Frase de Ana Tubino
Maldade é estar diante de um mal evitável e não evitá-lo.
No pensador.ai desde
Maldade é estar diante de um mal evitável e não evitá-lo.
No pensador.ai desde
A vida irá nos recompensar, não pelas coisas boas que fizemos, mas pelas coisas más que deixamos de fazer. Pelo ódio que nos negamos de retribuir. Por ser maduro o suficiente, para quando você tiver a oportunidade, o poder de destruir alguém e você não faz - isso é maturidade.
A vida irá nos recompensar, não pelas coisas boas que fizemos, mas pelas coisas más que deixamos de fazer. Pelo ódio que nos negamos de retribuir. Por ser maduro o suficiente, para quando você tiver a oportunidade, o poder de destruir alguém e você não faz - isso é maturidade. Bondade é obrigação. Mas não responder ao ódio com mais ódio essa é a verdadeira beneficência, é virtude. Isso merece recompensa.
Limbo Tinha voz que não falava. Tinha tom que não usava.
Limbo Tinha voz que não falava. Tinha tom que não usava. Tinha um quê de intimidade. Tinha dor que não doía. Tinha amor que não vivia. Tinha paixão que não ardia. Tinha noites que não dormia. Tinha dias que não passava. Tinha horas que não sabia. Tinha assunto que não tocava. Tinha tesão que abdicava. Tinha dias que não ouvia. Da vida dispensava. Era um acidente que não comprometia. Era quase fatal. Era quase.
Bom mesmo é gente que transborda É loucura e sensatez É mar revolto e calmaria
Bom mesmo é gente que transborda É loucura e sensatez É mar revolto e calmaria É maré alta Gente que não precisa ter razão Que não precisa ter Que só precisa estar Que é tempestade Que é saudade Sol no deserto Frio polar Que não precisa concorrer Sequer correr para viver Bom mesmo é gente que chega e preenche Que não espera aplauso, agradecimento ou autorização Que muitas vezes faz coisas sem razão por pura emoção E da rotina só se for o hábito de acordar feliz todo o dia Bom mesmo é olhar para alguém gigante, que faz a gente parecer mero figurante nesse filme da vida.
Montevideo As ruas são como plumas Até da chuva eu gostava
Montevideo As ruas são como plumas Até da chuva eu gostava Tantas histórias não acabadas Teu povo, Montevideo É poesia É prosa É verso No teu mundo totalmente imerso Por lá já houve celebridade Celebração Futebol Carnaval Animação Já houve calma de um mate de domingo Já houve 40 dias de carnaval Já houve minha voz que ecoa até hoje nas ruas no natal Montevideo, você não sai de mim É as ruas É as praças É o churros O churrasco É futuro, presente e passado Você ocupa meus sonhos Meu imaginário É o melhor lugar para se estar quando está solteiro ou casado Ah! Montevideo! Já pensou se o mundo soubesse de você? 8 bilhões de pessoas iriam querer te conhecer Ainda bem que não sabem porque eu iria morrer de ciúmes O que eu iria fazer com aquele seu resto de perfume? Falando em perfume, que cheiro é esse que tem? Naquela noite perto do trem? Te lembra Montevideo? É tipo um cheiro de chuva quando cai na terra... Não, não é isso É tipo um cheiro de pele depois do banho... Não, não É cheiro de mar? De amar? Não... É um cheiro de café passado? De roupa limpa? Não é o cheiro é a sensação Sensação de liberdade de estar no mundão Montevideo, porque você foi me deixar ir? Minha única certeza era não querer partir Eu sempre irei sentir saudades Daqueles ladrilhos Daquela cidade.