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Frase de Marcelo ULisses

"Alguns falam do gosto amargo da vida... Amargo não é o gosto, mas a língua do que vê o amargo da vida em tudo o que prova.

Marcelo ULisses

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Pensador.com

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Outras frases de Marcelo ULisses

Sociedade do “Eu senhor de Mim Mesmo” O que falam da sociedade? Falam como se ela fosse pessoa,
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Sociedade do “Eu senhor de Mim Mesmo” O que falam da sociedade? Falam como se ela fosse pessoa, A personificação da vontade coletiva, Que muitos ao citá-la a deixam incompleta, O que falam da sociedade, Falam excluindo o eu. O que falam sobre o eu? Falam sobre o eu contido no outro, Sobre o que o outro deve fazer, Para satisfazer o meu eu, Eu? Longe disto. Longe de lançar o eu sobre o tu, Lançamento de responsabilidades, obrigações, Lançamento para onde apontam os olhos, Inclusive para onde apontam os olhos da sociedade, Esta incluindo-se o eu. Sociedade de todos nós, Fazemos parte da mesma sociedade e, As mazelas do mundo são nossa responsabilidade, pois Direta ou indiretamente contribuímos para o futuro, Lançamos para o tempo futuro todas as nossas omissões e exageros, Formando seres mal formados, individualizados e individualistas, Às vezes excluídos, ás vezes excluindo-se da tal sociedade. A vontade coletiva corre fragmentada, assinérgica, amoral, dissociada, Do principio de sociedade, com vontade, social e civilizada. Civilizada? Como idealizar civilização, civilis, cidade sem objetivos convergentes? Civilização fragmentada em valores, em conduta moral e ética, Onde a obrigação transforma-se em ato heroico. Como inverter esta mão? Como multiplicar a vontade de desfragmentar a sociedade, Trazendo-a para mim, para nós, incluindo-nos nas críticas, Somando valores, contribuindo, posicionando-se, Dizendo não, saindo de cima do muro, escolhendo o caminho mai estreito? Como? Vejo ao longe a tal alavanca de evolução da sociedade... não as guerras que impulsionam a tecnologia, nem os gênios que desdobram, explicam e replicam suas teorias... vejo ao longe a alavanca chamada educação... mas ao longe, assim como os marginais, vejo ao longe... será que estou à margens? Ou todos estamos, pois na sociedade fragmentada cada um é conjunto... Conjunto unitário... consciência unitária... anti Weber, anti Dhurkheim, anti sociológica, Dela resta apenas a lógica, uma lógica unilateral, intravisionária, egocentrista e autoritária, Que impõe, não soma... enfia, coloca abruptamente seguindo a ciência do eu acho, do meu primeiro, do eu no centro da minha vontade, onde o outro é serventia ao meu senhor: eu. E o eu perde a identidade, pois o “caráter individual que diferencia os seres”, diferencia o que de quem, em uma sociedade formada pelo eu como conjunto e o seu interior como universo?

Simetria da Alegria Sempre é lançada ao vento Minha linha para alma sofrida,
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Simetria da Alegria Sempre é lançada ao vento Minha linha para alma sofrida, Que me invade toda vez que tento O sorriso de fora para dentro, E a linha fica esquecida. Mas, Quando o sofrer invade a vida, quando a vida se mostra sofrida Sigo na linha para não perder a amada O poeta fala da linha do amor e da dor. Quando a linha da vida assume o comando O FIM DA LINHA DA VIDA É O FIM DA DOR. Quando a linha da vida assume o comando? O poeta fala da linha que liga o amor e a dor? Sigo na linha para não perder a amada, e quando a vida se mostra sofrida, Quando o sofrer invade a vida, E a linha fica esquecida, O sorriso de fora para dentro, Me invade toda vez que tento e minha linha para alma sofrida, Sempre é lançada ao vento.

O Muro Não vou criticar o muro, prefiro ficar de um lado,
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O Muro Não vou criticar o muro, prefiro ficar de um lado, e não observar pelo furo, pois decidido e concentrado, foi eu que escolheu um lado, sabendo o sofrer do futuro. Fracasso é tentar se manter, em cima do muro da vida, quando em tempo de vencer, necesitamos escolher, um lado para a despedida. O bem e o mau são dois lados, o muro a terceira opção, o mau e o muro aliados, carentes não iluminados, de amor e de coração.