma demonstração de força e poder, nenhuma relevância terá se não houver intenção de partilha. Altruísmo não é pecado e nem tampouco deveria estar fora de moda. O ego, se mal administrado, pode desenvolver reações indesejáveis, muitas vezes com prejuízos irreparáveis. Parafraseando Albert Einstein: "O valor do homem é determinado, em primeira linha, pelo grau e pelo sentido em que se libertou do seu ego".

Tudo está na mente, absolutamente tudo! Imagens mentais, geradas a partir das decepções vividas, sejam elas por atitudes ou pensamentos negativos, perpetuam nos porões do inconsciente. O cérebro tem, entre várias funções, a capacidade de captar, aceitar e registrar tudo o que aco…
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Tudo está na mente, absolutamente tudo! Imagens mentais, geradas a partir das decepções vividas, sejam elas por atitudes ou pensamentos negativos, perpetuam nos porões do inconsciente. O cérebro tem, entre várias funções, a capacidade de captar, aceitar e registrar tudo o que acontece em nossas vidas, ao nosso redor. Tudo o que acreditamos ser real, a mente aceita como tal, mas, nem tudo o que a mente registra, deve ser considerado como real. Por outro lado, aceitando (e entendendo) os revezes da vida como reais oportunidades de crescimento pessoal e espiritual, mudamos este padrão mental. Tudo está na mente, absolutamente tudo. Buda escreveu: "- A mente é tudo. Você se torna aquilo que você pensa".

A dor e o sofrimento são, na verdade, oportunidades que a vida sabiamente nos proporciona para que cresçamos e que nos tornemos mais fortes. Não existe medo, ele é uma criação da nossa própria mente. Precisamos procurar entender que as cicatrizes deixadas pelas atitudes, nossas o…
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A dor e o sofrimento são, na verdade, oportunidades que a vida sabiamente nos proporciona para que cresçamos e que nos tornemos mais fortes. Não existe medo, ele é uma criação da nossa própria mente. Precisamos procurar entender que as cicatrizes deixadas pelas atitudes, nossas ou de outros, que nos causaram certos sofrimentos, nada mais são que a ação da Lei do Retorno. Buda diz: "-A mente é tudo. Você se torna aquilo que você pensa".