Frase de Erotildes Vittoria
Porteira aberta... Eu sinto muita saudade daquele aconchego do campo e daquela porteira sempre aberta, esperando para eu voltar. Eu nunca esqueci o canto dos passarinhos que voavam de um lado ao outro e só iam embora quando a chuva caia e molhava o canteiro das rosas onde um dia eu havia plantado, o amor que por ti, crescia. Saudade das noites estreladas, do luar que me fazia sonhar, das flores do alecrim e das lavandas perfumadas lá no meio do jardim. Nunca esqueci do limoeiro e das flores do laranjal que exalavam tanto perfume no fundo daquele quintal. Saudade de quando bem cedo eu acordava e da minha janela avistava, o sol dobrando na curva e de longe já avisava que o dia seria bonito, naquele céu de azul infinito. Mas saudade é só lembrança dos bons momentos vividos. Há quem nunca sinta saudade porque nunca viveu de verdade. manuscrito de 2011/ARQ/19.097//
No pensador.ai desde