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Frase de Andréia de Figueiredo

:: Absoluto dom de existir !! :: Aprendi a não sonhar com um caminho coberto de flores, mais sim com um horizonte florido de satisfação. Tantas noites, triste me coloquei a chorar até o sono chegar, Já perdi a conta de noites que não consegui dormir por tão feliz estar Já amei e sofri, já fiz sofrer quem amou. Foi com o tão temido sofrimento “caos emocional” que aprendi. Acreditei em quem não devia, desacredite de quem não merecia. Já sorri quando por dentro meu coração chorava, já chorei de tanto rir. Quanto tempo perdi, preocupada com externo, sem tomar conhecimento que nossa maior jornada é percorrer o próprio ser. Aprendi que as mudanças externas são conseqüências das transformações internas. Sou assim, dia após dia, uma metamorfose constante. Assim sou eu absoluto dom de existir !!.

Andréia de Figueiredo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andréia de Figueiredo

‎"Ame o hoje, desperte-se... olhe para o céu e mantenha os pés no chão, escute a emoção, mas saiba entender e valorizar a razão.Ame-se primeiro, não existe pessoa mais encantadora que você. Valorize cada instante, apesar de serem mágicos, eles passam rapidamente. Torne-se atento…
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‎"Ame o hoje, desperte-se... olhe para o céu e mantenha os pés no chão, escute a emoção, mas saiba entender e valorizar a razão.Ame-se primeiro, não existe pessoa mais encantadora que você. Valorize cada instante, apesar de serem mágicos, eles passam rapidamente. Torne-se atento aos "simples" bate-papos, o assunto pode se repetir, mas a circunstância jamais. Cultive as pessoas que te fazem sorrir. Ame amar, em um belo momento deixará de ser "sozinho".

Antes de ti, desconhecia amor. Depois de ti, vacilei e me perdi. Sem inspiração segui amargos dias
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Antes de ti, desconhecia amor. Depois de ti, vacilei e me perdi. Sem inspiração segui amargos dias Criei meu mundo, fuga do real. Entrei em lugares cinzentos, Habitados pela ilusão de momento, pelo desolamento constante. Habitantes mostraram-se cruéis, a felicidade neste lugar raramente residiu. Dias vazios tristes e calados. Tudo era desconhecido, alheio. Busquei a fonte, encontrei-te, fonte única. Tua beleza e tua nobreza, exclusiva! Dadiva!

Assim como borboleta, após debater-se cruelmente em paredes. Um raio de luz brilhou, a saída! Sim,és momento de tentar outra vez;
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Assim como borboleta, após debater-se cruelmente em paredes. Um raio de luz brilhou, a saída! Sim,és momento de tentar outra vez; De acreditar que ainda sou capaz; De recomeçar, de reaprender a voar, Por que a canção não está perdida (jamais). Por instantes a ausência de inspiração para este Mas aquele “simples” raio de luz, Trouxe-me, encontrei razão para ser.

Meu coração bate... Em pulsos descompassados e constantes, em um instante mágico o tempo é sem fim Pulsos que ecoam de momento e que ecoam pela eternidade.
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Meu coração bate... Em pulsos descompassados e constantes, em um instante mágico o tempo é sem fim Pulsos que ecoam de momento e que ecoam pela eternidade. Seu sorriso se abre, mostrando-me o paraíso Sua beleza majestosa Traços coloridos e gentis Encanto expressado em seu sorriso terno e cativante Neste instante minh’ alma ganha vida, Iluminada pela chama do mais belo e singelo sentimento. Lá fora a chuva ainda caí, Silêncio ouça o barulho das águas espatifando-se na rocha. Os papeis se invertem, Minh’alma se faz água (o destino rocha implacável), Do céu vem, Ao seu sobe. Novamente a terra (realidade) desce. Neste ciclo de mudanças escrevo. Vigésimo sétimo dia de um ano qualquer, A luz de vela ilumina meus traços, Singelos traços, Incapazes de mudar uma única linha do temido destino. Ventos e trovões rugem, Quebra-se o divino silêncio, Vejo-me rocha. Eis que percebo ti esta longe, A lembrança do seu olhar é eternamente presente. Oh ventos de melancolia batem sobre a rocha.