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Frase de Dolandmay Walter

AQUARELA DO AMOR Quando eu a vi da primeira vez Naquele sorriso já compreendi Que a vida numa sensatez melhor É de amor maior para se viver... Quando ela chegou naquele fulgor Clareou o mundo qu'eu já tão profundo Odiava tanto sem sabor nem cor. Feito a chuva que vem de repente Fez o amor da gente não ser mais em vão E no brilho daqueles olhos lindos Eu já vi sorrindo o meu coração. Foi quando amar era tão distante Que ela me fez amante a se exceder... Foi quando eu não mais esperava Que ela com sua graça me fez viver... Na minha vida só faltava ela Feito aquarela p'ra me ver cantar... Na minha vida só faltava ela Feito aquarela p'ra me ver cantar...

Dolandmay Walter

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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PERALVILHO Para conquistarmos o coração de uma pessoa não precisamos tocar o que nela é tão precioso e frágil, apenas nos basta ser quem somos!

ERROS... Quem diz: é amor demais! Extinta paixão Que enriquece tristezas, desejos e medo!
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ERROS... Quem diz: é amor demais! Extinta paixão Que enriquece tristezas, desejos e medo! Pelo cerne enlouquecido, o coração Não se impõe de existência um segredo! Quem diz: é paixão demais! Extinto amor Que empobrece sorrir, lágrimas e sofrer! Pela alma corrompida, a dor Não se absorve de alegria um viver! Sentimentos complexos e equivalentes, N’um existir eficaz a consumir o espírito Por fantasmas vulgares, dependentes, N’um despertar sem sentir por ser dito: Amor! Paixão! Desejos loucos e plenitude, Só se têm; quem se impõe, em virtude! Dolandmay Walter

RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos,
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RENASCER... Tudo o que me é morto, ou podre, ou indecifrável, Tudo o que me é de pecados ou de incensos afrodisíacos, Tudo o que me é de destruir nas impurezas dos sentimentos, O que me fere o coração, e o corpo, e o espírito, O que não me alça em voo sobre os amores de fogo, Tudo o que não me é de cumprir os mandamentos e a justiça, Os poderes, e a calma, e as glórias do firmamento, O que me é de tormento, o que me é sem razão, em vão O que me é simplesmente incompatível a memória Por insanidades entre os mortais, e os anjos, Tudo o que não me faz perdurar no amor e na bondade, Tudo o que não me é no olhar infinito, O que não me ambiciona na conquista da eternidade, E o que me faz de um só murmúrio fólios e mito... Que tudo me seja de inconstâncias, e de provas absolutas; Porque nada é intransponível ao renascer de um sol!