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Frase de Paulo Henrique Batista

Um dia encontrei um menino. Ele era puro, corria sempre mais rápido quando via que podia deixar quem ele amava, um pouco mais feliz... Uma vez eu também o vi, triste, na verdade só escutei, seu sussurro fraco talvez fosse uma das coisas mais insurdecedoras que já escutei. A madrugada parecia se estender por uma eternidade quando ele começava a chorar. Um olhar, um toque, talvez poucas coisas consigam transcrever e transcender sem usar as palavras. Para o menino, muitas palavras não importam, às vezes só o bater da porta já lhe devolve a esperança, ficar só parece desolador para alguns, mas para esse menino é libertador. Nilista, cético, triste. Nada definiu tão bem o poeta que lhe descreve. Porque no final, talvez ele também seja o menino. Na verdade, todos nós temos esse menino, seja por amor, pela dor, por amizade ou por tudo isso junto... Um dia ele vem ou normalmente nas noites ele vem... Não deixe que seu menino morra, ele um dia vai voltar a correr, brincar, pular... Talvez seja amanhã, talvez não seja.

Paulo Henrique Batista

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também
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Saudade ⁠Saudade de quando podia falar que era saudade, hoje só digo que não estou bem Saudade de mim no seu leito, dormindo em teu peito, e hoje em dia, saudade também De saudade, o poema é feito, e sabe, sinto saudade das palavras também Não direi mais saudade, mas segredarei que que é anseio, vontade, eu sei Desculpa, repetirei a palavra, que me invade, me toma, não sei Vivo por ti, durante a fala, eu disse, morro também Na verdade faço tudo que não falo, e as que falo, também o farei Meu amor, saudade, eu sei, você sabe, nós sabemos, também.

Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca…
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Trato o ser como uma extensão do ser absoluto, no caso o mundo, mas o ser em si contesta o ser absoluto quando toma a posição de indagar as coisas que o cercam ou seja o próprio criador, no caso o ser absoluto, então ele parte do criador para tomar a iniciação da verdade em busca de sua própria existência, buscando a verdade naquilo que ele acredita ser tangivel, o homem nega o mundo pressuposto pelo ser absoluto para achar a verdade em bases existenciais. Quando acha essa verdade, ele a nega, querendo ir mais fundo dentre seu conhecimento, ate chegar na verdade de que nada sabe e que o conhecimento empírico adquirido somente serve como base para a sua própria sobrevivencia, assim nao se tornando dono de suas sensações, a verdade lhe escapa entre os dedos, mas ele conhece nesse exercício que o ato de indagar as coisas que o precedem e que cercam a sua vida, lhe faz um conhecedor de ti mesmo, por fim o homem toma como verdade que vive em plena ignorância e que seu conhecimento nunca chegara a tal certeza, pois do mundo ele parti e no mundo acha suas próprias respostas falaciosas.