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Frase de TCHESCO MARCONDES

Entre Sombras e Estrelas - Escorpião Nasce sob véu de mistério, o filho da água profunda, com olhar que invade a alma e silêncio que tudo inunda. Escorpião, de fogo frio, intenso como mar em fúria, é amor que arde em segredo, é vingança vestida de ternura. Virtudes brotam em seu peito: lealdade que não se quebra, coragem que enfrenta abismos, intuição que nunca erra. Ama com força desmedida, protege como leão em guarda, é amigo de palavra rara, mas quando entrega, é espada. Porém, carrega defeitos — ciúmes que cortam como navalha, orgulho que não se curva, desconfiança que não falha. Rancores guardados a sete chaves, como veneno de serpente, e o dom de ferir com verdades que ninguém diz de repente. É intenso, é contraditório, é cura e também veneno, é silêncio que grita alto, é doce e é obsceno. Escorpião: signo de extremos, de luz e sombra entrelaçados. Ama fundo, odeia forte — mas jamais passa despercebido.

TCHESCO MARCONDES

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Pensador.com

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Entre Palavras e Ventos -Gêmeos Gêmeos nasce com dois rostos, duas almas num só corpo leve,
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Entre Palavras e Ventos -Gêmeos Gêmeos nasce com dois rostos, duas almas num só corpo leve, feito vento que muda de rumo mas nunca esquece o que escreve. É verbo, é riso, é pensamento, é curiosidade em movimento, mente ágil, sempre alerta, porta aberta a todo momento. Virtudes pulsam sem descanso: inteligente, comunicador, versátil como poucos sabem, leva conversa onde for. É criativo, entusiasmado, tem sede por aprender, com olhos que brilham fácil ao ver o mundo acontecer. Mas também traz seus espinhos instável, disperso, inquieto, seu afeto pode ser brisa ou sumir no próximo teto. Inconstante no sentir, impreciso no prometer, às vezes fala demais sem pensar no que dizer. Foge do tédio como da dor, pode parecer sem direção, vive em mil mundos ao mesmo tempo, mas nem sempre cabe em um coração. Gêmeos: alma em dualidade, magia feita de contradição. Encanta, confunde, provoca é poema em construção.

Pedra e Cume — Capricórnio És montanha que não teme o inverno, Passo firme sobre pedras incertas.
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Pedra e Cume — Capricórnio És montanha que não teme o inverno, Passo firme sobre pedras incertas. Tens nos olhos o horizonte distante, E nos ombros, a paciência do tempo. Teu trabalho é ponte que não cede, Tua ambição, fogo sob o gelo. Sabes construir com mãos seguras, E transformar sonho em obra concreta. Mas… oh, Capricórnio, o peso da meta Às vezes te rouba o sol da jornada. Tua seriedade ergue muralhas, E teu silêncio, desertos à volta. A prudência que te protege Também pode te prender no mesmo chão. E teu apego à ordem Por vezes engessa o voo. És rocha que sustenta e protege, Mas também penhasco que assusta. Virtude e defeito se esculpem em ti, Na ascensão sem fim de ser Capricórnio.

Pedra e Cume — Capricórnio És trilha que não teme a subida, Olhar fixo no topo, passo firme na rocha.
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Pedra e Cume — Capricórnio És trilha que não teme a subida, Olhar fixo no topo, passo firme na rocha. Tens a paciência como guia, E a disciplina como fiel companheira. Constróis sonhos com tijolos de realidade, Sabes que o tempo é aliado, não inimigo. És leal ao que prometes, E raro quem consegue derrubar tua determinação. Mas… oh, Capricórnio, o peso do dever Às vezes te prende mais que te protege. Tua seriedade ergue muros altos, E teu silêncio deixa desertos no caminho. A prudência que te salva Também pode te roubar o voo. E na ânsia de manter o controle, Esqueces que a vida também é improviso. És rocha que sustenta, E penhasco que impõe respeito. Virtude e defeito se moldam em ti, Na escalada eterna de ser Capricórnio.

Maré de Lua — Câncer És mar sereno e tempestade súbita, Um coração que pulsa em ondas.
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Maré de Lua — Câncer És mar sereno e tempestade súbita, Um coração que pulsa em ondas. Tens no peito uma casa inteira, Onde todos cabem — e ninguém quer sair. Teu cuidado é remédio e abrigo, Sabes sentir até o silêncio. A intuição te guia como farol, E teu amor é mar que nunca seca. Mas… oh, Câncer, quando o medo morde, Recolhes-te ao casco, frio e distante. A mesma água que acalenta, afoga; A mesma lua que encanta, oscila. Guardas lembranças como tesouros, Mas às vezes são âncoras que pesam. Teu apego é calor e prisão, E teu drama… ah, esse, enche o oceano. És sensível, mas também forte; Choras, mas segues nadando. Virtude e defeito dançam contigo, No vai e vem eterno da maré de Câncer.