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Frase de Marcelo Rissma

⁠O Mal Não é Substância Dizer que Deus criou o mal é uma falácia non sequitur. Deus criou todas as coisas (substâncias). E o mal não é substância! O mal (moral/pecado) consiste na deficiência da ação, é sempre causado pela deficiência do agente. Em Deus, porém não há nenhuma deficiência, pois Ele é a suma perfeição. O mal consistente na deficiência da ação, ou causado por deficiência do agente, não se reduz a Deus como a sua causa. Portanto, aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter. Aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter (Sl 5.4; Sl 101.3). 1º Jo 3:4. Todo aquele que pratica o pecado transgride (ação) a Lei; de fato, o pecado é a transgressão (ação) da Lei. A Bíblia também afirma que Deus fez somente criaturas boas. Ao final de quase todos os dias da Criação, ela diz: “Deus viu que ficou bom” (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 25). E, quanto ao último dia, declara: “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (v. 31). Salomão acrescenta: “Assim, cheguei a esta conclusão: Deus fez os homens justos” (Ec 7.29). As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom” (1º Tm 4.4). E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má. Somente uma criatura e uma criação perfeita podem vir das mãos de um Criador Perfeito. O autor de Eclesiastes declara: Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29). E o texto de João 1.3: Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. Regra básica de interpretação bíblica: Toda palavra deve ser interpretada no seu contexto. Segundo o contexto de João, quando diz “todas as coisas” à palavra é restrita, referente à criação do mundo, cosmo, nosso planeta terra. Portanto, Deus não pode ser o criador do mal, pois automaticamente faria Deus mal! Gn 1.31 diz que tudo que Deus criou “era muito bom”; Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal; Tiago 1.3 fala que ai daquele que fala que Deus tentou; Habacuque 1.3 diz que seus olhos são puros que não pode comtemplar o mal; Deuteronômio 32.4 diz que Deus é justo e Nele não há injustiça; 1ª João 1.5 diz que Deus é luz e Nele não há trevas, sendo que o texto grego é enfático nisso. Portanto o texto no capitulo de João é uma referência a toda a criação. Mas você diz: o mal está no cosmo! Sim! Mas não faz parte dele! Deus criou todas as coisas? R= sim! Deus criou o mal? R= Não? Então Deus não criou todas as coisas!? Vamos ajustar essas duas verdades! Deus criou todas as coisas! Mas o mal existe, e Deus não o criou! Logo entendemos que o mal não existe como realidade na existência! Isto é, ele passa existir como uma "sub-existência" na realidade. Ex.: Temos um prédio, que foi completamente construído por um arquiteto. Mas automaticamente que ele passa a existir ele produz uma sombra. E essa sombra não foi criada, mas devido à existência do prédio ela passa a existir como uma sub-existência na realidade. Então o mal só existe como sub-existência por causa do bem! Esse exemplo do prédio mostra o arquiteto como sendo o criador de sua obra sem ser o originador da causa que veio após a ela! Agora o texto de Isaías 45.7: Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas. Falácia da ambiguidade de alguns fatalistas; pois confundem mal moral (pecado) com mal de pena (calamidade). O texto de Isaías 45.7, a palavra traduzida como mal רָ֑ע/rā e refere-se ao castigo à nossa pecaminosidade. O mal retratado no texto é uma referência ao mal de pena (calamidade), e isto pode ser pública, tal como guerra, seca, peste, terremoto, etc.; ou pessoal, tal como doenças e mortes na família, infelicidade, desgraça, dano, aflição, etc..., tudo isto em consequência do pecado do homem e do julgamento de Deus sobre ele. Essa é uma palavra polissêmica, tendo o sentido de acordo com cada contexto que ela é empregada. No original hebraico essa expressão denota mal para quem recebe a ação, e não para quem executa a ação! Isto é, o indivíduo que recebe o juízo de Deus, interpreta isso como mal, mas para Deus isso é uma ação de justiça! Outra coisa, o autor do livro tem uma visão monoteísta, sem a ideia de um ser antagônico chamado satanás ou diabo enfim... No A.T. tudo era aplicado a Deus, por causa da ausência de uma figura antagônica! E o texto de Colossenses 1.17: E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas SUBSISTEM por ele. Em colossenses 1.17 fala das coisas existindo em Deus! Em nem um momento o texto fala que todas essas coisas (mal) são originadas por ele! Isso é falar além do texto, tudo existe nele, mas não significa que tudo que existe nele foi originado por ele! Outra coisa: Qual o sentido de Deus decretar ou impulsionar a vontade de alguém pecar se o homem já é pecador por natureza? O homem peca porque é pecador, porque já nasce em pecado e já tem vontade de pecar! Deus não precisa dar esse impulso volitivo a ele. Isso vai contra Tg 1.13 e 1ª Jo 2.16: Tudo aquilo que pertence a este mundo não vem do Pai, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida. Esse texto de 1ª Jo 2.16 é "οὐκ ἔστιν ἐκ τοῦ πατρός/ouk ek tou patros"; sendo a preposição "έκ" em sua definição etimológica o significado "de fora, de entre, de, sugerindo de dentro para". A Origem dessa preposição primária denota (o ponto de onde a ação ou movimento procede), do coração caído do homem. Até Agostinho dizia que o mal não foi criado por um ser divino, mas acontece quando o bem se ausenta, e ai o mal se apresenta; não como entidade, mas como ausência de bem. Pense nisso! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Marcelo Rissma

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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QUANDO FALTA FORÇA, A GRAÇA BASTA Muitas vezes, esse versículo é usado como um amuleto para o sucesso financeiro ou a superação de metas terrenas. Mas a verdade bíblica é muito mais profunda e libertadora. Na perspectiva bíblica, a graça de Deus não é um salvo-conduto para o triunfalismo, mas sim a graça capacitadora (ou cooperante) que atua na nossa vontade e nos sustenta no sofrimento. É o poder de Deus aperfeiçoando-se na nossa fraqueza e nos capacitando para suportar as seguintes privações: - Em Damasco, logo após a conversão, o apóstolo precisou escapar escondido em um cesto (Atos 9.25; 2Co 11.33); - No início de seu ministério, enfrentou profunda desconfiança e rejeição por parte da igreja em Jerusalém (Atos 9.26); - Em Antioquia da Pisídia, foi severamente perseguido e expulso da região (Atos 13.50); - Em Listra, acabou apedrejado, arrastado para fora da cidade e dado como morto (Atos 14.19); - Na Macedônia, especificamente em Filipos, foi açoitado com varas e lançado na prisão (Atos 16.22-24); - Em Éfeso, enfrentou violentos tumultos incitados contra o seu ensino (Atos 19.23-41); - Em Jerusalém, foi preso, espancado pela multidão e ameaçado de morte (Atos 21.27-36). Assim, o "tudo posso" de Paulo é, na verdade, um "tudo posso suportar". É a firme convicção de que, seja na escassez, na rejeição ou na dor, a graça santificadora nos molda e nos mantém firmes. Você não é forte sozinho, mas o Espírito Santo habita em você para te dar resiliência. Pense nisso e ótima semana, Marcelo Rissma

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Cinco espantalhos calvinistas contra o arminianismo: 1. O homem salva-se por si mesmo. Resposta: A salvação procede inteiramente da graça de Deus, sendo o ser humano incapaz de qualquer bem salvífico sem a ação preveniente do Espírito Santo. 2. O livre-arbítrio está acima de Deus. Resposta: A liberdade humana é um dom concedido soberanamente pelo Criador, não rivalizando com Sua autoridade, mas manifestando-a. 3. O arminianismo nega a eleição. Resposta: Cremos na eleição bíblica e ortodoxa, a qual é condicional à fé manifesta pelo homem e pré-conhecida por Deus desde a eternidade. 4. Deus não é soberano no sistema arminiano. Resposta: Deus exerce Sua soberania ao conferir responsabilidade real às Suas criaturas, não se confundindo o governo divino com o fatalismo determinista. 5. O arminianismo é uma doutrina antropocêntrica. Resposta: Trata-se de um sistema teocêntrico, profundamente fundamentado no amor, na justiça e na graça soberana de Deus.

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⁠Muitos cristãos não percebem o poder e a influência nas igrejas em que eles cultuam têm sobre eles para o bem ou para o mal. Se o ambiente for doente, gradativamente esse ambiente vai transformar sua identidade, fazendo você ficar doente e te transformando em um adoecedor de pessoas como eles.