Frase de Marcos Ascenio
Esvazio copos, venço a madrugada Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada Aquilo tudo parecia uma vitrine A cada pedalada essa avenida parece mais íngreme. Gasto minha sanidade a esmo Cada garrafa simboliza um erro, tenho errado bastante nos últimos meses Penso no que tenho feito, mais uma pessoa magoada Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada. As luzes dos postes mostram onde preciso ir Os copos me respondem o que preciso ouvir Desgraçados hábitos noturnos guiam-me por lugares os quais jamais imaginei existir. Aceito a instabilidade presente em mim, mais uma janela quebrada Rostos sem expressão, falta tinta na fachada Olho minhas mãos para não esquecer da caminhada Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada.
No pensador.ai desde