Frase de Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
Entre a bruma da incerteza, onde o amor se oculta e surge, navega a alma inquieta, carregando o fardo do desejo, sem regras a seguir, sem mapas a traçar, ele simplesmente acontece, como uma canção silenciosa, tecendo laços invisíveis, no carinho mútuo que floresce. Oh, linda canção, declaração infinita, tua melodia é o ar que respiro, e o momento sempre juntos, a paixão que permanece, um sentimento eterno, raízes profundas, alimentando o amor que cresce, cada verso um anseio, cada nota um suspiro. Escrevi-te, amor, em dias de paixão, quando o coração ardia, tratando da dificuldade, de me entregar plenamente, sentindo o peso da incerteza, desejando a plenitude. O primeiro verso é um reflexo, do desejo mais profundo, muito mais um sonho que realidade, lembranças de um tempo, onde a tristeza era companheira, a mais triste canção que já escrevi, ecoando em meu ser. Não me acostumo sem teus beijos, sem teus abraços, não sei viver, aprendi que o tempo é relativo, meu mel, por um momento ao teu lado, faria qualquer coisa nesta vida, para sentir-te mais uma vez. Amor, tu és a canção inacabada, que ressoa em meu peito, esperança persistente, de que o desejo se torne realidade, um amor pleno e verdadeiro, que supera a incerteza, e nos une para sempre.
Matheus Henrique Carneiro Pinto Ruiz
No pensador.ai desde