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Frase de Marcela Lobato

Acho isso algo de extrema importância para refletirmos. Queremos mesmo perpetuar o sofrimento da existência? Esse mundo imperfeito tem como regra, a toda e qualquer vida que o habite, o sofrimento. Seja o sofrimento imposto por se ter um corpo físico que sente fome, frio, calor, sede, dor, agonia, enjôo, doença, etc, ou a dor emocional, com diversas possibilidades de causa, como a rejeição, o abandono, o testemunho da injustiça, as crises existenciais, a traição, a decepção, etc, além do próprio sofrimento físico que leva a dor emocional. Hoje, com uma maior lucidez sobre o mundo, o universo e a existência, jamais cogitaria trazer, por livre e espontânea vontade, um ser humano ao mundo. Há muito tempo, quando mais nova, pensava em talvez um dia ter uma esposa, e caso ela quisesse, juntas termos uma criança gestada por ela, apesar de não ter sido nunca uma prioridade pra mim a parte de ter filhos humanos, mas hoje vejo que seria egoísta e perverso trazer alguém a existência no mundo em que vivemos, cheio de ódio gratuito, preconceitos, amarras religiosas, fascismo... Além da própria natureza humana que, convenhamos, não presta. Quando olho pro mundo, vejo uma prisão de grades invisíveis, assim como as infinitas possibilidades de tudo dar errado e inúmeras formas possíveis de encontrar sofrimentos e danos irreparáveis. Nos últimos anos, com a ascensão do fascismo em todo o mundo, isso ficou ainda mais claro. Com tudo isso, não quero dizer que é errado querer criar novas vidas, muito menos julgo quem deseja isso, mas trago essa reflexão, junto ao seguinte conselho, se você não puder lidar com um filho ou filha diferente das suas expectativas, que rompa com tudo aquilo que você deseja do ser dele, jamais crie uma nova vida, porque o mundo já é cruel o bastante, e nenhuma criança merece crescer dessa forma. Filhos não são extensões dos pais, e não devem nada a eles. - Marcela Lobato

Marcela Lobato

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marcela Lobato

Se nada importa, o que importa? Se a vida nunca trará uma recompensa à altura, para quê insistir pelo dia que não veio? Por que não pular da jangada furada, e se atirar no abismo onde, talvez, encontre algo melhor, ou o próprio nada? - Marcela Lobato
A verdade é que, eu não quero que isso mude. Eu não sei o que do passado ficou, ou o que em outra vida acessei, mas sei que mesmo que eu sofra pra sempre e morra sozinha, não quero te esquecer. Não quero deixar de sentir, de te amar. Ainda que seja em vão, que isso me dilacere d…
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A verdade é que, eu não quero que isso mude. Eu não sei o que do passado ficou, ou o que em outra vida acessei, mas sei que mesmo que eu sofra pra sempre e morra sozinha, não quero te esquecer. Não quero deixar de sentir, de te amar. Ainda que seja em vão, que isso me dilacere dia e noite. Ainda que sinta sua falta para sempre, e que você nunca se lembre, eu não vou te deixar partir, não de dentro de mim. Te liberto, mas em mim sempre haverá essa chama, de algo que não compreendo, que me destroça, mas que também é a minha única força. - Marcela Lobato

Preciso de Algo Como Você Preciso achar algo, uma droga, um escape, que possa me ajudar nos dias mais cinzas e escuros. Algo que acenda a luz, e possa me curar quando a dor passar de todos os seus limites. Qualquer coisa que me faça sentir como me sinto quando estou ao seu lado.…
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Preciso de Algo Como Você Preciso achar algo, uma droga, um escape, que possa me ajudar nos dias mais cinzas e escuros. Algo que acenda a luz, e possa me curar quando a dor passar de todos os seus limites. Qualquer coisa que me faça sentir como me sinto quando estou ao seu lado. De tudo o que provei, nada nunca foi assim. Há mais de uma década, a sua presença é a única que desperta realmente algo em mim. Alguém, por favor, me diz onde encontrar! Não ligo se for tão viciante quanto ela, só preciso disso pra continuar. Se for letal, que me mate, mas não me faça esperar! Quando o mundo pesa, quando quebro meus braços e minhas pernas, preciso de algo que me dê pelo menos metade, talvez até um terço do que sentia quando ela me abraçava nos momentos onde via o mundo acabar. Isso já seria o suficiente pra conseguir caminhar ou me arrastar até a emergência. Um décimo do que senti quando ela me beijou, naquela noite quase sobrenatural, seria o bastante pra nada nunca mais conseguir me derrubar, e talvez assim pudesse superar toda a dor que insiste em continuar. - Marcela Lobato