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Frase de Juliana Patriota Gomes

Oração em versos: Os meus pés, fracos e trôpegos e ainda assim obstinados, Relutam em seguir por teu caminho. A mais ínfima pedra, o mais inofensivo espinho, Tornam-se obstáculos intransponíveis Para um ser, como eu, por natureza mesquinho. Fazer a tua vontade, Obedecer aos teus preceitos, É este o anseio de minh'alma! Dai-me, tão somente, eu te peço Capacidade para assim me determinar, Vence o meu "Eu" em mim Para que prostrado possa te adorar! Caminhar por sobre doces ilusões, Mostra-se tão atrativo e acalentador, Para mim, posto que sou pecador! Mas tu já admoestasses acerca deste caminho: A porta larga que à eterna perdição conduz daqueles que não se apropriaram da obra redentiva de meu Jesus! Eterno sofrimento; Eterna dor... A criatura para sempre distante de seu Criador, Perecendo na inextinguível justiça de seu furor! Longe de tua graça, apartado do teu amor... Livra-me deste destino, Ó Senhor! Imputa a mim a justiça do teu filho; Encobre a minha transgressão; Com o sangue vertido de Cristo Purifica o meu coração! Me curvo perante o teu altar, Para humildemente suplicar, De misericórdia e graça eu careço, e mesmo sabendo que tais dádivas eu não mereço; A ti eu clamo, meu Deus, Pois seu que tu ouves o clamor dos teus! E ainda outra vez ei de te suplicar Senhor, Pois repouso na certeza que aos teus eleitos Tu salvas por amor! Amém. (J. P.)

Juliana Patriota Gomes

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Pensador.com

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AMOR PLATÔNICO Dentro dos teus olhos me vejo me sinto; explico-me e me entendo.
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AMOR PLATÔNICO Dentro dos teus olhos me vejo me sinto; explico-me e me entendo. Dentro do meu coração tu vives... e talvez nem saibas que me pertence! És tão meu, sem que eu nunca tenha te possuído e eu tão tua, Sem nunca ter me entregado; minhas atitudes me guiam para o meu próprio abismo, Abismo que denomino viver sem ti!! Determinas o meu destino sem querer, manténs meu sentimento, sem um porquê; e mesmo sem saber, protagonizas a minha triste história de amor! amor platônico, amor que vive, amor que sofre, amor que nunca, nunca morre . Queria poder gritar eu te amo de forma que só você me escutasse, Queria poder me jogar sendo os teus braços meu único amparo. Queria poder chorar e encontrar nos teus abraços o meu consolo. Queria escutar de você o mesmo que quero te dizer! E tu oh cruel amado! Por que não percebes a minha covardia? Não desvendas os meus sentimentos? Não me vê além da minha hipocrisia? Por que não me amas? …e a vida permanece assim tu existindo no teu mundo; e solitário coexistindo dentro de mim.♥ (Juliana Patriota)

Linda menina, És tão pequenina, Ao mesmo tempo tão frágil e tão forte
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Linda menina, És tão pequenina, Ao mesmo tempo tão frágil e tão forte És agridoce, és vida e morte. Tuas delicadas mãos Não suportariam O fardo que trazes no coração Tantas dores; Tantos amores; Tanta Ilusão. Óh doce menina, De rosto singelo De coração sincero E sorriso amarelo, que não engana ninguém. Sim, bela mocinha Que finge ser forte Para a tua sorte Eu sei que não és. Enxergo a tristeza Que trazes no olhar E não a alegria Que queres externar. Enxergo tua dor E o teu sofrimento, Toda a angústia Todo tormento Que os outros insistem em ignorar. Quando és injustiçada Não tens ninguém pra te defender; Quando desamparada Ninguém pra te socorrer; Te sentes sozinha, sem ninguém pra te proteger, Mas não esqueça menina Jamais abandonarei você! Eu te farei justiça; Eu te consolarei; Te amo desde a eternidade És minha princesa e eu sou teu Rei!

Por que me perturbas, ó vil cavalheiro? Por que despertas em mim tal sentimento, outrora adormecido? Por que me fizestes crer que é recíproco, algo que só existe em mim?
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Por que me perturbas, ó vil cavalheiro? Por que despertas em mim tal sentimento, outrora adormecido? Por que me fizestes crer que é recíproco, algo que só existe em mim? O meu querer se resume a te querer; As minhas utopias a fantasiar nós dois; Os meus pensamentos estão absortos em ti; Devaneios tolos, eu sei, porém involuntários! Creio que ignoras o que sinto; Que esse turbilhão de emoções que me provocas te é indiferente. Não percebes que o meu olhar me trai quando te vejo? Que titubeio ao mais trivial diálogo contigo? Que te admiro de soslaio, ao desfrutar da tua presença? Não dissimules, não engane-me! Súplico-te: se não me amas deixe-me em paz! nem que ao partires leves contigo as ilusões. Prefiro viver de verdades, mesmo que esta tenha por nome solidão. (Juliana Patriota)