Pular para o conteúdo

Frase de Pablo Neruda

Antes de amar-te, amor, nada era meu Vacilei pelas ruas e as coisas: Nada contava nem tinha nome: O mundo era do ar que esperava. E conheci salões cinzentos, Túneis habitados pela lua, Hangares cruéis que se despediam, Perguntas que insistiam na areia. Tudo estava vazio, morto e mudo, Caído, abandonado e decaído, Tudo era inalienavelmente alheio, Tudo era dos outros e de ninguém, Até que tua beleza e tua pobreza De dádivas encheram o outono.

Pablo Neruda

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com | Fonte: Cem sonetos de amor | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Pablo Neruda

Por isso creio Cada noite no dia, e quando tenho sede creio na água,
Continuar lendo

Por isso creio Cada noite no dia, e quando tenho sede creio na água, porque creio no homem. Creio que vamos subindo o último degrau. Dali veremos a verdade repartida, A simplicidade implantada na terra, O pão e o vinho para todos.