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Frase de William Shakespeare

Soneto XLVII "Entre minha vista e meu coração estabeleceu-se um acordo, E agora cada qual faz ao outro um favor: Quando meu olho está faminto por um olhar, Ou o coração almejando amar com suspiros que ele mesmo abafa, Com o retrato do meu amor então a minha visão entra em festa, E ao banquete esboçado convida o coração: Assim, quer seja por teu retrato ou por meu amor, Estás, mesmo longe, presente sempre ainda comigo: Pois não estás mais distante que o alcance dos meus pensamentos, E eu estou unido a eles, e eles contigo; Ou se eles dormem, teu retrato na minha vista Desperta o meu coração para a alegria de vista e coração."

William Shakespeare

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Outras frases de William Shakespeare

Falais baixo se falais de amor.
Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor.
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Morrestes achando que amava. Matastes pensando que era amor. Dominado pelo egoísmo da paixão, nos fez ver que não te conhecíamos como deveríamos e, por tua atitude, demonstrou que não conhecias o amor. Descansem em paz.

Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante,
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Amor é um marco eterno, dominante, Que encara a tempestade com bravura; É astro que norteia a vela errante, Cujo valor se ignora, lá na altura. Amor não teme o tempo, muito embora Seu alfange não poupe a mocidade; Amor não se transforma de hora em hora, Antes se afirma para a eternidade.

Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade;
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Espelho não me Prova que Envelheço O espelho não me prova que envelheço Enquanto andares par com a mocidade; Mas se de rugas vir teu rosto impresso, Já sei que a Morte a minha vida invade. Pois toda essa beleza que te veste Vem de meu coração, que é teu espelho; O meu vive em teu peito, e o teu me deste: Por isso como posso ser mais velho? Portanto, amor, tenhas de ti cuidado Que eu, não por mim, antes por ti, terei; Levar teu coração, tão desvelado Qual ama guarda o doce infante, eu hei. E nem penses em volta, morto o meu, Pois para sempre é que me deste o teu. (Tradução Ivo Barroso)