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Frase de Giovane Silva Santos

⁠Buscando respostas de Deus 5 Giovane Silva Santos Dado um oceano de mistérios, homens de força oculta no contexto social, em termos dos emaranhados políticos, religiosos, que demandam riquezas consoante ao fruto da Terra, onde cientificamente e tecnologicamente desafiam o poder sobrenatural, ora, bem sei eu, que a magnitude da artificialidade é soprada em segundos, pode viajar perdida, obsoleta e inerte em frações, logo, ao que me rendo, Altíssimo absoluto e soberano de toda criação. Em nome de Jesus, lanço meu clamor, descrevendo tais inquietações, que flertam bagagens pesadas, eloquentes e manipuladoras, as quais, todo teor, compromete a vida, o homem e toda espécie da criação, é estratosférico, escabroso, obscuro, é uma gigante roda de forças, as energias vibram no vácuo, linhas positivas e negativas em frequências, as partículas são sucumbidas em ondas, toda mecânica cirúrgica, a que a perícia minuciosa se frustra, ao que as arquiteturas planetárias, gravitacionais, viajam em dimensões surreais, são segredos milenares, uma contundente cadeia de gerações, que os homens se auto aprisionam pela grandeza do prospecto do sobrenatural, onde confrontam aos mistérios de um Deus, por adorações de inúmeros semideuses. Continuam assim, pequena porcentagem, doutores da lei, donos da chave da ciência, que escravizam, manipulam, massacram, demandam como convém o bem prazer de interesses próprios, a que a fé, nosso refúgio e socorro, pelo perseguido, escravizado, massacrado, enganado, manipulado, coagido, acusado, estes tantos inocentes, atenuado como objetos de experiências, descartáveis nas mãos de violentos, insanos sanguinários gananciosos. A que todo mistério oculto não se passe em vão, escondidos, tudo se revela ao soberano poder de justiça, onde a força do amor, benevolência, misericórdia, sim, estes manifestos pertencem a um único Deus, justo e bondoso, que não desampara os fracos, os rejeitados, tratados com indiferenças e menosprezo, objetos de manobra na mãos de forças ocultas, esferas espirituais malignas e também homens persuadidos ao conceito rebelde e duros de coração. Suplico, invoco, rendo me, humilho me, prostro ao chão, coloco a face rente ao chão, a que do alto, nos coloca resposta, adentro as tuas bênçãos e promessas, com temor, repito, com temor, flete meu coração, deste povo e geração que anos e anos chama pelo teu nome, tua seara viva, a tua justiça, não nos rejeite Senhor, pequenos e crianças somos, eu, Brasil, cada lar, família, contexto social, chama tua proteção e adorno.

Giovane Silva Santos

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Pensador.com

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Tudo por tudo parte dois É pra ter 522 de Brasil. Me lanço, não mais só o coração e a mente. Da planta do pé, até o último fio de cabelo. Do corpo, alma, espírito e mais tudo que possa existir. Perdoe me à ousadia. Com total e todo teor. Que tenho pelo Deus único, o temor. Ao qual se chama vida. De todas as páginas que não foram lidas. Entrego a ti, meu diário de confissão. Meu diário de recuperação. Meu diário de fé. Meu diário de devoção. Meu fôlego, em nome de Jesus, Senhor, estou na tua mão. MONARQUIA IMPERIAL/MÔNARQIA ÌPERIAU. Pode acontecer o que jamais se viu na terra. O sopro da paz, do poder que vence a guerra. Que cura, sara, vivifica, edifica. Testifica a nova era. Responda a tua seara Senhor. Ainda hoje agora, neste segundo. Assim vivemos e acreditamos. O tempo e vontade na tua, harmonizamos. Multiplique infinitamente. Honras e glórias ao poder Altíssimo. O sobrenatural vigorando nestes instrumentos. Entrego a ti, a partir desse momento. De Norte a Sul, do ocidente ao oriente. Demanda teu poder, mover o que tem que mover. Espírito Santo, sopra em todo vento. Creio sim, neste momento. A tua paz, silencioso veemente. Giovane Silva Santos ⁠

⁠Poesia curta e objetiva O índio é refém massacrado, ou uma arquitetura oriental milenar, cru, nú, sábios, sabe. Israelitas, são os fariseus de coração duro, ou um povo realmente escolhido por Deus.
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⁠Poesia curta e objetiva O índio é refém massacrado, ou uma arquitetura oriental milenar, cru, nú, sábios, sabe. Israelitas, são os fariseus de coração duro, ou um povo realmente escolhido por Deus. O negro é inocente escravizado, os malignos Faraós? Qual a cor pele da de Can, Sem, Jafé? Como eram os olhos e o nariz das suas esposas? Afinal, quem detém o poder soberano artificial? China, EUA, Rússia, Israel, India, Japão..todos, nenhum ou mais alguns? Alguém sabe qual a terra prometida do SÉC. XXI cobiçada? Alguém pode responder, eu não sei de nada.

⁠Um pouco de poesia e vida 25 Aprisionados pela mente. Os gigantes vivos, vivem silenciosamente.
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⁠Um pouco de poesia e vida 25 Aprisionados pela mente. Os gigantes vivos, vivem silenciosamente. Roma puxa a espada moderna. Os fariseus conspiram. Hitler, Faraó. Sim, o povo, todo pensar, nudez claramente. Remédio novo, tribunal científico e tecnológico. As igrejas, as escolas, não revelam. Conveniente, reféns, diga o que é lógico. A violação de privacidade. Seria a cura para tanta maldade. Sodoma e Gomorra. Esse conjuntura da atualidade. Ou não. Um plano que uma geração toda morra. Um tanto faz. Esquisito plano artificial. Escravos presos. Desafio ao sobrenatural. Giovane Silva Santos

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As decisões, atitudes, ocasiões A cada luar ignorado, o dia ensolarado, a nuvem negra que surge, as adversidades que ruge, o linear da existência, do que se proporciona na auto escala das atitudes, quando a pele vai no inferno e a culpa ninguém assume, do que se trata mesmo o real destino, os critérios de justiça no ancião e no menino, o que fiz e deixei de fazer, a condição hereditária que venho prevalecer, ou meramente uma singularidade particular, deserto pra uns e a outros o mar, é verdade, um rebuliço, o mistério superior, meu pecado como penhor, a investida cega pela vaidade, pormenores ditados pela sociedade, o que importa e interessa, está no pensamento, é ato individual, a resposta talvez vem, o tempo, ontem, nesse exato momento, o que sucede e permeia em nossas vidas são tomadas pelas emoções, a carne e a matéria ditando as condições, pelas nossas decisões, atitudes e ocasiões, a vida não é mais que um baile sincronizado, onde o fermento do passado vira morte, onde o arbítrio é livre, mas somos reféns do pecado. Giovane Silva Santos