Pular para o conteúdo

Frase de Twoany R

Ele bate na porta. Ela atende. Ele: Eu sei que fiz muito errado em vir até aqui, mas só me escuta. Pode fechar a porta na minha cara depois, me bater ou me xingar. Mas gora só peço que me escute, pois ando falando sozinho todos os dias, ando falando com a parede e imaginando você, porque tudo que sinto aqui dentro não aguenta mais ficar preso. Esta doendo tanto que me pergunto se dói em você também. Talvez não — sei que não. Enfim… Minha dor, ela que me trouxe aqui, se é isso que você esta querendo saber. Trouxe-me para dizer-te que ainda me lembro de tudo que passamos, de todas as risadas, de todas as brigas, de todas as vezes que você roubava a minha camisa ou dormia com meu casaco, se lembra? Lembro-me de que seu cheiro insistia em grudar nele. A vontade que tinha era de não lava-lo nunca mais. Eu sinto falta, sabia? Sinto muito falta. Desde que se foi… Eu sei que não disse nada, sei que nem se quer te impedi de ires embora… Sei que fui burro e tolo, pois devia ter te puxado pelo braço e ter dito que não queria o nosso fim. […] Hoje vivemos tão separados, que quando passas por mim sou obrigado a fingir que não a vejo. Tenho vergonha de que me rejeites. Mas agora eu estou aqui, fiz questão de jogar fora toda a minha vergonha e por mais que eu esteja tremendo, é de medo. Medo de que não me entenda. Enfim meu amor, sei que enrolei, mas só quero te dizer que ainda te amo. Que por mais que tenhamos vivido um ‘eu’ e ‘você’ separados, eu ainda penso em um ‘nós’. Ainda penso em sermos um ‘nós’ de novo. E se ainda esta me escutando quero pedir-te uma coisa: Volta pra mim? Sei que isto é totalmente louco, mas minha pequena, quando penso em você perco toda minha sanidade. Volta pra mim? Ela o beija. Respondendo da forma mais simples que o quer de volta.

Twoany R

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Twoany R

Tu fazes isso de propósito. Eu sei… Somes porque sabe que a qualquer hora que voltar eu estarei aqui de braços abertos para te apertar e sussurrar no seu ouvido que senti saudades. Conheces-me e por isso me usa. Porque sabe que meu intelectual não funciona quando o assunto é am…
Continuar lendo

Tu fazes isso de propósito. Eu sei… Somes porque sabe que a qualquer hora que voltar eu estarei aqui de braços abertos para te apertar e sussurrar no seu ouvido que senti saudades. Conheces-me e por isso me usa. Porque sabe que meu intelectual não funciona quando o assunto é amor; sabe que sou perdidamente apaixonada por tu e me doeria te recusar um retorno. Mas eu quero dizer que mudei Augusto. Eu mudei. E quando tu resolveres voltar será tarde demais. Não atenderei seus telefonemas, queimarei suas cartas e te enviarei as cinzas só para tu veres o quanto eu mudei. Mas cadê você Augusto? Cadê suas cartas em minha caixa de correios? Cadê suas ligações perdidas e seus e-mails não respondidos? Será que é tão orgulhoso ao ponto de nem ao menos tentar voltar? Não conhecia esse seu lado orgulhoso, frio, soberbo, ignóbil, e por isso não faço questão que voltes. Mas se voltares… Não ligo. Sua voz grossa, porém macia, não me traz mais paz, seu sorriso largo e alvo não me tira mais suspiros e seu cheiro não me deixa mais ébria. Eu não te amo mais Augusto. Não mesmo, nem um pouco. Mas eu queria saber: se não te amo por que é o teu nome que vejo quando viro a página do meu caderno? Por que é teu nome que rabisco nas capas dos livros de amor? Por que é em você que eu penso quando leio um texto clichê? É Augusto… Eu tenho que admitir: eu ainda amo você e, por mais que eu queira, não consigo te esquecer.

Nunca me diga “eu te amo” se a sua intenção não for me amar. Poupe suas palavras comigo. Não as diga se não forem verdadeiras e eu prometo que farei o mesmo. Não quero que nos tornemos aquele casal que perde tempo com mentiras, que discute quem ama mais, que se abraçam de cinco e…
Continuar lendo

Nunca me diga “eu te amo” se a sua intenção não for me amar. Poupe suas palavras comigo. Não as diga se não forem verdadeiras e eu prometo que farei o mesmo. Não quero que nos tornemos aquele casal que perde tempo com mentiras, que discute quem ama mais, que se abraçam de cinco em cinco minutos e se fazem de fofos; que mentem para si mesmos a troco de nada. Que não sejamos assim. Não quero perde-te para uma mentira… Para um “eu te amo” que ainda não existe em nós. Porque, quem sabe, nós só nos gostamos… Pois amar é diferente. Tu sabes. O amor é muito diferente do que vivemos. O amor não acaba. Mas e a gente? Para onde essa nossa inconstância irá nos levar? Para o fim? O fim do nosso suposto amor. Suposto, sim. Porque o amor não é inconstante, então por que nós somos? É porque eu não te amo e nem tu me amas. Descobri isso. A gente só se gosta. Só se curte. Mas não nos amamos o bastante para ficarmos juntos; para sermos um! Nos gostamos, simplesmente. Cada um no seu lugar, com o seu gostar, com seus dias separados e etc. E com aquelas nossas perguntas monótonas de “como foi seu dia?”. O meu dia? O meu dia era para fazer parte de ti, assim como o teu era para fazer parte de mim, mas não é assim. Nós não nos amamos. Estamos separados e achamos que estamos juntos… Estamos distantes e não sentimos. Mas eu quero te amar. Quero pelo menos tentar, quem sabe, se você deixar. Eu quero saber que amor eu tenho para te dar. Mas só se tu deixares… Só se deixares eu te amar.

Pensei estar perto, mas na verdade estava muito longe. Foi quando vi dois metros se transformarem em duas milhas, e quanto mais perto estávamos mais longe parecíamos estar, e mais fria e gélida nossas almas ficavam. Nossas bocas não mais proferiam palavras bonitas e carinhosas; n…
Continuar lendo

Pensei estar perto, mas na verdade estava muito longe. Foi quando vi dois metros se transformarem em duas milhas, e quanto mais perto estávamos mais longe parecíamos estar, e mais fria e gélida nossas almas ficavam. Nossas bocas não mais proferiam palavras bonitas e carinhosas; não mais existia “eu te amo” em nossos dicionários e o “estou com saudades” continha um significado diferente do real. Era dito da boca para fora, como se precisássemos agradar um ao outro com palavras. Coitados de nós… Tão bobos e tolos, mal sabíamos que as palavras não têm valor nenhum se comparadas às atitudes. Mas tenho que admitir: agora eu sinto sua falta; e embora minhas atitudes se contradizem com as minhas palavras, elas não se contradizem com os meus sentimentos. Sinto mais do que deveria e esperava sentir. Meu orgulho não consegue mais encobrir a sua falta em mim. É impressionante o poder que tens. Mesmo estando distante suas forças conseguem superar as minhas; mesmo não querendo você modificava meu dia inteiro… Mesmo não sabendo o teu “olá” torna-se o sol do meu dia escuro e sombrio. Mas o que posso fazer se tudo o que vem de ti é totalmente contraditório; se você é inverno e primavera ao mesmo tempo, se é dia e noite, se é amarga e doce… O que fazer com nossas vidas que deram um giro de cento e oitenta graus? Continuar onde estou não me parece uma péssima escolha, na verdade é a melhor delas. Porque às vezes você parece como uma rosa, linda e com um perfume encantador, mas eu sei que de uma rosa só lhe sobraram os espinhos e quem sabe uma pétala oca e murcha; sem vida… Tu não és mais primavera, não preservaste suas pétalas. Tu és inverno, frio e maçante, e eu preciso do verão. Preciso de um “olá” quente aquecendo meu coração, e se o seu “olá” não quiser mais ser meu sol, eu não me importarei. Procurarei outros “oláres” em outros bares, ou quem sabe, em outros bosques… Porque você sabe: eu preciso de outra rosa, pois a sua já perdeu as pétalas.