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Frase de Ana Paula Silva - Moc

A distância mexe com a imaginação É difícil medir a distância. O longe, o perto, o espaço de tempo, tudo é relativo. Já me senti tão perto de gente, de coisas, de lugares que estão a quilômetros ou anos de mim, e já me senti tão distante de algo em minhas mãos. Tudo depende de como alimentamos a nossa imaginação. Não é fácil lidar com a distância, pois, a nossa imaginação é muito fugaz, e, efêmera como uma flor. Quem nunca viajou por algum lugar especial, ao ler um livro, por exemplo? Quantas vezes é tão fácil se sentir caminhando nos limites do Castelo de Córdoba, sentir o cheiro de um pergaminho escrito a centenas de anos. Como é fácil sentir a euforia que provoca um grande amor como o de Marco Antônio e Cleópatra, sentir na boca o gosto do veneno bebido por Julieta e a dor mortal no coração de Romeu ao imaginar ter perdido para sempre seu amor. É fácil sentir o gelo do mármore num abraço demorado de Pigmaleão a sua amada Galatéia. É fácil se nos entregamos a imaginação e nos permitimos viajar pelos sentimentos e pelo tempo, ignorando a distância. Mas, quando se trata do que está perto de nós, tendemos a controlar esses sentimentos e nossa imaginação nos trai. Por que não nos entregamos à realidade do dia a dia, como nos entregamos ao que está distante da gente? Será que a distância existe? Ou será que nós nos distanciamos do que nos atormenta ou simplesmente não ligamos por que está ali a disposição? Não tenho respostas, só perguntas. Mas, quero o mais bonito dos passeios, quero sentir a brisa no rosto enquanto eu andar pela rua, quero sentir o cheiro da tinta no papel quando escrevo, quero a euforia e a calma, quero toda contradição do amor. Não quero que minha imaginação me traia e afaste de mim lugares, coisas e pessoas ou me engane distanciando de mim os sentimentos que nos é essencial. É gratificante sentir, rir, chorar, sentir dor, sofrer por amor. É felicidade viajar lendo um lindo romance, e, é lindo sentir o cheiro de vida. Ana Paula Silva Autora do Livro: Me apaixonei por um poeta

Ana Paula Silva - Moc

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ana Paula Silva - Moc

O amor que quero pra mim: Quero um amor que cante, um amor que dance, um amor poeta. Um amor que se declare pra mim todas as manhãs. Que durante todo o seu dia ele sorria ao se lembrar de como mexo nos cabelos ou como sou desajeitada ao executar uma tarefa simples. Que quando ac…
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O amor que quero pra mim: Quero um amor que cante, um amor que dance, um amor poeta. Um amor que se declare pra mim todas as manhãs. Que durante todo o seu dia ele sorria ao se lembrar de como mexo nos cabelos ou como sou desajeitada ao executar uma tarefa simples. Que quando aconteça uma coisa boa, ele só tenha vontade de vir correndo pra me contar, pra brindar comigo. E se algo triste o rondar, que busque meu colo pra se aconchegar ou meu ombro pra chorar. Que me veja como a mulher mais linda em todo o mundo, que todos os detalhes do meu corpo sejam os mais atraentes que seus olhos já viram. Que me veja tão maravilhosa, que o medo de me perder ronde seus pensamentos e por isso ele cuide todos os dias desse amor. Que se eu cometer alguns erros, ele segure em minha mão e me indique o caminho. Que quando o dia terminar, por mais que as coisas não tenham saído a contento, ele se sinta feliz, só por me ter do lado. Que não durma sem pensar em mim e desejar que no dia seguinte eu esteja ao seu lado. Ana Paula Silva Autora do livro: Me apaixonei por um poeta https://www.clubedeautores.com.br/book/187032--Me_apaixonei_por_um_poeta#.VXSbYs9Viko

Mas, o amor, o amor teima em acontecer, a vida encontra um meio, e por mais que estejamos nos protegendo dele, em algum momento nos distraímos e cruzamos com algum olhar encantador, e, em fração de segundos, somos atingidos e quando percebemos estamos com todos os sintomas da pai…
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Mas, o amor, o amor teima em acontecer, a vida encontra um meio, e por mais que estejamos nos protegendo dele, em algum momento nos distraímos e cruzamos com algum olhar encantador, e, em fração de segundos, somos atingidos e quando percebemos estamos com todos os sintomas da paixão. Aí não tem mais volta, só temos duas escolhas, nos entregamos a paixão e corremos o risco de errarmos outra vez e sofrermos se não der certo, ou sofremos a dor de não tentar.