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Frase de Isabela Calaes (beloescrito)

⁠Algumas vezes ouvi: "Você é luz!". Sempre achei muito especial, mas acho que nunca acreditei 100% nessa frase. Me colocava a pensar e perguntava para mim mesma: "Como posso ser luz na vida de alguém se tantas vezes já me vi na escuridão?". Essa questão me provocava inúmeras dúvidas, dúvidas as quais me angustiavam muito. Hoje, ainda não solucionei todas, porém entendo que algumas escuridões são diferentes de outras. Por diversas vezes, tive somente uma vela, a qual não deixei o mais violento dos ventos apagar. Outras vezes, tive lanterna, que me proporcionou melhor visualização da problemática em questão. Mas em todas, não guardei a tal "iluminação" só para mim. Deixei que o brilho (não importava o tamanho) se expandisse para outras escuridões, e talvez isso que fizera de mim luz. Busco uma melhor aceitação de mim, para assim, poder aceitar peculiaridades externas. Busco o respeito próprio, para assim, respeitar opiniões alheias. Busco a tolerância aos meus limites, para assim, tolerar os limites presentes em cada um. E não, não consigo fazer com que essa busca alcance bons resultados sempre, mas quando há falha, tiro disso um aprendizado. O passado, muitas vezes, me assusta, e o futuro consegue até mesmo tirar o meu ar, mas o presente é a "luz" mais preciosa que Deus pode me oferecer. Seria tolice não tentar aproveitá-lo e não fazer com que outras pessoas também aproveitem.

Isabela Calaes (beloescrito)

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Pensador.com

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Outras frases de Isabela Calaes (beloescrito)

⁠Posso saber lidar com as palavras, mas o mesmo não acontece com o universo que sou.
⁠Terra de alguém? Terra de ninguém. Habitamos, mas não dominamos.
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⁠Terra de alguém? Terra de ninguém. Habitamos, mas não dominamos. Plantamos, mas nada levamos. Lutamos, perdemos, ganhamos, Mas para debaixo da terra todos vamos. Tanto oramos, pedimos, Mas nossa vontade seguimos. Sorrimos, choramos, Caímos e levantamos. Vivemos, morremos, E continuamos sobrevivendo. Quantas vidas temos? Renascemos. Muitas vezes, questionamos. Erramos e culpamos. Da responsabilidade nos livramos. Plantamos. Para onde iremos? Talvez você tenha esquecido que também colhemos.

⁠No fim, estamos sozinhos. Na verdade, nem precisa ser no fim. E não, isso não é algo ruim, muito menos assustador. Eu adoro estar sozinha, como também, adoro quando estou rodeada de quem amo. Estar sozinho é diferente de ser sozinho. Estar sozinho é vestir qualquer roupa, ou ne…
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⁠No fim, estamos sozinhos. Na verdade, nem precisa ser no fim. E não, isso não é algo ruim, muito menos assustador. Eu adoro estar sozinha, como também, adoro quando estou rodeada de quem amo. Estar sozinho é diferente de ser sozinho. Estar sozinho é vestir qualquer roupa, ou nem vestir, e se sentir lindo (a). É colocar um bom filme e não se incomodar em não ter alguém para compartilhar a cena engraçada. É fazer máscaras, hidratações, maquiagens... para ressaltar o exterior, mesmo sabendo que o que é belo vem de dentro. É não se incomodar com o cabelo bagunçado ou unhas destruídas, pois há a consciência de que a arrumação disso tudo nunca substituirá teu momento de não querer fazer nada. Ser sozinho é desolador. É ser egoísta consigo mesmo e, talvez, até egocêntrico. Nunca desejei ou desejarei ser sozinha, como nunca deixarei meus momentos em que estar sozinha é a minha vontade. A solidão é necessária, porém, como tudo, tem que saber "usar". Aqui, nesse ponto, entrará o amor. O amor é mais que necessário, mas também pode se tornar perigoso. Amar o próximo nunca será ruim, a não ser que você o ame mais que a si mesmo. Isso não sou eu quem digo, em Marcos 12:31 temos: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo." E é a mais pura verdade, pois quando o amor pelo outro se torna maior do que o sentido por si próprio, ele começa a te consumir, mais do que deveria, aos poucos. Na verdade, ele nem deveria consumir, e sim fluir. Me acho extremamente intensa, e não costumo, com muita frequência, demonstrar essa intensidade em atitudes, mas isso nunca quis dizer que meus sentimentos não fossem avassaladores. Eles me transformam, quando menos espero. Fazem de mim alguém que passa a não entender as próprias atitudes. E mesmo, muitas vezes, não as aprovando, aprendi a amar minha intensidade, pois a bondade também é intensa aqui dentro.

⁠Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cad…
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⁠Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cada vez mais possível, logo depois, com as reviravoltas, mais impossível. A maioria de nós carrega a pior das falhas: a de não dar tempo ao tempo. Não buscamos pela dor, porém ela vem, de um jeito ou de outro, seja você quem for. Nesse momento, esquecemos que o mesmo pode/vai acontecer com a alegria. Ela está ali, em algum lugar, mas os óculos seletivos não a enxergam, muitas vezes. Óculos seletivos? Sim. Todos vemos aquilo que permitimos e, a partir de tal, sentimos aquilo que não escolhemos. Esse é o ponto principal: não sentimos o que queremos. Devemos ter muito cuidado com aquilo que escolhemos ver, pois isso determinará nossos sentimentos e ações. Não digo para não olharmos para as dores, mas para não focarmos em tais, pois elas não nos determinam, de forma alguma.Durante nossas vidas, fazemos inúmeros pedidos. Pedimos paz, amor, felicidade, prosperidade, empatia, tolerância, resiliência, saúde, bens materiais... assim, os ansiamos cada vez mais, como se nunca tivéssemos provado nenhum deles. O alcance do apogeu de felicidade se torna cada vez mais possível, logo depois, com as reviravoltas, mais impossível. A maioria de nós carrega a pior das falhas: a de não dar tempo ao tempo. Não buscamos pela dor, porém ela vem, de um jeito ou de outro, seja você quem for. Nesse momento, esquecemos que o mesmo pode/vai acontecer com a alegria. Ela está ali, em algum lugar, mas os óculos seletivos não a enxergam, muitas vezes. Óculos seletivos? Sim. Todos vemos aquilo que permitimos e, a partir de tal, sentimos aquilo que não escolhemos. Esse é o ponto principal: não sentimos o que queremos. Devemos ter muito cuidado com aquilo que escolhemos ver, pois isso determinará nossos sentimentos e ações. Não digo para não olharmos para as dores, mas para não focarmos em tais, pois elas não nos determinam, de forma alguma.