Frase de Thalita Monte Santo
meu peito é mar aberto por isso me derramo inteira e sinto sede de infinito @thalimontesanto
No pensador.ai desde
meu peito é mar aberto por isso me derramo inteira e sinto sede de infinito @thalimontesanto
No pensador.ai desde
Para explicar o encontro de dois elementos em um conjunto ou espaço, existem um infinito de teorias matematicamente comprovadas por grandes estudiosos. Logo já se ouviu dizer que dois corpos não ocupam o mesmo lugar. Mas acredito eu, que eles possam dividir um único coração. Po…
Para explicar o encontro de dois elementos em um conjunto ou espaço, existem um infinito de teorias matematicamente comprovadas por grandes estudiosos. Logo já se ouviu dizer que dois corpos não ocupam o mesmo lugar. Mas acredito eu, que eles possam dividir um único coração. Possibilidades "raras" podem aparecer enquanto alguns cálculos são feitos. Como por exemplo, encontrar uma única tulipa amarela em um devasto jardim de rosas brancas. Não é impossível, mas sim, raro. Outro exemplo? Achar um grão de areia em uma planície terrosa. Não é impossível, mas é preciso muita concentração e cuidado. Agora, quer uma colocação bem clichê? Pois bem, encontrar aquela velha agulha no palheiro. Alguns acreditam que essa frase sugere impossibilidade e desistência. Porém nada disso a traduz. Quando encontramos a nossa tal agulha no palheiro é sinal de que deveríamos mesmo a ter encontrado. É aquela velha história de estarmos no lugar certo e na hora exata. Com você foi desse jeito. Você é a agulha "dourada" que eu encontrei no meio de tantas outras agulhas. Por que isso aconteceu? Simples, porque era assim que tinha que ser. No meio de milhões de pessoas, Com o dobro de possibilidades, nós nos encontramos e aqui estamos até hoje.
E ela se sentia livre! Era nítido, dava pra ver. Seu semblante esbanjava leveza e alegria, mas o que com ela acontecera ninguém sabia.
E ela se sentia livre! Era nítido, dava pra ver. Seu semblante esbanjava leveza e alegria, mas o que com ela acontecera ninguém sabia. Seu sorriso aberto e largo se fazia mar e forte afogava a solidão. Tudo nela estava solto, voz, alma, pele, cabelo e coração. Ao certo, ninguém sabe de onde surgiu tanta liberdade e vontade de viver. Ela virou a cabeça, virou o mundo e poesia passou a ser. Lavou a alma de toda a tristeza e viuvez. Não estava em sintonia com ninguém, era feita apenas do seu sim mais uma vez. Já não amarrava mais os cachos e os pés preferiam estar descalços do que presos aos chinelos. Determinada e corajosa, com o céu fez novos elos. Descobriu no amor próprio o seu mais novo abrigo. Ela agora está em paz, Vivendo o amor que só o verdadeiro EU nos traz.
Alma desolada, coração entristecido e mente inquieta. Prato cheio para o papel em branco.
E se tudo der errado, eu continuarei escrevendo. Sempre!