Pular para o conteúdo

Frase de Barroes

Perdido Estou perdido nas lembranças dos bons momentos; Nas sombras dos diferentes hábitos que aflige me. Voo a procura do aconchego, sossego e paciência; Como um grande pássaro nas graças dos ventos. Carente dolente e só no esplendor da aurora; Perdido Voo na calma das asas da saudade. Ó cruz áspera do martírio, das amargas nostalgias; Já não sei mais o que neste meu jardim chora. Pela saudade que aflige e cega minha alma? As tramas vivas dos teus espinhos, que enfeitavam Com teus,os doces beijos a minha ossada? Ou os loucos desejos, que fez meu corpo ser devorado? Que dor. ó cruz que atrás de mim encravada encontra se Hoje meu cadáver de braços abertos sobre ti deito; Estremece a brisa, as pálpebras cessam se para sempre; Por fim adormecem meus castanhos olhos na escuridão. Já não sei mais quem sou eu ou o quem já fui; Debruço minha alma sobre o jardim dos moribundos; Enquanto seu amor sob a mansidão da delicadeza; Cortinada vejo sobre um coração paladino repousar.

Barroes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Barroes

Meu amor, só o tempo é que pode roupar você de mim.
vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação;
Continuar lendo

vivo uma vida simples, cheia de conexão; Olhando dentro de mim e vejo destruição; Eu já não mais encontro a iluminação; Apenas meu espírito hiberno na solidão. Encontro minhas forças na solidão; Não tenho medo das fortes ventanias; Mas da saudade que me escraviza; E na covardia faz calar meu coração. O tempo vai passando sem dar explicação; Engraxando de resignação meu destino; aponta na repartição as falhas do meus cabelos; Enfraquecendo meu vigor, apagando meu lampião. No escuro caminho sem ter satisfação ; Penetra no pulmão o ar da condenação; Palpitando no meu coração a destruição; Libertando para o domínio eterno, a solidão.

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me;
Continuar lendo

Já não lembro quanto tempo faz; Que perdi o jeito de eu ser eu mesmo; Quando tento no vinculo encontrar-me; Perdido na conexão do destino. Repousa as heras da carência afetiva; Segurando nos tentáculos da minha alma; usufruindo dos seus benefícios; Amortizando a docência da decência. rasgando no deleito meus princípios; assoprando um vazio no meu viver; desordenando e tumultuando a harmonia; Petrificando meu pobre coração. Rescindindo meu singelo olhar; Meu ingênuo modo de amar; Angustiando com ilusões a felicidade; Que jamais a verei novamente.